Sabe uma coisa que eu não engulo? Homem que atira pra todo lado.
Estou às voltas com meu ex-namorado, e na verdade ele nem é muito bem um ex, já que continuamos nos falando todos os dias, nos vendo, e tudo mais.
Mas então que eu conheço um rapaz num sábado desses. Não bebe, não fuma, educado, trabalha na Marinha, bom papo, bonitinho, e se interessa por mim. Batemos papo a noite inteira, mas eu tava meio chateada com uma história aí relacionada com meu ex, e não tava no clima pra ficar com ninguém. Trocamos contato, e ele sempre vinha me mandando sms's, me ligando, falando no msn. Até que agora pouco, ele me diz que vai vir a cidade (ele não é daqui) no próximo sábado, e pergunta se eu quero vê-lo. Respondo "vamos ver", pra dar tempo de pensar se é isso mesmo que eu quero, já que estou pra voltar com meu ex, e não quero correr o risco de estragar tudo... Mas ao mesmo tempo fico pensando se posso estar deixando de conhecer melhor uma pessoa legal, que quem sabe poderia vir a ser alguém pra mim um dia.
Conversa vai, conversa vem... Ele me solta um: "Então, você não tem nenhuma amiga livre, solteira, e desempedida pra me apresentar não?"
QUE-RAIVA.
Não gosto dele, não é ciúme. Mas fico puta como pode homem ser assim. Tipo, "se não for você, vai qualquer uma". Gente, que coisa ridícula! Me senti uma qualquer pra ele. E ele parecia tão diferente... Mero engano! Desde quando homem "é diferente"?
São todos iguais mesmo.
Dei um gelo nele, e agora já tomei minha decisão: nem a pau.
Melhor mesmo eu resolver a minha vida com quem eu gosto, antes de pensar em sair com qualquer mané por aí. HOMENS...
P.S: ARRANJEI UM EMPREGO! Lembra que eu falei que tava louca pra trabalhar lá no Hospital? Fui chamada pra entrevista, fiz o treinamento, passei, e essa semana assim que sairem os resultados dos exames médicos de praxe já começo a trabalhar. \o/
sábado, 28 de maio de 2011
Homem é tudo igual
Published by Karen at 16:59
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Hoje
Published by Karen at 00:19

Hoje alguma coisa estava diferente. As pessoas estavam diferentes. Caminhei esbarrando nos outros, até chegar em minha sala. Eu estava ofegante.
Me sentei no final na fila, coisa que não é do meu costume. Desejei que ninguém me dissesse oi, que ninguém viesse puxar um papo qualquer comigo, que eu não precisasse sorrir pra ninguém. Em vão, claro.
Enquanto o professor ministrava sua aula, tanta coisa foi passando na minha cabeça, que por alguns segundos me desliguei de tudo. Fiquei pensando em tudo que eu tinha sonhado. Em tudo aquilo que era importante pra mim antes. Meus desejos adolescentes, que tinham ficados todos pra trás... E hoje minha vida era completamente diferente do que um dia eu poderia sequer imaginar.
Quem diria tudo isso. Quem diria ele. Quem diria essa história.
Horas se passaram, e quando desci as escadas, fui olhando pros meus pés, e reparando até meus passos. Não estava me sentindo bonita hoje.
Queria rir, mas rir de quê?
Tinha acabado de chorar quando peguei o ônibus. Não podia subir chorando. Era ridículo. E foi ridículo.
Se alguém me perguntasse, eu nem saberia dizer um porquê exato, concreto.
Eu só diria que perdi o controle da minha vida. Nada estava mais em minhas mãos, ao meu alcance. Eu simplesmente tinha que esperar pelo que viesse, sem poder fazer nada. É ruim viver com o peito apertado. É ruim contar as horas do dia, implorando pra elas passarem logo. É ruim ter que esperar mais.
Estou cansada... Muito cansada. De tudo. Da vida. Das frustrações. De acreditar.
Como já cansei de dizer: Não quero conselhos. Por favor, não me dêem conselhos. Não falo da minha vida com quase mais ninguém. Justamente por que não quero parecer que estou reclamando, NÃO ESTOU RECLAMANDO, só estou pondo pra fora. Não quero que ninguém me diga o que fazer. Já me cansei de me dizerem o que fazer. Dessa vez, pelo menos dessa vez, não quero fazer nada. Quero sentar, e ver a vida passar. Quero dar fww na fita, até o ponto em que eu estou lá, feliz, realizada, cheia de coisas boas pra contar, dormindo tranquila, acordando animada, com tudo como deveria ser. Ou pelo menos como eu desejava que fosse.
terça-feira, 5 de abril de 2011
Published by Karen at 13:43
"Vai menina, fecha os olhos. Solta os cabelos. Joga a vida. Como quem não tem o que perder. Como quem não aposta. Como quem brinca somente. Vai, esquece do mundo. Molha os pés na poça. Mergulha no que te dá vontade. Que a vida não espera por você.
Abraça o que te faz sorrir. Sonha que é de graça. Não espere. Promessas, vão e vem. Planos, se desfazem. Regras, você as dita. Palavras, o vento leva. Distância, só existe pra quem quer. Sonhos, se realizam, ou não.
Os olhos se fecham um dia, pra sempre. E o que importa você sabe, menina. É o quão isso te faz sorrir. E só!"
CFA
sábado, 26 de março de 2011
Situação: sábado em casa.
Published by Karen at 23:56
Sinceramente, o grande motivo de eu ter deixado a vida de baladeira, é a falta de grana. Minha cidade também não tem lá muitas opções, mas quando se procura, sempre se acha o que fazer nos finais de semana. Tem vários barzinhos, e festinhas na casa dos amigos também são muito comuns.
Mas além da falta de dinheiro... Tem o M*. Estamos nessa situação, que não sem bem definir. Ele me liga todos os dias, me manda mil torpedos, conversamos como namorados, mas não estamos mais exatamente juntos. Falei com ele que não queria mais vê-lo até que ele resolvesse a vida dele [sim, eu ainda tenho esperança] e isso ao mesmo tempo que me mata por dentro, me dá a sensação de que é o mínimo que posso fazer por mim. Então não estamos nos vendo... Mas quando eu saio, saio com ele na cabeça, e isso me impede de progredir em qualquer outro tipo de relacionamento que possa vir a acontecer. Pelo menos nunca encontrei ninguém que despertasse meu interesse a ponto de tirar ele da cabeça. E nem sei se quero.
Aí de vez enquando saio pra beber com as amigas. É o máximo que tenho conseguido. Rimos, ficamos meio bêbadas, e isso e tudo. Quando um cara ameaça se aproximar, eu travo. Não quero conselhos, obrigada. Sei bem o que faço. EU ME ENTENDO.
Além do mais, nas últimas vezes que saí pra bagunça, minha maior vontade era estar em casa, deitada no peito do meu homem, assistindo televisão e comendo batata ruffles. Sinceramente não me interessa mais ver um monte de gente bêbada, querendo beijar qualquer boca que aparecer pela frente, sem NADA na cabeça, piriguetes dançando e dando mole pros caras, caras idiotas querendo comer as piriguetes e mais qualquer uma que tiver um buraco. E não tô falando só de lugar baixo nível não. Enfim... Não sei se estou amadurecendo, envelhecendo, ou simplesmente mudando de gosto. Só sei que se a festa não for simplesmente A FESTA, eu não vejo porquê gastar meu scarpin e meu dinheiro com isso. Sendo que volto - não da mesma maneira que fui -, mas com dor nas pernas, descabelada, suada, e quase sempre, alcoolizada, de tanta desilusão.
Agora, uma boa notícia... Me ligaram do hospital, onde deixei meu currículo. Vou fazer o teste psicológico para trabalhar lá. Se eu passar [o que eu acho muito provável], vou fazer a prova de conhecimentos gerais. Indo bem nisso tudo, acho que posso me considerar contratada, né?
Nossa, só Deus sabe o QUANTO eu quero trabalhar. E trabalhar LÁ. Vai dar pra conciliar com a faculdade a noite... Vou poder pagar minhas contas, ter meu dinheirinho... Um alívio, se quer saber.
Minha vida sentimental tá pior que novela. Vou ver se mergulho nas outras coisas importantes da minha vida, como a faculdade, e agora quizá meu novo emprego, pra ver se anda pra frente. Afinal, o que importa, é só o que importa! Né.
terça-feira, 22 de março de 2011
Published by Karen at 12:39
Outro dia, uma colega minha de faculdade, tentou suicídio.
Aí me vem na cabeça, que tipo de problema gigantesco essa pessoa pensa ter, a ponto da única solução ser essa.
Minha vida tá muito longe de ser perfeita, mas sinceramente, sinto pena de certas pessoas. Porque elas simplesmente estão tão perdidas na vida, que batem cabeça pra todo lado, procurando pra onde ir sem encontrar.
Ou mesmo pessoas que convivo, que estão com a vida dentro do buraco mais fundo, e não se dão conta da realidade. Acham que tudo está normal. Normal pra mim é outra coisa.
Eu tenho revisto muitos dos meus conceitos, muitos mesmo. A vida vai levando a gente, e é da vida que se leva, que nos tornamos quem somos. Não tenho dinheiro sobrando, não tenho uma família de comercial de margarina, minha vida sentimental tá pra lá de Bagdá, mas nem por isso eu quero morrer. Muito pelo contrário. Quero viver. Quero melhorar, quero continuar subindo de nível nesse jogo.
Monstrinhos tem por aí a toda hora. Aí a gente quica em cima da cabeça deles, e continua correndo. A diferença é que não temos 3 vidas. Temos uma só. E dessa vida temos que tirar o maior proveito possível, do melhor jeito possível, ter o máximo de amigos verdadeiros possível, ajudar quantas pessoas pudermos, abraçar e beijar quem merecer, amar e emitir coisas boas pras pessoas, o que vai refletir em nós o que é bom também.
Enfim, viver ainda vale a pena.
Tenho postado raramente aqui, mas twitto o tempo todo. Como eu disse lá no twitter, eu acho é porque é mais fácil postar alguma frase curta e descontínua, do que ter que organizar minha cabeça pra postar aqui. Verbalizar meus pensamentos tem sido estranhamente difícil. Não encontro as palavras, não consigo mais, sei lá. Então é isso.
Beijos, até qualquer dia.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Conselhos meus, pra mim mesma, e pra vocês.
Published by Karen at 01:33
Karen em uma conversa sobre amores que não deram certo com uma amiga:
"Sabe aquilo... O que tem que ser será... O que é nosso ninguém tira... É clichê, mas é verdade. E outra... Se for só alguma coisa que passou na sua vida... Que você viveu, foi legal, foi bonitinho, mas só era pra passar, e não pra ficar? (...)
Vai ficar uma boa lembrança... E logo vai ser só isso. Uma boa lembrança. Acho que com o tempo, até um grande amor que se preze, vai diminuindo até ficar tão pequenino que dá pra esconder em algum cantinho da gente que não incomode tanto."
Karen em uma conversa com outra amiga, sobre casamento:
"Deus-que-me-livre-e-guarde, mas nunca, NUNCA na minha vida eu quero ser só uma dona de casa que fica esperando o marido com a janta pronta, lavando as cuecas sujas dele na pia. Não pela janta, nem pelas cuecas. Faria isso por amor, e não acho que seja nada demais. Mas nunca quero ser SÓ ISSO.
Quero ter uma carreira, ser bem sucedida no meu trabalho, ter um bom salário pra não ter que pedir ninguém pra comprar uma bolsa, uma lingerie, pra pagar o salão! Quero ter meus assuntos pra conversar, e que isso seja muito mais do que a novela das nove, enquanto meu marido peida do meu lado no sofá, ou ronca enquanto eu conto uma fofoca da vizinha. Eu hein!
Não sou mulher de homem não ter medo de perder. Sou mulher que o homem vai ser apaixonado a vida toda. Mulher que muda o cabelo, vive cheirosa, bonita, bem vestida... Que tem lugares pra ir, e amigos que à convidam pra sair. E ser a melhor mulher do mundo, na cama, na mesa, e no banho, sem ser Amélia, sem depender de ninguém."
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Adeus ano velho...
Published by Karen at 02:56
O ano tá contando seus últimos dias. Aí é a hora que a gente para pra pensar em tudo que aconteceu durante ele.
Minha vida esse ano foi diferente de todos os anos anteriores. Eu virei uma estudante universitária, me preparando pro mercado feroz que me aguarda de boca aberta com muitas pessoas como eu, desejando a mesma coisa que eu. E que vença o melhor, é assim que funciona.
Fiz amizades daquele tipo “american pie”, pra matar aula no barzinho, na festa, encher a cara de bebida, levar tombo, morrer de rir, de chorar, beijar todos e ter amnésia alcóolica no dia seguinte pra não sofrer muito lembrando de todas as cagadas.
Fiz amizades daquelas de virar noites conversando todos os assuntos possíveis e impossíveis, reclamando dos mesmos problemas, falando da mesma pessoa pela qual somos apaixonadas, e todas as lamentações, conselhos e risadas disponíveis.
Pra mim isso é uma forma de ser feliz, das tantas formas de ser feliz que existem.
Como não só de vida mansa vivo eu, depois que me demiti do meu primeiro emprego fixo, não encontrei outro, e acabei voltando a dar aulas particulares na minha casa, o que me fez gerar até um certo tipo de auto-piedade, já que não foi lá bem uma das melhores experiências da minha vida... Mas consegui arrastar até o final do ano. (Tenho dívidas... DÍVIDAS mal comidas, que não saem de mim! Credo.)
Na faculdade, passando alguns apertos, mas graças ao meu bom Deus e seus milagres, passei sem nenhuma matéria pendente... E feliz da vida. Agora SÓ faltam 3 aninhos...
Ando muito cansada da vida, o que tem me feito ter preguiça até de sair nos últimos meses. Reduzi bastante meu número de noitadas fora. E olha que eu sempre gostei MUITO de sair, ein. E isso de ficar morgada em casa, fez meus pais muito felizes, por pouparem suas gargantas de reclamar das minhas saídas.
Fico em casa assistindo tv, vez ou outra me arrisco na cozinha, vagabundo um pouco na internet... Minhas amigas sempre vem me visitar, e ultimamente a vida tem sido isso.
Férias, verão... Tô esperando o sol abrir pra eu pegar uma piscininha no clube, enquanto a viagem de férias não chega.
O meu affair, (não sei que nome dar a esse relacionamento que tenho com meu ex-namorado que não é bem um ex, mas também não é mais meu namorado, e quem sabe se torne meu namoRIDO, ou até mesmo marido daqui um tempo, e... Depois te conto.) me telefona todo santo dia, de manhã, de tarde e de noite. Ele viajou pra Bahia pra ver a família dele, como de costume nessa época de final de ano. Me prometeu que quando voltar de lá vai resolver a vida... Foi também o prazo que eu dei, e ele topou, e veremos só o que acontece.
[Ou trepa, ou sai de cima, tá ligadis?]
Quem sabe 2011 não vai ser o ano que vai mudar pra sempre a minha vida mesmo? Façam suas apostas...
Não quero dar mais detalhes sobre isso POR ENQUANTO. Quanto tiver certeza de alguma coisa conto. Não curto muito frustrações, sabe.
Só quero aproveitar essa vibe de que temos um ano novinho em folha pra fazer certo dessa vez, começar tudo de novo, do zero... E tomar um rumo na minha vida pra valer.
Acho que não contei que minha melhor amiga tá grávida, não é? Pois é. Tenho tanta coisa pra falar sobre isso, que vou deixar pra um próximo post.
Faltam 3 dias pra 2011. Até lá!





