terça-feira, 27 de dezembro de 2011

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

O tempo passa...

E o que eu fui já não sou. A deixei pra trás com toda calma que pude, tentando pensar apenas no que aparecia à frente, distante. Não aparecia como um fantasma, pois fantasmas não vêm do futuro. Um vulto mesmo - sem contornos definidos, meio amorfo, desses que você adivinha o que é como se procurasse desenhos em nuvens.

Dali pra frente me entreguei. Não sei dizer bem ao que me entreguei ainda, mas o fiz. Queria contar uma história bonita de como tudo se resolveu e como sou feliz em consequência disso, mas a verdade é menos romântica. A verdade é deveras simples (ou deveras complicada, pensando bem): há dias em que tudo está bem, dias mais ou menos e dias péssimos. Eu ainda luto com a manticora no espelho, mas por vezes também ainda me surpreendo com a Alice me encarando de volta.

É claro que eu podia me estender por horas detalhando as variações implícitas nessas últimas frases, mas o resumo é bem claro - "não, porque nem sempre".

terça-feira, 21 de junho de 2011

I don't know what I've done
Or if
I like what I've begun
But something told me to run
And honey you know me it's all or none
There were sounds in my head
Little voices whispering
That
I should go and this should end
Oh and
I found my self listening

Cause
I dont know who I am, who I am without you
All
I know is that I should
And
I dont know if I could stand another hand upon you
All
I know is that I should
Cause (s)he will love you more then
I could
(S)he who dares to stand where
I stood

sexta-feira, 13 de maio de 2011

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Tá, eu sei que eu já disse isso, mas: am I thirteen for good?