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AMMA Psique e Negritude

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São Paulo, SP 1,143 followers

Centro de Formação, Pesquisa e Referência em Relações Raciais

About us

Pioneira no cuidado do sofrimento psíquico provocado pelo racismo, o AMMA hoje é um Centro de Pesquisa, Formação e Referência em Relações Raciais, nacionalmente reconhecido, que desenvolve estratégias em saúde, saúde mental, educação e direitos humanos. Tem por missão construir estratégias para a identificação, elaboração e desconstrução do racismo e sexismo, assim como de seus efeitos psicossociais, para promoção de relações raciais e de gênero dignas e saudáveis.

Website
http://www.ammapsique.org.br/
Industry
Think Tanks
Company size
2-10 employees
Headquarters
São Paulo, SP
Type
Government Agency
Founded
1995
Specialties
Relações Raciais and Pesquisa

Locations

Employees at AMMA Psique e Negritude

Updates

  • O racismo estrutura o trabalho no Brasil e também o sofrimento. Pessoas negras estão mais expostas à informalidade, ao assédio e à exploração. Isso não é acaso: é herança da escravidão transformada em desigualdade estrutural. A reparação passa por aqui: por políticas públicas que protejam a saúde mental de quem carrega o país nas costas. Cuidar do trabalho é cuidar da mente. 👉 Comente, compartilhe e marque uma iniciativa que faz diferença na construção de um mercado de trabalho antirracista. #escala6x1  #PontesParaOFuturo #AMMA30anos#TrabalhoEDignidade

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  • No último dia 5, celebramos três décadas. A celebração desses 30 anos marcou também uma etapa decisiva da jornada Pontes para o Futuro, processo que culminará, em 2026, no lançamento do Manifesto por uma Saúde Mental Antirracista, um projeto político construído coletivamente por pesquisadoras(es), psicólogas(os), educadoras(es), lideranças comunitárias, juventudes e movimentos sociais. Fundado por mulheres negras que ousaram afirmar, ainda nos anos 1990, que o racismo produz sofrimento psíquico e que a psicologia brasileira precisava enfrentar essa realidade, reafirmamos nesse rito de celebração a força ética, intelectual e geracional que sustenta esse projeto. Nossa matriarca cofundadora Maria Lucia da Silva, marcou que este é um momento de transição geracional da instituição, em que saberes se ampliam e ganham novos rostos. Ivani Oliveira, presidenta-eleita do Conselho Federal de Psicologia, esteve conosco abrindo os caminhos desse dia tão importante, e ressaltou a importância dessa linhagem que inaugurou horizontes e deslocou paradigmas dentro da psicologia. Ao longo do dia, atividades formativas, vivenciais e políticas reuniram especialistas e participantes para debater temas como: Saúde mental em tempos de emergência climática; Racismo, sexismo e precarização do trabalho; Primeira infância e relações raciais; Transexualidade, saúde mental e direitos; Práticas antirracistas no SUS; Currículos enegrecidos e formação em saúde. Cada grupo produziu sínteses que agora compõem a base do Manifesto, um documento que projeta um país em que o cuidado seja um direito real, estruturado a partir das lutas, saberes e experiências da população negra. Por isso, Liamar Oliveira, coordenadora-executiva do AMMA, não nos deixa esquecer que “Nosso compromisso é fazer da saúde mental um território onde a vida do povo brasileiro seja celebrada.” A celebração dos 30 anos não encerra um ciclo, mas abre um novo. Seguimos construindo. Seguimos enredando. Seguimos sonhando o que ainda não tocamos, mas que o coração e o compromisso coletivo já alcançam.

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  • Quando mulheres negras marcham, elas movem não só seus corpos, movem a história. Neste texto, o AMMA discute como a Marcha das Mulheres Negras de 2025, realizada nesta terça-feira - 25 -, em Brasília, reafirma o Bem Viver, a reparação e a saúde mental como pilares para reconstruir o Brasil que precisamos. Vem entender por que esse movimento nos aponta o futuro.

  • A palavra ecoansiedade tem circulado cada vez mais: um mal-estar às vezes difuso, misto de angústia, medo e impotência diante da destruição ambiental e do futuro incerto do planeta. Mas é preciso perguntar: de quem é esse medo? A quem pertence a imagem do futuro em colapso? Para quem, de fato, o mundo está acabando? Enfrentar esse adoecimento é mais do que tratar sintomas: é reinventar os modos de existir. Porque talvez a pergunta não seja “como evitar o fim do mundo?”, mas quantos mundos ainda podemos parir, se houver tempo, terra, justiça racial, escuta e coragem. Leia o artigo na íntegra.

  • 🎧 EP 07 no ar! Práticas Exitosas e Antirracistas no Sistema Único de Saúde Cuidar de forma antirracista é afirmar, com ações, que vidas negras importam. É garantir que pessoas negras tenham saúde, dignidade e respeito no SUS e na vida. Uma saúde com práticas antirracistas é aquela que se dedica a combater e reverter as profundas desigualdades raciais no acesso e no tratamento da população brasileira. Isso exige um compromisso coletivo, dos profissionais e instituições às políticas públicas, para que o Sistema Único de Saúde (SUS) seja verdadeiramente universal, levando em conta a diversidade e as especificidades do povo brasileiro. O AMMA Psique e Negritude, ao longo dos seus 30 anos de história, articula, forma, e produz conhecimento sobre saúde mental da população negra, ampliando o debate sobre os impactos do racismo na saúde e na subjetividade das pessoas. Nesse episódio vamos conversar sobre experiências e práticas que constroem, de perto e por dentro, práticas antirracistas dentro do SUS apontando para um futuro de cuidado mais justo, inclusivo e respeitoso com as diferenças. Com Tadeu de Paula, do Departamento de Saúde Coletiva da UFRGS, Rafaela Pacheco, da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC) e Maria Cristina Gonçalves Vicentin, do Departamento de Psicologia Social e do Trabalho do Instituto de Psicologia da USP (IPUSP). A apresentação é de Lucinha Silva, psicóloga e psicanalista e co-fundadora do AMMA. 📍 Assista agora no YouTube e ouça no Spotify https://lnkd.in/dJyXC7WW 🔔 Inscreva-se no canal para não perder os próximos episódios.

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  • 🎧 EP 06 no ar! Entre o cuidado em liberdade e as comunidades terapêuticas: Saídas possíveis para o sofrimento psíquico grave e persistente. Onde estão os manicômios hoje? Muita gente pensa que os manicômios ficaram no passado. Mas... será que é verdade? Com a Lei 10.216/2001, esse novo modelo ganhou força legal. Mas a pergunta segue atual... Eles não desapareceram. Apenas mudaram de forma. Estão nas ruas, onde muitas pessoas com sofrimento psíquico vivem sem acesso a cuidado, saúde ou moradia. Estão em comunidades terapêuticas, que, embora chamadas de “terapêuticas”, muitas vezes praticam isolamento, disciplina forçada, internações longas, violação de direitos e até violência. Estão na exclusão, na medicalização sem escuta, no abandono, no preconceito. É toda prática que nega a dignidade, o afeto e o cuidado em liberdade. Cuidar é escutar, acolher, garantir direitos.Luta antimanicomial não acabou, faça parte dessa discussão No 6º episódio, do videocast "Pontes para o Futuro" vamos aprofundar esse debate com o tema: "Entre o cuidado em liberdade e as comunidades terapêuticas: Saídas possíveis para o sofrimento psíquico grave e persistente”. Com Juliana Borges (Iniciativa Negra por uma Nova Política sobre Drogas), Tiago Braga (UERJ/ DEMC • AMMA) e Fernanda Almeida (Trabalhadora de um Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (CAPS AD). A apresentação é de Liamar Oliveira, Coordenadora Executiva do AMMA.  Um episódio essencial para repensar o cuidado em saúde mental com base em equidade, território e direitos. 📍 Assista agora no YouTube e ouça no Spotify https://lnkd.in/dgvhz9-v 🔔 Inscreva-se no canal para não perder os próximos episódios.

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  • 🌟 Presença no Festival Negritudes SP 🌟 Nossa coordenadora executiva, Liamar Oliveira, participou nesta ultima semana do Festival Negritudes SP, integrando uma oficina a convite do Valor Econômico. O encontro reúne lideranças negras de diversos setores para discutir saúde mental, liderança e estratégias de fortalecimento profissional. Liamar Oliveira compartilha a experiência do Centro AMMA Psique e Negritude, em oficina sobre saúde mental e autoestima, provocou o público a refletir sobre quem são para além do trabalho e sobre a importância do cuidado coletivo e dos momentos de descanso e alegria. “Construir saúde mental é no coletivo. Vamos fazer um convite à alegria, cavar na agenda e buscar momentos de descanso” 📰 O evento também ganhou destaque em matéria do Valor. Confira a publicação completa no link oficial: 👉 Executivas debatem liderança e saúde mental no Negritudes SP https://lnkd.in/dYbDeEiA #LiderançaNegra #SaúdeMental #FestivalNegritudes #InstitutoAMMA #ValorEconômico #Representatividade

  • 🎧 EP 05 no ar! 🏳️⚧️ Transexualidade, racismo e saúde mental - desafios para a população negra. Pessoas trans têm construído, de forma criativa, caminhos de cuidado e de reconstrução do mundo, mesmo em meio a estruturas que insistem em negar seus direitos e suas vidas. A transfobia, o racismo e LGBTfobia estruturam os modos como a sociedade trata os corpos das pessoas trans negras, e o sofrimento psíquico não é resultado de um problema individual, mas da violência coletiva institucionalizada. Falamos sobre transexualidade, racismo e saúde mental reconhecendo os desafios enfrentados, mas sobretudo valorizando os saberes, os afetos e estratégias que emergem das experiências dessa população, compreendendo que esse é um campo que, também pela ausência de políticas públicas, atravessa um importante momento de semeadura. Neste episódio do videocast Pontes para o Futuro, recebemos: Nanda Monteiro da Rede Transfeminista de Cuidados Digitais, Thiago Jerohan da Gestos - Soropositivo, Comunicação e Gênero, e Symmy Larrat Secretária Nacional de Direitos das Pessoas LGBTQIA+, do Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania. Com a apresentação de Lucinha Silva, psicóloga, psicanalista e cofundadora do AMMA Psique e Negritude, abrimos um diálogo potente sobre os desafios, práticas de cuidado e a luta por autonomia sobre nossos corpos. 📍 Assista agora no YouTube e ouça no Spotify https://lnkd.in/dsGEviYX 🔔 Inscreva-se no canal para não perder os próximos episódios.

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  • 🎧 EP 04 no ar! Direitos Sexuais e Reprodutivos: Perspectivas e Práticas de Cuidado Falar de saúde mental das mulheres é também falar de seus direitos sexuais e reprodutivos — um tema que ainda é silenciado, mas que precisa ser enfrentado com coragem, escuta e ação. Neste Epsodio o AMMA Psique e Negritude abre a discussão em um momento que, embora de amplos retrocessos no tema para as políticas públicas e no debate público, encontra um movimento de mulheres maduro e capaz de incidir. Neste episódio do videocast Pontes para o Futuro, recebemos: Cleusa Aparecida da Silva – Articulação de Organizações de Mulheres Negras (AMNB) Amnb-Articulacão Ana Paula Souza Mendes – Marcha Mundial de Mulheres Viviane Moreira – Anis | Instituto de Bioética Com a apresentação de Lucinha Silva, psicóloga, psicanalista e cofundadora do AMMA Psique e Negritude, abrimos um diálogo potente sobre os desafios, práticas de cuidado e a luta por autonomia sobre nossos corpos. 📍 Assista agora no YouTube e ouça no Spotify https://lnkd.in/eErp5fZB

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