Espelho meu, Espelho meu, Há alguém mais interessante e polémico do que eu?!
In Uncategorized on 5 de Novembro de 2009 at 7:53 pmInstruções para quem quer participar neste espaço:
Classifico-me como produtor de ideias ou interessantes, ou polémicas ou ambas. Caso considere o mesmo assinale o respectivo quadradinho. No caso de acharem que não sou nem polémico, nem interessante, nem ambos, não assinalem nenhum.
Esclarecimentos quanto ao significado das etiquetas, segundo a Priberam:
INTERESSANTE adj. 2 gén.
1. Que interessa, desperta interesse ou curiosidade; simpático.
2. Fig. Engraçado.
estado interessante: gravidez.
POLÉMICO adj.
Relativo a POLÉMICA s. f.
1. Debate oral.
2. Discussão na imprensa.
3. Controvérsia.
4. Disputa amigável mas acalorada.
Decida em consciência antes de escolher as etiquetas!
Sugestão: alteração das etiquetas! Para:
EGOCÊNTRICO adj.
1. Relativo ao egocentrismo.
2. Diz-se da obra cujo autor é o centro e principal actor!.
s. m.
3. Ególatra.
PRECÁRIO adj.
1. Inseguro, não estável.
2. Pobre; difícil; minguado; estreito.
3. Frágil; débil; delicado.
4. Jur. Que não é nosso, que se possui por mercê ou empréstimo.
Elogio à mudança em S. B. de Messines
In Uncategorized on 16 de Outubro de 2009 at 2:25 am“Há uma lei natural conhecida como lei da inércia. Quando alguma coisa se encontra em determinadas condições de existência tende a conservar-se nesse estado, quer esteja em repouso quer esteja em movimento. Essa lei aplica-se igualmente para seres humanos. (…) O homem é uma porção de matéria no estado de repouso e nem sempre se quer mexer. Mas quando aquecemos e começamos realmente a andar verficamos que a inércia é como o sistema propulsor de um foguetão dentro de nós… é mil vezes mais fácil continuar a avançar que iniciar o movimento. Motivação e força motriz estabelecem as diferenças entre as pessoas. Se um homem imagina um plano de acção, reconhece um dever, abraça uma causa, veremos cada órgão do seu corpo e cada faculdade do seu espírito começar a trabalhar mais eficaz e suavemente que nunca.”
Alfred Montapert, in ‘A Suprema Filosofia do Homem’
