Fazer estrelas

What do stars do? They shine.

“A beleza possui grande poder curativo” (63)

“A beleza do mundo estava perdida em mim, e todas as coisas que eu gostava estavam perdidas entre as coisas que eu pensava que precisava ser” (64)

* Faça duas listas, uma chamada EU… e outra EU NÃO… Por exemplo, EU sou criativa. EU sou boa em organizar festas. EU estou melhorando. EU NÃO sou quem meu chefe diz que eu sou. EU NÃO sou minha irmã. EU NÃO vou mais viver com medo.

Eu sou uma sanguínea hemorrágica

Eu sonho quase todas as noites

Eu não sei esconder o que eu sinto

Eu não sou tudo aquilo que esperam de mim

Eu não preciso ser quem outros esperam que eu seja

Eu sou ótima sendo eu mesma

Eu sei quem eu sou

Eu sou feliz

Eu sou amada, muito, muito amada

Eu não tenho medo do futuro

* Fale sobre um lugar que tem sido curativo pra você.

Eu não tenho o costume de visitar sempre os mesmos lugares, tanto que o lugar que vou dizer aqui só entrei uma vez. É que só em passar na frente, andar em volta, respirar o ar dali, já me sinto bem. É o Passeio Público aqui de Curitiba. Não é exatamente um lugar de silêncio – rodeado por ruas movimentadas do centro de Curitiba – mas pra mim é um lugar tranquilo. Quando me vejo rodeada por aquelas árvores, admirando o parque do lado de fora – não sei porque acabo não entrando – me sinto bem. Eu gosto daquele lugar.

* Me sinto inspirada por

Ih.. Eu acho que tenho fases. Numa fase inspirada, até uma formiga passando na mesa me inspira. Mas se eu não estou criativa nem inspirável, nem se me der um tema eu consigo sentir a inspiração.

 

Essa postagem faz parte do desafio do livro Found Art. Você pode ver a resenha aqui. Se quiser, pode levar o desafio para o seu blog - só não esqueça de citar o blog e o livro - ou responder nos comentários.

“Me habituei a preencher cada momento com pelo menos um pouco de barulho – o suficiente para me distrair do desconforto de não me conhecer de verdade” (54)

“O risco de permanecer no silêncio, como sabemos, está no que encontraremos lá” (56)

* Quando foi a última vez que você ficou em silêncio? Você tende a buscar a quietude ou a resistir a ela?
Ah, eu não gosto de nada quieto. Dificilmente fico em silêncio, preciso ouvir alguma coisa, música, televisão, nem que eu não preste atenção no que está tocando. Faz muito tempo desde a última vez que eu fiquei em silêncio. Não foi tão ruim (haha), mas é muito mais agradável ter uma companhia sonora.
* Se eu pudesse passar uma tarde fazendo qualquer coisa, eu… dormiria a tarde inteira!
* Você é o tipo de pessoa que tem tendência a se esconder atrás do agir, ir, fazer? O que te motiva?
Na verdade eu sou mais do tipo preguiçosa. Quer dizer, isso quando tenho alguma coisa pra fazer. É uma preguiça que só se manifesta quando não pode haha Deteeeesto ficar sem o que fazer. Detesto.

Essa postagem faz parte do desafio do livro Found Art. Você pode ver a resenha aqui. Se quiser, pode levar o desafio para o seu blog - só não esqueça de citar o blog e o livro - ou responder nos comentários.

"Passei muito tempo procurando por alguma coisa - amor, aceitação, respeito, afirmação - para descobrir que estive procurando nos lugares errados. Meus esforços me fizeram andar em círculos, olhando para a vida do meu jeito, quando tudo o que eu realmente tinha que fazer era parar de procurar um escape, uma exceção ou meu próprio caminho" (50-51)

* Fale sobre um relacionamento inseguro que você teve. Você era a pessoa insegura ou se prejudicou com alguém que era inseguro?
Tive uma amiga muito insegura. Na verdade, não foi a única, mas foi a mais insegura de todas. Era bonita, inteligente, interessante, mas ficava feia, chata e burra por não acreditar no que realmente era. No fim das contas, ela decidiu que não queria mais ser minha amiga, vai saber por quê... Crise de identidade ou sei lá.
* Às vezes queremos que as pessoas nos providenciem coisas que elas não podem - reconhecimento dos nossos esforços ou identificação, por exemplo. Já procurou por esse tipo de afirmação nos lugares errados? Compartilhe a experiência.
 Ah, sim. Volta e meia eu procuro o reconhecimento daqueles que me combram o esforço. Meu pai, principalmente, exige muito de mim, só que na hora dos resultados, nunca está bom o suficiente. Ultimamente tenho deixado de esperar. Fica aquele pensamento 'De que adianta, se nunca via ficar bom?'.
* Me sinto segura com alguém quando... esse alguém confia em mim.

Essa postagem faz parte do desafio do livro Found Art. Você pode ver a resenha aqui. Se quiser, pode levar o desafio para o seu blog - só não esqueça de citar o blog e o livro - ou responder nos comentários. 
Atrasei demais³ o desafio por probleminhas técnicos (haha), ams agora vai ;)

Eu vivo tropeçando pela rua, sabe. Caio nos buracos do asfalto; rio, falo alto, e ninguém nunca entende o que tá acontecendo. A verdade é que eu decidi parar de sofrer. Eu te amo tanto, poxa, mas não consigo aceitar essa corda-bamba, esse vai-e-vem de estações.. eu sempre acabo trancada no quarto, os olhos em prantos, as mesmas meias sobre a cama... Eu dei a você tudo isso e mais, até ficar tão exausta e debilitada que a única maneira de recuperar minha energia foi me apaixonar por outra pessoa. Mas tudo o que eu escrevo é sobre você*... Eu já te disse que você devia ser feliz bem longe daqui, para que eu não tivesse nem mais desculpa pra não te esquecer.

(desculpa essa desorganização; é que eu te amo... tanto...)

Fazer Estrelas

Era uma conversa de irmãs blogueiras - aquela conversa de quem não quer nada, só companhia pra passar o tempo. Sobre seus blogs, há pouca coisa que elas amam mais. Família, namorados (cada uma tem o seu, certo?)... e o que mais mesmo?De vez em quando, aquela vontade de escrever uma coisa qualquer só porque quis. Mas não no seu blog.Aquela vontade de dividir um texto.Surge uma idéia.Um blog para dois. Pra viagem, por favor.

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