sábado, julho 30, 2005

E agora vou uma semana de férias...


Fui eu que tirei esta foto. Não está fixe?
Boa semana para todos, que eu vou navegar para outras paragens...

Recuperação dos muros da ria

De qualquer forma, devo manifestar o meu descontentamento. Ouviu-se tanto falar na recuperação dos muros da Ria mas eu não percebi onde... Este buraco está a 5 metros do "Rossio" aveirense, em plena freguesia da Vera Cruz.
Será que fui eu que percebi mal?

Perdoem-me a indecisão...


Agora fiquei indecisa... Lembrei-me que o início da nova avenida de Santa Joana (logo a seguir ao viaduto que rasga a Lourenço Peixinho) também irá ser uma obra emblemática! Neste momento está assim, em formato de "S", a lembrar o nome do nosso futuro ex-presidente: SSSSSSooouuuuuto!
Dada esta associação, talvez seja melhor, em vez da ponte, chamar-se Avenida Dr. Alberto Souto.

Ponte Dr. Alberto Souto

Proponho que, muito justamente, se faça uma homenagem à obra do nosso edil, o Dr. Alberto Souto, que está de saída da Câmara Municipal de Aveiro.
E que obra mais emblemática que a famosa ponte sobre a linha de caminhos-de-ferro em Esgueira, uma realização conjunta do nosso actual presidente da CMA e da REFER?

quarta-feira, julho 27, 2005

É de... Empenho

Ao que parece, a reacção do Dr. Alberto Souto aos novos cartazes da coligação "Juntos por Aveiro", com a mensagem "É de... Empenho" não se fez esperar.

O Dr. Alberto Souto protestou veementente contra esta característica da coligação. Ao que parece ele acredita que também a Câmara de Aveiro está toda empenhada!

Eh!Eh!Eh!

domingo, julho 24, 2005

Este é o estado da nossa "Antiga Lota"!!!



Até Bagdad tem melhor aspecto...

Memory Lane...


Andei a folhear uns recortes de imprensa antigos e vejam só a pérola que vos trago...
É um texto compridote mas vale a gargalhada!

Foi públicado no Diário de Aveiro a 21 de Abril de 2004.

"Eles estão aí: são três e andam aos pares
por Miguel Lemos (gestor)

Não sei se já alguma vez experimentaram essa situação estupidamente medieval e primitiva de estarem sitiados num castelo rodeado por um fosso com crocodilos famintos e quererem vir cá fora comer uma bifana e não poderem.
Pois bem, foi essa a sensação que eu tive quando há dias a Somague resolveu atravancar o acesso ao Estádio com máquinas do seu subempreiteiro Vítor Frias. Não que a Somague não tivesse, ela própria, equipamentos com o seu logotipo para bloquear o acesso: mas, por um lado, esse tipo de comportamentos ficam sempre mal na fotografia e, por outro, é provavel que ela própria - Somague - demorasse algum tempo a mobilizar os seus meios porque, como é sabido, hoje em dia, os grandes empreiteiros de construção civil são cada vez mais empresas virtuais em que quem morde o pó são tarefeiros subcontratados e o resto são três gestores, dez engenheiros e quarenta advogados(isto, claro, sem contar com o pessoal da limpeza).
É evidente que à Somague assiste o direito de, não sendo paga pelo dono da obra, a Câmara de Aveiro, fazer valer os seus direitos, interrompendo, por exemplo, a conclusão dos trabalhos (aliás, a poucos dias da sua recepção provisória). Mas a atitude carroceira de bloquear, sem aviso prévio, o acesso a um equipamento licenciado e já em utilização regular há vários meses, parece-me de todo inaceitável, para além de pouco elegante. É certo que Aveiro não é Lisboa e o Beira-Mar não é o Benfica, mas mesmo assim (e até talvez por isso) há algumas coisas que não se fazem.
Algumas pessoas comentaram logo que os espanhóis, donos da Somague, são pessoas que se estão nas tintas para o Euro (aliás prefeririam que ele corresse mal), que têm a sensibilidade e a educação de um elefante numa loja de porcelana, etc. Sinceramente, não partilho dessa atitude chauvinista, nem sequer pensei, quando estavamos sitiados, em entornar umas panelas de azeite a ferver sobre os zelosos funcionários do empreiteiro: apenas me lembrei de telefonar a pedir uma grua para arrancar os jerseys que a Somague resolveu colocar para impedir o acesso ao Estádio.
Por razões que não é agorao momento de discutir, essa solução radical e do tipo "espera aí que já levas o troco", não foi aplicada. Assim, fiquei sem poder comer a bifana durante algumas horas, tendo que me contentar com um saboroso pastel de nata servido no novo bar do Estádio, aberto todos os dias das 15 às 22 horas, com um esmerado serviço de atendimento, cigarrilhas e charutos cubanos, caipirinhas e um ambiente super-agradável que se pode usufruir, saboreando ainda um wiskey pela módica quantia de 5-, excepto se optar por um puro malte de 30 anos que já é im pouco mais pró carote.
Bom, voltando ao sequestro: os crocodilo não desapareceram do fosso, mesmo depois de eu acabar de comer o pastel de nata: apenas puseram os óculos escuros e esconderam-se nas suas tocas. O que, não sendo mau, não é nada tranquilizador. Até porque os crocodilos são, como vem nos manuais de zoologia, aquelas animais que apenas aparentam lamentar o ter de devorar as suas vítimas (donde a conhecida expressão "lágrimas de crocodilo"); no fundo, porém, estão-se nas tintas.
Depois há outros elementos na escala animal - da galinha para baixo - que até gostam que estas coisas aconteçam: desestabilizar, "levantar ondas" ou ver a casa do vizinho a abrir fissuras é o ar de que necessitam para respirar e mostrar que existem. A única maneira de escamotear as suas próprias limitações é apontar o dedo às dificuldades porque os outros possam passar.
Ora, o que também é certo, não nos podemos por inconpetência, laxismo, distração ou cansaço dar o flanco a esta fauna. Temos que procurar ser rigorosos nas nossas análises, proactivos (antecipar o que pode acontecer), perceber realisticamente que forças temos pela frente e que recursos podemos - ou não - mobilizar. Só assim se poderá minimizar o risco deste tipo de sobressaltos.
Por melhor que saibam as natas do bar do Estádio, teria preferido mil vezes ir comer a casa..."

Eu aposto que sei em que local e com que "companhia" escreveu o Administrador(?) da EMA, o gestor Miguel Lemos, este texto...

sábado, julho 23, 2005

Convite

A coligação "Juntos por Aveiro" convida todos os munícipes a assistirem à apresentação das candidaturas do Dr. Élio Maia à Câmara de Aveiro e da Dr.ª Regina Bastos à Assembleia Municipal.
Realiza-se no próximo dia 29 de Julho, sexta-feira, às 21h30, no Auditório da Junta de Freguesia de Santa Joana (junto à Igreja).
Dada a importância que esta candidatura representa rumo a um concelho de Aveiro mais fraterno, mais dinâmico e mais justo, a sua presença constituirá um extraordinário e indispensável incentivo.
JUNTOS POR AVEIRO
É muito + por Aveiro

quinta-feira, julho 21, 2005

Mas porque é que eu sou assim?



Hoje esqueci-me de desejar feliz aniversário a alguém. Alguém que já me atura há tantos anos que nem se importou... Alguém muito importante!

!!!PARABÉNS!!!!

Saudades inesperadas!


Ontem tivemos uma demissão de peso no Governo. Talvez a mais sensível de todas as áreas ficou, mais uma vez, fragilizada.

Volta, Ferreira Leite, volta...

quarta-feira, julho 20, 2005

Apresentando The Skipper


Antes que alguém se engane, devo dizer que sou militante do PSD de Aveiro.
Neste momento, uma das minhas prioridades é o projecto conjunto do PSD e do CDS-PP para a Câmara de Aveiro. Projecto esse protagonizado pelo Dr. Élio Maia, um homem honesto, trabalhador, de bom carácter e com provas dadas do seu trabalho durante cerca de 20 anos na freguesia de São Bernardo.
Outra das minhas preocupações é o turismo de Aveiro, sector económico pelo qual se tem feito muito pouco e que, face à actual situação das indústrias nacionais e dos novos fenómenos económicos, é uma das soluções. É nesta área que está a minha formação: sou licenciada em Gestão e Planeamento em Turismo pela Universidade de Aveiro.
Sou aveirense, embora tenha nascido na belíssima cidade de Chaves, raíz do meu carácter e da minha forma de estar na vida. Mudei para Aveiro quando vim para a Universidade e já aqui estou há quase metade da minha vida. Foi aqui que aprendi a apreciar a Ria, o mar e os ovos moles mas também foi aqui que percebi a importância do associativismo, do valor da iniciativa individual, do real impacto da inovação, etc, etc, etc...
Adoro viajar! Em criança conheci bem Portugal e hoje prefiro sair do país. Comparo-nos muitas vezes, com críticas lúcidas e construtivas. Tento aprender com os melhores, sempre com os melhores. Tenho uma grande auto-estima, dificilmente abalável, e estou sempre pronta a colaborar com o que me parece correcto. Sou muito exigente.
O resto, principalmente os defeitos, irão conhecendo ao longo da viagem.
Vamos zarpar!

segunda-feira, julho 18, 2005

sexta-feira, julho 15, 2005