Sabe, eu tenho umas manias meio esquisitas. Hoje, no ônibus, indo pra escola, tive uma ideia louca: fixar os olhos num adesivo colado no vidro que ficava atrás do motorista durante toda a viagem. Bem louco assim. Eu já tava ficando com a cabeça doendo, enjoada, e às vezes, por puro reflexo, olhava pro lado. Um novo passageiro, o ônibus ao lado. Então eu fechava os olhos, depois abría e continuava a olhar o tal adesivo (que eu nem lembro mais o que tava escrito hehe). Foi então que uma luz piscou na minha cabeça, e eu suspirei e disse (emocionada com esse contato que eu e Ele temos): É isso mesmo que você nos vê fazer o tempo todo, não é, Deus? Nós simplesmente não conseguimos manter o foco. Não conseguimos seguir a nossa vida contigo, sem parar pra olhar outros caminhos. Às vezes nós percebemos isso e voltamos, mas pode demorar! Ah, como é ruim quando demora! E é isso, gente. Por tantas vezes a gente se perde!
Quantos "desfocados" você conhece?
Você consegue manter o foco?
Quantas vezes você conseguiu voltar ao Pastor?
Como você se sente quando perde o foco?
Você ajuda a quem precisa voltar ao Caminho?
(Queridos - e poucos hehe - leitores, estamos meio sumidas daqui, mas prometo voltar a postar com aquela frequência de antes. Agora teremos posts com novos temas!)
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Rute Almeida
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Rute Almeida
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Por Deus, não me obriguem a falar. As palavras são pesadas; são pesadas e carregam o mundo. Eu fujo devagar. Lento-remexo-os-pés. Ai, o mundo sempre foi pesado demais! O mundo e suas pessoas, o mundo e seus caminhos, o mundo e suas noites sem céu, o mundo e suas tempestades! E as pessoas? Ai, as pessoas me causam falta de ar! Tenho medo das pessoas. No fundo, são como eu. E tenho medo de mim, mar escuro sem chão nem fundo. Ai, estou cansada! Viver cansa, e viver torto ainda mais. Eu, meu eu e todas essas complicações de vôo livre. Mal-estar. Respiro fundo e devagar. Tudo muda de cor. O cheiro muda, também. Estação úmida é viver.
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Rute Almeida
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Ah, apesar de ter esquecido como se faz pra escrever bonito daquele jeito, a minha vontade de traduzir o que as borboletas no meu estômago diziam perturbou os meus dedos.
Eu não sei mais te esquecer, meu Calor.
Eu quero me perder em teus braços.
Eu quero que a minha felicidade seja a tua felicidade.
Eu quero teus melhores beijos.
Eu quero que a minha vida siga colada à tua... pra sempre...
Eu não sei mais te esquecer, meu Calor.
Eu quero me perder em teus braços.
Eu quero que a minha felicidade seja a tua felicidade.
Eu quero teus melhores beijos.
Eu quero que a minha vida siga colada à tua... pra sempre...