segunda-feira, dezembro 24, 2007
sexta-feira, dezembro 21, 2007
O tão falado PENT - Plano Estratégico Nacional para o Turismo
Para que ninguém fale sem conhecer o documento... Podem fazer o download no link abaixo.
http://www.turismodeportugal.pt/Portugu%C3%AAs/turismodeportugal/estrategianacionalparaoturismo/Pages/EstrategiaNacionalparaoTurismo.aspx
http://www.turismodeportugal.pt/Portugu%C3%AAs/turismodeportugal/estrategianacionalparaoturismo/Pages/EstrategiaNacionalparaoTurismo.aspx
segunda-feira, dezembro 17, 2007
Há dias assim... Caústicos :)
Expensive Soul - [in]correcto Expensive Soul
há quem diga estar bem
não precisa de ninguém
pensas só no teu lado, és falso yeh
falas do que nao sabes
e eu pago por tu falares
escreves sobre o que não viste, é triste é!
tens o que ninguém quer ter
não sabes o que viver
a inveja é de graça e eu dou-ta
cada um sabe de si
e eu não devo nada aqui
ja te expliquei o que sinto, não minto!
se ta correcto é dizer o que o outro diz
fica calado e seras sempre mais feliz
porque o respeito ganhasse, não se dá
se procuras o céu aqui não tá!
chega de dizer mal de mim ey ey ey
falas falas falas e não dizes nada
eu não vou ficar assim
tu vais precisar de mim
eu sei bem de onde vim
não sujo não fujo
se ta correcto é dizer o que o outro diz
fica calado e seras sempre mais feliz
porque o respeito ganhasse, não se dá
se procuras o céu aqui não tá!
pa' quem me disse que conhecia falas bem de mais
nunca deixei nem deixo que nos tornem tão iguais
opinas qualquer tema não tens qualquer problema
pareces tao sabido reais a resposta sem qualquer
sentido
ja reparei que tens um bocado a puta da mania
escreves demasiada merda pa' me provocares azia
tens tentativas falhadas para ser o melhor
no que muita gente considera do pior
mas eu relaxo não me rebaixo
tudo que falo é o que acho
este é o meu despacho vindo de coro abaixo ya
sabes de onde venho, nao sabes o que tenho
fala de mim ja não é estranho agora escuta
para ti sei que sou filho da puta
vou-te ser sincero ao menos digo tudo
da-te ao respeito
se queres ser respeitado otario
acrescenta esta palavra no teu básico dicionário yo
yo
se ta correcto é dizer o que o outro diz
fica calado e seras sempre mais feliz
porque o respeito ganhasse, não se dá
se procuras o céu aqui não tá!
ey Max
estes gajos nao sabem nada yoo
falarem bem ou falarem mal
o que importa é que se fale
ohh ohh
ohh ohh
ohh ohh
(...)
há quem diga estar bem
não precisa de ninguém
pensas só no teu lado, és falso yeh
falas do que nao sabes
e eu pago por tu falares
escreves sobre o que não viste, é triste é!
tens o que ninguém quer ter
não sabes o que viver
a inveja é de graça e eu dou-ta
cada um sabe de si
e eu não devo nada aqui
ja te expliquei o que sinto, não minto!
se ta correcto é dizer o que o outro diz
fica calado e seras sempre mais feliz
porque o respeito ganhasse, não se dá
se procuras o céu aqui não tá!
chega de dizer mal de mim ey ey ey
falas falas falas e não dizes nada
eu não vou ficar assim
tu vais precisar de mim
eu sei bem de onde vim
não sujo não fujo
se ta correcto é dizer o que o outro diz
fica calado e seras sempre mais feliz
porque o respeito ganhasse, não se dá
se procuras o céu aqui não tá!
pa' quem me disse que conhecia falas bem de mais
nunca deixei nem deixo que nos tornem tão iguais
opinas qualquer tema não tens qualquer problema
pareces tao sabido reais a resposta sem qualquer
sentido
ja reparei que tens um bocado a puta da mania
escreves demasiada merda pa' me provocares azia
tens tentativas falhadas para ser o melhor
no que muita gente considera do pior
mas eu relaxo não me rebaixo
tudo que falo é o que acho
este é o meu despacho vindo de coro abaixo ya
sabes de onde venho, nao sabes o que tenho
fala de mim ja não é estranho agora escuta
para ti sei que sou filho da puta
vou-te ser sincero ao menos digo tudo
da-te ao respeito
se queres ser respeitado otario
acrescenta esta palavra no teu básico dicionário yo
yo
se ta correcto é dizer o que o outro diz
fica calado e seras sempre mais feliz
porque o respeito ganhasse, não se dá
se procuras o céu aqui não tá!
ey Max
estes gajos nao sabem nada yoo
falarem bem ou falarem mal
o que importa é que se fale
ohh ohh
ohh ohh
ohh ohh
(...)
quinta-feira, dezembro 13, 2007
sexta-feira, outubro 19, 2007
quarta-feira, outubro 17, 2007
As palavras, sempre sensatas, do ex-presidente da CP de Secção do PSD Aveiro - Dr. Ulisses Pereira, no XXX Congresso do PSD:
"Senhora Presidente da Mesa do Congresso, companheira Manuela Ferreira Leite
Senhor Presidente do Partido Social Democrata, companheiro Luís Filipe Menezes
Senhoras e Senhores Congressistas
As eleições directas para a Presidência do PSD, realizadas no passado dia 28 de Setembro, determinaram uma mudança na liderança do nosso Partido, que decorre de uma vontade das bases em operarem essa mudança, conforme inequivocamente o demonstram os resultados eleitorais.
É bom que se assinale e valorize esse facto, de forma clara e sem subterfúgios, como deve ser também realçada a participação de muitos milhares de militantes do Partido Social Democrata que expressaram outra opção de voto, que por ter sido minoritária, não pode também deixar de ser considerada.
O PSD é o conjunto de todos os seus militantes, melhor dos seus verdadeiros militantes, aqueles que estão presentes no dia a dia do trabalho das Secções, e que querem sempre o melhor para o seu, para o nosso Partido.
É por isso que devemos ser cautelosos nos adjectivos utilizados para comentar o acto eleitoral que conduziu o nosso companheiro Luís Filipe Menezes à liderança do Partido, pelo respeito que nos merecem todos aqueles que assumiram, de forma convicta, opinião diferente.
A proposta de estratégia global do novo Presidente do Partido tem por título “Ganhar Portugal”. É para esse desafio que todos estamos convocados, e é para esse desafio que estou certo todos os militantes do PSD estarão a partir deste Congresso mobilizados.
Não acontecerá no futuro próximo aquilo que aconteceu no passado recente.
Caras Companheiras, Caros Companheiros
Deverá ser tarefa prioritária da nova liderança chamar todos ao trabalho comum, sem prejuízo naturalmente de escolher para a sua direcção política aqueles que partilham da mesma visão estratégica para o futuro do Partido, tendo em vista conseguir as vitórias que temos como objectivo alcançar nas eleições legislativas, autárquicas e europeias de 2009.
No entanto, devemos dizer que alguns sinais dados por aqueles que nestas circunstâncias aparecem assumindo o papel de “zeladores do poder instituído”, os que o povo classifica como “mais papistas do que o Papa”, não são de molde a tranquilizar todos os militantes do PSD que, de uma forma aberta e empenhada, participaram neste processo eleitoral interno.
Estamos certos que o novo líder do PSD estará atento a estes fenómenos, que sempre surgem quando acontece um virar de página, como aquele que ocorreu nas nossas últimas eleições.
Lemos com atenção a proposta de estratégia global apresentada pelo companheiro Luís Filipe Menezes, a qual na maioria dos seus pontos merece a nossa adesão.
Três ou quatro notas apenas que aqui gostaria de deixar:
A primeira, tem a ver com o processo de pagamento de quotas e o regulamento financeiro. Defendemos, como sempre defendemos, ao contrário de alguns que no passado disseram uma coisa, e na recente campanha interna o seu contrário, que deve ser dada às Secções uma maior autonomia e delegação de competências, num normal exercício de confiança institucional.
Todavia, não gostaríamos de voltar ao tempo em que os cadernos eleitorais estavam por fechar até ao fim da votação, dependendo do pagamento ou não na hora das quotas devidas. Sou militante do PPD/PSD desde 1975, e não queria voltar ao tempo em que apareciam uns “papelinhos” como provas de regularização de quotas que todos sabíamos não terem sido pagas, apenas por serem militantes afectos àqueles que emitiam os “papelinhos”.
Neste contexto, é ainda fundamental definir o universo dos militantes do PSD, aqueles que efectivamente o são, e não os que foram contratados para um mero “acto único”.
Devem ser chamados todos à militância, seja mais ou menos activa, mas digna do conceito de militância, para evitar que muitos continuem num limbo que os possa conduzir à prática de novos “actos únicos”.
A segunda nota tem a ver com o reforço dos princípios de democraticidade interna, e com uma maior capacidade de intervenção que se pretende conferir, e bem, às bases do Partido.
De molde a que esta boa intenção não seja subvertida com a proximidade dos actos eleitorais, espera-se que regras claras e transparentes venham a ser aprovadas em tempo útil, para que possamos estar perante mecanismos indutores de uma verdadeira participação, e não por critérios estabelecidos de acordo com “qualquer fato feito à medida”.
Uma terceira nota para eventuais desenvolvimentos no processo de regionalização político / administrativa do País que venham a ser defendidos num novo quadro estratégico que a moção do líder desenha. Esse processo pode e deve ser desenvolvido numa lógica de reforço do municipalismo.
Como a proposta temática da Distrital de Aveiro defende, todo este processo deve ser implementado “não de cima para baixo, mas a partir da base para o topo, cumprindo os princípios da subsidiariedade, da desburocratização e da participação dos interessados”.
Uma quarta e última nota, no que respeita à “requalificação da democracia representativa”, nos termos referidos na proposta de estratégia global que o companheiro Luís Filipe Menezes apresenta a este Congresso.
Estamos naturalmente de acordo quanto à “diminuição do número de Deputados, a criação de círculos uninominais em paralelo com o círculo nacional para a eleição da Assembleia da República e a eleição uninominal de Presidentes de Câmara e Presidentes de Juntas de Freguesia”.
Mas é também importante, mesmo que as conquistas sejam apenas graduais, que nas próximas eleições autárquicas (em 2009), os presidentes eleitos possam ter já a capacidade de escolher a totalidade ou, pelo menos, a maioria absoluta dos elementos do executivo, conferindo maior eficácia à governação local e evitando alguns casos lamentáveis que todos conhecemos e que vão acontecendo em vários pontos do País, com diversas
forças partidárias, incluindo a nossa.
Concluo, com a certeza de que todos os que de boa fé militam no nosso Partido estarão unidos para “Ganhar Portugal”, derrotando o Partido Socialista e o Engº Sócrates nos próximos actos eleitorais.
Como dizia Cavaco Silva, temos que transmitir aos Portugueses a convicção de que “a vitória do PSD é a vitória de Portugal”.
Para isso, basta que cada um de nós coloque os seus interesses pessoais debaixo dos interesses do PSD, e todos em conjunto os interesses de Portugal acima dos interesses do Partido.
Cumpriremos desta forma a lição que o nosso fundador, Francisco Sá Carneiro, nos deixou."
"Senhora Presidente da Mesa do Congresso, companheira Manuela Ferreira Leite
Senhor Presidente do Partido Social Democrata, companheiro Luís Filipe Menezes
Senhoras e Senhores Congressistas
As eleições directas para a Presidência do PSD, realizadas no passado dia 28 de Setembro, determinaram uma mudança na liderança do nosso Partido, que decorre de uma vontade das bases em operarem essa mudança, conforme inequivocamente o demonstram os resultados eleitorais.
É bom que se assinale e valorize esse facto, de forma clara e sem subterfúgios, como deve ser também realçada a participação de muitos milhares de militantes do Partido Social Democrata que expressaram outra opção de voto, que por ter sido minoritária, não pode também deixar de ser considerada.
O PSD é o conjunto de todos os seus militantes, melhor dos seus verdadeiros militantes, aqueles que estão presentes no dia a dia do trabalho das Secções, e que querem sempre o melhor para o seu, para o nosso Partido.
É por isso que devemos ser cautelosos nos adjectivos utilizados para comentar o acto eleitoral que conduziu o nosso companheiro Luís Filipe Menezes à liderança do Partido, pelo respeito que nos merecem todos aqueles que assumiram, de forma convicta, opinião diferente.
A proposta de estratégia global do novo Presidente do Partido tem por título “Ganhar Portugal”. É para esse desafio que todos estamos convocados, e é para esse desafio que estou certo todos os militantes do PSD estarão a partir deste Congresso mobilizados.
Não acontecerá no futuro próximo aquilo que aconteceu no passado recente.
Caras Companheiras, Caros Companheiros
Deverá ser tarefa prioritária da nova liderança chamar todos ao trabalho comum, sem prejuízo naturalmente de escolher para a sua direcção política aqueles que partilham da mesma visão estratégica para o futuro do Partido, tendo em vista conseguir as vitórias que temos como objectivo alcançar nas eleições legislativas, autárquicas e europeias de 2009.
No entanto, devemos dizer que alguns sinais dados por aqueles que nestas circunstâncias aparecem assumindo o papel de “zeladores do poder instituído”, os que o povo classifica como “mais papistas do que o Papa”, não são de molde a tranquilizar todos os militantes do PSD que, de uma forma aberta e empenhada, participaram neste processo eleitoral interno.
Estamos certos que o novo líder do PSD estará atento a estes fenómenos, que sempre surgem quando acontece um virar de página, como aquele que ocorreu nas nossas últimas eleições.
Lemos com atenção a proposta de estratégia global apresentada pelo companheiro Luís Filipe Menezes, a qual na maioria dos seus pontos merece a nossa adesão.
Três ou quatro notas apenas que aqui gostaria de deixar:
A primeira, tem a ver com o processo de pagamento de quotas e o regulamento financeiro. Defendemos, como sempre defendemos, ao contrário de alguns que no passado disseram uma coisa, e na recente campanha interna o seu contrário, que deve ser dada às Secções uma maior autonomia e delegação de competências, num normal exercício de confiança institucional.
Todavia, não gostaríamos de voltar ao tempo em que os cadernos eleitorais estavam por fechar até ao fim da votação, dependendo do pagamento ou não na hora das quotas devidas. Sou militante do PPD/PSD desde 1975, e não queria voltar ao tempo em que apareciam uns “papelinhos” como provas de regularização de quotas que todos sabíamos não terem sido pagas, apenas por serem militantes afectos àqueles que emitiam os “papelinhos”.
Neste contexto, é ainda fundamental definir o universo dos militantes do PSD, aqueles que efectivamente o são, e não os que foram contratados para um mero “acto único”.
Devem ser chamados todos à militância, seja mais ou menos activa, mas digna do conceito de militância, para evitar que muitos continuem num limbo que os possa conduzir à prática de novos “actos únicos”.
A segunda nota tem a ver com o reforço dos princípios de democraticidade interna, e com uma maior capacidade de intervenção que se pretende conferir, e bem, às bases do Partido.
De molde a que esta boa intenção não seja subvertida com a proximidade dos actos eleitorais, espera-se que regras claras e transparentes venham a ser aprovadas em tempo útil, para que possamos estar perante mecanismos indutores de uma verdadeira participação, e não por critérios estabelecidos de acordo com “qualquer fato feito à medida”.
Uma terceira nota para eventuais desenvolvimentos no processo de regionalização político / administrativa do País que venham a ser defendidos num novo quadro estratégico que a moção do líder desenha. Esse processo pode e deve ser desenvolvido numa lógica de reforço do municipalismo.
Como a proposta temática da Distrital de Aveiro defende, todo este processo deve ser implementado “não de cima para baixo, mas a partir da base para o topo, cumprindo os princípios da subsidiariedade, da desburocratização e da participação dos interessados”.
Uma quarta e última nota, no que respeita à “requalificação da democracia representativa”, nos termos referidos na proposta de estratégia global que o companheiro Luís Filipe Menezes apresenta a este Congresso.
Estamos naturalmente de acordo quanto à “diminuição do número de Deputados, a criação de círculos uninominais em paralelo com o círculo nacional para a eleição da Assembleia da República e a eleição uninominal de Presidentes de Câmara e Presidentes de Juntas de Freguesia”.
Mas é também importante, mesmo que as conquistas sejam apenas graduais, que nas próximas eleições autárquicas (em 2009), os presidentes eleitos possam ter já a capacidade de escolher a totalidade ou, pelo menos, a maioria absoluta dos elementos do executivo, conferindo maior eficácia à governação local e evitando alguns casos lamentáveis que todos conhecemos e que vão acontecendo em vários pontos do País, com diversas
forças partidárias, incluindo a nossa.
Concluo, com a certeza de que todos os que de boa fé militam no nosso Partido estarão unidos para “Ganhar Portugal”, derrotando o Partido Socialista e o Engº Sócrates nos próximos actos eleitorais.
Como dizia Cavaco Silva, temos que transmitir aos Portugueses a convicção de que “a vitória do PSD é a vitória de Portugal”.
Para isso, basta que cada um de nós coloque os seus interesses pessoais debaixo dos interesses do PSD, e todos em conjunto os interesses de Portugal acima dos interesses do Partido.
Cumpriremos desta forma a lição que o nosso fundador, Francisco Sá Carneiro, nos deixou."
quinta-feira, outubro 04, 2007
terça-feira, outubro 02, 2007
Modelo de relacionamento com a Refer!
domingo, setembro 30, 2007
As directas...
O Dr. Marques Mendes não foi reeleito.
O município de Aveiro correspondeu inequivocamente à sua chamada.
Manifesto aqui o meu desagrado. Marque Mendes foi um líder corajoso, apesar de tudo o que possam dizer e tenho algum receio pelo futuro do PSD, mesmo sabendo que o actual é um presidente a prazo.
Mais uma vez, o partido foi igual a si próprio - uma "trituradora" de líderes..
Continuo convicta de que a importância que se atribui à figura do Presidente do PSD, e de todos os líderes eleitos, é um sintoma da imaturidade da democracia portuguesa. Mais importante que o líder e a força da sua presença, são os projectos, a convicção e a aplicação dos princípios. O meu voto tem sempre várias componentes, com pesos diferenciados: 30% para os princípios e valores, 30% para o projecto em concreto, 30% para a garantia percebida da real aplicação dos mesmos, que é dada pelo historial e pelas equipas de trabalho, 10% para a figura/personalidade do líder. Por isso, o meu voto, só poderia ser em Luis Marques Mendes.
Espero, sinceramente, que Luis Filipe Menezes defraude as minhas expectativas. A bem do PSD.
O município de Aveiro correspondeu inequivocamente à sua chamada.
Manifesto aqui o meu desagrado. Marque Mendes foi um líder corajoso, apesar de tudo o que possam dizer e tenho algum receio pelo futuro do PSD, mesmo sabendo que o actual é um presidente a prazo.
Mais uma vez, o partido foi igual a si próprio - uma "trituradora" de líderes..
Continuo convicta de que a importância que se atribui à figura do Presidente do PSD, e de todos os líderes eleitos, é um sintoma da imaturidade da democracia portuguesa. Mais importante que o líder e a força da sua presença, são os projectos, a convicção e a aplicação dos princípios. O meu voto tem sempre várias componentes, com pesos diferenciados: 30% para os princípios e valores, 30% para o projecto em concreto, 30% para a garantia percebida da real aplicação dos mesmos, que é dada pelo historial e pelas equipas de trabalho, 10% para a figura/personalidade do líder. Por isso, o meu voto, só poderia ser em Luis Marques Mendes.
Espero, sinceramente, que Luis Filipe Menezes defraude as minhas expectativas. A bem do PSD.
quinta-feira, setembro 27, 2007
Momentos intensos revividos
http://www.tuatv.com/tv/pt/
(demora a carregar mas vale a pena rever o concerto da Mariza e do Gilberto Gil no EMA)
(demora a carregar mas vale a pena rever o concerto da Mariza e do Gilberto Gil no EMA)
sexta-feira, setembro 07, 2007
segunda-feira, agosto 27, 2007
Definição do "parolo"

Parolo = Gastou demais, não consegue manter o nível de vida e aos amigos já não lhe agrada a companhia - já distribuiu o que podia e o que não podia. Está a pagar as dívidas, a viver modestamente e a sustentar os seus dependentes. Deixou de comprar os bibelots de casa e passou a comprar a mobília (que não tinha). Para os seus "amigos", passou a ser "parolo" (ver dicionário Dr. Raul Martins)
quarta-feira, agosto 01, 2007
Mais que o seu líder...

O PSD é mais que os seus líderes mas tem que aprender a ultrapassar um certo complexo de orfandade quando não tem líderes ultra-autoritários.
Por todos os motivos e mais alguns Marques Mendes superou as minhas expectativas (o que nem sempre é fácil) - disponível, sempre pronto para resolver os problemas, lúcido, mais corajoso do que parece, não se dobra aos baronetes do partido. Aveiro irá corresponder ao que dele tem recebido, não por gratidão, antes por convicção.
segunda-feira, julho 16, 2007
Inquietações...
Nota-se uma grande inquietação no ar. O Verão teima em não aquecer mas certamente que muitos espíritos andam demasiado inflamados, demasiado agitados, demasiado, pura e simplesmente, demasiado. Até alguns, supostamente com o dever da isenção, estranhamente, se proclamam arautos sabem lá eles de quê!
E há observações para todos os feitios e para todos os gostos... Chega a ser monótona tanta irrequietude! Irra!
O tom deveria ser o da exigência, mas não é. É o tom desesperado do revanchismo. Há quem não vá de férias descansado. Andam demasiado agitados para isso.
Deve ser do tempo! Pode ser que melhore! Espero que traga alguma paz, algum raio de sol, aos irrequietos. A bem de todos. Deles também.
E há observações para todos os feitios e para todos os gostos... Chega a ser monótona tanta irrequietude! Irra!
O tom deveria ser o da exigência, mas não é. É o tom desesperado do revanchismo. Há quem não vá de férias descansado. Andam demasiado agitados para isso.
Deve ser do tempo! Pode ser que melhore! Espero que traga alguma paz, algum raio de sol, aos irrequietos. A bem de todos. Deles também.
quinta-feira, julho 05, 2007
sábado, junho 30, 2007
Vale a pena recordar... (E espero não ir parar a tribunal, estou cheia de medo...)

Sábado, Setembro 17, 2005
A elegância de Alberto Souto e seus colaboradores mais próximos
Numa breve pesquisa, encontrei alguns dos sintomas da elegância de Alberto Souto e seus delfins. Porque parece-me que nem todos têm a mesma visão sobre ele que eu. Por isso trouxe estas lembranças, anedóticas algumas, tristes outras. Tenho a certeza que encontraria muitas mais, de que me recordo mas das quais não encontro registos. Aqui fica:O exemplo: Alberto Souto19/05/2005, Diário de Aveiro, “Nessa ocasião (discurso do Dia da Cidade, 2004) o autarca criticou os “insatisfeitos e críticos” e repudiou o “afã ignominioso com que alguns tentam difamar a probidade das instituições, anões cívicos sem espinha e sem pudor ético”.”Acerca do mesmo discurso, a 13/05/2005, Jornal de Notícias, “escorrências da cidadania a que a cidadania não deve ficar indiferente.”O, enfim, candidato a administrador da Aveiro Expo: Domingos Cerqueira01/02/2004, Diário de Aveiro, com relação à actuação da PSP, “Se um episódio destes ocorresse em Espanha e envolvesse portugueses, certamente ficariam todos presos. (…) Caso esta força não venha a fiscalizar o camião até amanhã (hoje), terei que entregar o caso aos serviços jurídicos da Câmara Municipal”.23/06/2004, Diário de Aveiro, a propósito da confusão na abertura da Praça do Peixe, “Há gente que não merece o esforço dos outros. O que merecem é vender o peixe na valeta.”O Guarda-costas: o Gabinete da Presidência03/09/2003, Diário de Aveiro, a propósito da Forca-Vouga, “O senhor presidente lamenta mas prefere conhecer pessoas bem educadas. A Sra. D. xxxxxx (nome de munícipe suprimido) confirma que o seu artigo anterior não tinha como objectivo transmitir ideias. Era escusado confirmá-lo, já todos tinham percebido.”A 25/08/2003, Diário de Aveiro, a propósito da Forca-Vouga, há um outro comunicado, ainda mais grave, em que se trata a mesma munícipe por “galinha cacarejante”… Se alguém o tiver e quiser partilhá-lo connosco…O assessor novato: Marques Pereira16/09/2005, Diário de Aveiro, “Brinda-nos com prosas pouco eloquentes e comentários néscios, embustes para os menos atentos e que nos envergonham a todos. (…) Quem as fez são, certamente, invertebrados da política, escorrências, que têm na impunidade das atoardas que proferem refúgio vil e cobarde.”A utilização da palavra “escorrências”, tão banal na língua portuguesa, (não é verdade?), tanto por Alberto Souto como por este fulano sugerem-me que, quem dá a cara poderá não ser o verdadeiro autor do texto…Espero que assim, algumas pessoas compreendam parte da minha alergia a Alberto Souto…
A elegância de Alberto Souto e seus colaboradores mais próximos
Numa breve pesquisa, encontrei alguns dos sintomas da elegância de Alberto Souto e seus delfins. Porque parece-me que nem todos têm a mesma visão sobre ele que eu. Por isso trouxe estas lembranças, anedóticas algumas, tristes outras. Tenho a certeza que encontraria muitas mais, de que me recordo mas das quais não encontro registos. Aqui fica:O exemplo: Alberto Souto19/05/2005, Diário de Aveiro, “Nessa ocasião (discurso do Dia da Cidade, 2004) o autarca criticou os “insatisfeitos e críticos” e repudiou o “afã ignominioso com que alguns tentam difamar a probidade das instituições, anões cívicos sem espinha e sem pudor ético”.”Acerca do mesmo discurso, a 13/05/2005, Jornal de Notícias, “escorrências da cidadania a que a cidadania não deve ficar indiferente.”O, enfim, candidato a administrador da Aveiro Expo: Domingos Cerqueira01/02/2004, Diário de Aveiro, com relação à actuação da PSP, “Se um episódio destes ocorresse em Espanha e envolvesse portugueses, certamente ficariam todos presos. (…) Caso esta força não venha a fiscalizar o camião até amanhã (hoje), terei que entregar o caso aos serviços jurídicos da Câmara Municipal”.23/06/2004, Diário de Aveiro, a propósito da confusão na abertura da Praça do Peixe, “Há gente que não merece o esforço dos outros. O que merecem é vender o peixe na valeta.”O Guarda-costas: o Gabinete da Presidência03/09/2003, Diário de Aveiro, a propósito da Forca-Vouga, “O senhor presidente lamenta mas prefere conhecer pessoas bem educadas. A Sra. D. xxxxxx (nome de munícipe suprimido) confirma que o seu artigo anterior não tinha como objectivo transmitir ideias. Era escusado confirmá-lo, já todos tinham percebido.”A 25/08/2003, Diário de Aveiro, a propósito da Forca-Vouga, há um outro comunicado, ainda mais grave, em que se trata a mesma munícipe por “galinha cacarejante”… Se alguém o tiver e quiser partilhá-lo connosco…O assessor novato: Marques Pereira16/09/2005, Diário de Aveiro, “Brinda-nos com prosas pouco eloquentes e comentários néscios, embustes para os menos atentos e que nos envergonham a todos. (…) Quem as fez são, certamente, invertebrados da política, escorrências, que têm na impunidade das atoardas que proferem refúgio vil e cobarde.”A utilização da palavra “escorrências”, tão banal na língua portuguesa, (não é verdade?), tanto por Alberto Souto como por este fulano sugerem-me que, quem dá a cara poderá não ser o verdadeiro autor do texto…Espero que assim, algumas pessoas compreendam parte da minha alergia a Alberto Souto…
sexta-feira, junho 15, 2007
terça-feira, abril 24, 2007
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