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segunda-feira, 23 de novembro de 2015

O Concilio de Jerusalém - os Decretos

"Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma." 1 Coríntios 6:12

O concílio de Jerusalém e Os Quatro Decretos Apostólicos
por Pr. Douglas Baptista
As inúmeras conversões de gentios deflagraram uma forte controvérsia na igreja primitiva: “deveriam os gentios guardar a lei?” O primeiro concílio da igreja cristã, registrado em Atos capítulo quinze, foi realizado para decidir acerca desta questão. Os cristãos judaizantes afirmavam que cumprir a lei era imprescindível para a salvação. O apóstolo Paulo ensinava não ser necessário, pois a salvação era pela graça e não pela observância da lei.

Este ensino de Paulo, porém, não foi aceito e nem entendido por boa parte dos cristãos (At 21.21). Muitos judeus que se convertiam nessa época continuavam a observar a lei (At 21.20). Um grupo destes judeus cristãos exigiam que os gentios fossem circuncidados e que guardassem a lei de Moisés (At 15.1,5). No Concílio de Jerusalém, o apóstolo Pedro considerou esta posição judaizante um ultraje contra o próprio Deus: Agora, pois, por que tentais a Deus, pondo sobre a cerviz dos discípulos um jugo que nem nossos pais nem nós pudemos suportar?” (At 15.10).

Uma decisão precisava ser tomada afim de solucionar a controvérsia. O apóstolo Tiago, líder da igreja em Jerusalém, recomendou que os gentios convertidos não fossem molestados com estas questões judaicas (At 15.19) e apresentou parecer que agradou a todos e acalmou os ânimos mais exaltados (At 15.25-28). O parecer ficou conhecido como “decretos apostólicos” e possui quatro recomendações aos gentios convertidos. Os decretos abordam os aspectos morais e cerimoniais da lei (At 15.20).

O primeiro e o segundo parecem ter conexão intencional, “que vos abstenhais das coisas sacrificadas aos ídolos” e que vos guardeis da “prostituição”. Este entendimento se dá pelo fato que a idolatria com frequência envolvia a imoralidade. O terceiro e o quarto decreto também possuem conexão entre si. De um lado a orientação de abstinência da “carne sufocada” (carne que retém o sangue, conforme Lv 17.10-14) e de outro a recomendação para não comer “do sangue” (conforme Lv. 3.17; 7.26; 17.10; 19.26). Estes decretos podem ser identificados com um resumo da lei de Levítico capítulos 17-28 a que estavam obrigados os judeus e também os estrangeiros que viviam entre eles.

Será que estes decretos tiram a liberdade cristã em relação ao jugo dos preceitos da lei mosaica? Ou se trata apenas de uma “palavra de sabedoria” concedida pelo Espírito Santo para a solução de um problema local da igreja primitiva, entre judeus e estrangeiros? Todos concordam que os decretos contra a idolatria e a imoralidade são preceitos válidos até o dia de hoje. Mas, será de fato pecado comer carne sufocada e sangue? Os que consideram pecado argumentam que este mandamento era anterior à lei (Gn 9.3,4; 19.1-25; 34.31; 35.2-4). Os que não enxergam pecado, afirmam ser uma orientação local com o propósito de conciliar judeus e gentios convertidos.

De fato os decretos contra a idolatria e a imoralidade fazem referência ao segundo e ao sétimo mandamento do Decálogo. A chamada Lei Moral combatia a idolatria - “Não farás para ti imagens de escultura... não te encurvarás a elas nem as servirás” (Ex. 20.4,5) e ainda condenava a imoralidade - “Não adulterarás” (Ex. 20.14). Portanto, é consenso que o texto de Atos não trata de um conjunto geral de regras morais para os cristãos, pois ficaria de fora outros mandamentos, como “não tomarás o nome do Senhor em vão” (Ex. 20.7), “honra teu pai e tua mãe” (Ex. 20.12), “não matarás” (Ex. 20.13), “não furtarás “ (Ex. 20.15), “não dirás falso testemunho” (Ex. 20.16) e “não cobiçarás” (Ex. 20.17). Assim, não se pode considerar como ordenança final aos cristãos e sim como uma orientação pontual específica para que gentios e judeus convertidos pudessem conviver harmoniosamente sem causar tropeços uns nos outros (1Co 10.32).

Os decretos quanto à carne sufocada e o sangue são alvo de controvérsia contemporânea. No primeiro século estes decretos serviram para apaziguar os cristãos e em nossos dias são objeto de intenso e acalorado debate. O sangue é considerado, na Antiga Aliança, como sendo vida (Dt 12.23). O sangue de animais era requerido por Deus no pacto mosaico para fazer expiação do pecado (Lv 17.11). Deste modo, a chamada lei cerimonial exigia que os judeus valorizassem o sacrifício e não banalizassem o sangue (Lv. 17.14). Esta prática, evidentemente, não era comum entre os gentios. Por isso, essas regras eram o mínimo que se pedia dos gentios, para não escandalizarem os judeus cristãos. Segundo Moody, esse regulamento foi divulgado entre as igrejas gentias não como meio de salvação, mas como base de comunhão [1].

Para evitar os escândalos e manter a comunhão entre cristãos judeus e gentios, Paulo recomendava seguir a consciência, ou seja, comer carne sem nada perguntar (1Co 10.27-28). Mas, se alguém fosse avisado que se tratava de carne sacrificada aos ídolos deveria se abster de comer por causa da consciência do outro (1Co 10.29-30). A carta paulina sintetiza: "quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus. Portai-vos de modo que não deis escândalo nem aos judeus, nem aos gregos, nem à igreja de Deus" (1Co 10.31-32). Segundo este principio paulino, o crente que quiser abster-se de sangue e de carne sacrificada ou sufocada deve faze-lo para glória de Deus e não para se considerar superior ou mais espiritual que os outros.

Para concluir, afirmamos que idolatria e imoralidade integram os mandamentos teologicamente chamados de lei moral e permanecem em vigor (estes decretos são indiscutíveis), carne sufocada e sangue integram o que se convencionou integrar a lei cerimonial (estes são anteriores a lei e alvo de discussão atual). Os que discordam não podem comer qualquer coisa com sangue (carne "mal passada", carne ao molho pardo e “chouriço”, por exemplo). Quem entende diferente, absolve a consciência e não vê mal em comer. Porém, é consenso nas duas correntes que não se deve beber o sangue. Acerca do resultado deste concílio, Williams escreveu: “ao pesar os dois princípios, o da liberdade e o da obediência. O resultado foi o triunfo do amor” [2]. E no parecer de Paulo: "Por isso se a comida escandalizar a meu irmão, nunca mais comerei carne, para que meu irmão não se escandalize" (1Co 8.13).
Qual o seu parecer?

Texto de Douglas Roberto de Almeida Baptista
[1] Moody, D.L. Atos dos Apóstolos. Comentário Bíblico, p.75.
[2] Williams, David J. Atos. Novo Comentário Bíblico Contemporâneo, p.267
via CPADNews 

Desde o principio temos a orientação Divina: "A carne, porém, com sua vida, isto é, com seu sangue, não comereis." Gênesis 9:4

Lembremos "sempre" - Faça tudo para glória de Deus e...
"Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus." 1 Coríntios 10:31

"Todavia, quanto aos que creem dos gentios, já nós havemos escrito, e achado por bem, que nada disto observem; mas que só se guardem do que se sacrifica aos ídolos, e do sangue, e do sufocado e da fornicação.' Atos 21:25

...se vai escandalizar o teu irmão "não faça"
"Por isso, se a comida escandalizar a meu irmão, nunca mais comerei carne, para que meu irmão não se escandalize." 1 Coríntios 8:13

Leia também: 
Aqui eu Aprendi!

terça-feira, 1 de julho de 2014

A Epístola de Tiago

A Carta de Tiago é a primeira do grupo de epístolas consideradas como escritos gerais. 

Tais epístolas recebem essa designação por não serem endereçadas especificamente a qualquer grupo que possa ser identificado de imediato. 

Outra denominação dada a este grupo de escritos é “escritos católicos”, por serem cartas gerais. Essa designação nada tem a ver com o nome da Igreja Católica Apostólica Romana.

A tradição da igreja antiga nomeia como autor o irmão mais velho do Senhor, Tiago. No entanto, chama atenção que por um período relativamente longo a carta de Tiago não tenha sido reconhecida como escrito canônico, i. é, como pertencente ao conjunto dos livros do NT. É a posição de Orígenes (falecido por volta de 254 d.C.) e Eusébio (séc. IV). Este, porém, declara que a carta era lida em público na maioria das igrejas. Foi somente durante o séc. IV que ela se impôs definitivamente na igreja oriental e ocidental (Cirilo, Atanásio, Jerônimo, Agostinho). Contudo não se tem notícia de que na igreja antiga também tenha sido citada outra pessoa além de Tiago, irmão do Senhor.

A carta de Tiago é um livro prático.
Esse livro é considerado o livro de Provérbios do Novo Testamento.
Tiago é mais pregador que escritor.
É como se ele nos agarrasse pela lapela, fitasse-nos olhos e falasse conosco algo urgente. Um dos grandes problemas que a igreja estava enfrentando era colocar em prática aquilo que eles professavam. A vida estava divorciada da teologia. Esse também é o problema da igreja contemporânea. Daí, a pertinência e a urgência de estudarmos Tiago.

O tema central de Tiago é: o nascimento (1.13-19a), o crescimento (1.19b-25) e a maturidade (1.26 - 5.6) do cristão. Através das provas, pela paciência, recebemos a coroa.

A primeira ênfase de Tiago é sobre o novo nascimento (1.13-19a). Embora a velha natureza permaneça ativa (1.13-16), o Pai nos trouxe ao novo nascimento pela Sua Palavra (1.17-19a).

A segunda ênfase é sobre o crescimento espiritual (1.19b-25). Nós crescemos pelo ouvir (1.19), receber (1.21) e obedecer (1.22-25) a Palavra.

A terceira ênfase é sobre a maturidade espiritual (1.26 - 5.6).

Há três notáveis desenvolvimentos que são característicos da verdadeira maturidade cristã:
1) O controle da língua (1.26);
2) O cuidado dos necessitados (1.27a);
3) A pureza pessoal (1.27b).

Por que Tiago escreveu esta carta?
Para resolver alguns problemas:
1) Eles estavam passando por duras provações;
2) Eles estavam sendo tentados a pecar;
3) Alguns crentes estavam sendo humilhados pelos ricos, enquanto outros estavam sendo roubados pelos ricos;
4) Alguns membros da igreja estavam buscando posições de liderança;
5) Alguns crentes estavam falhando em viver o que pregavam;
6) Outros crentes estavam vivendo de forma mundana;
7) Outros não conseguiam dominar a língua;
8) Outros estavam se afastando do Senhor;
9) Havia crentes que estavam vivendo em guerra uns contra os outros.
Esses são os mesmos problemas que enfrentamos hoje.
Para Tiago, a raiz de todos esses problemas era a imaturidade cristã.
LOPES. Hernandes Dias. TIAGO Transformando provas em triunfo. Editora Hagnos. pag. 11-13.

Lembrete: há um versículo muito conhecido e citado nesta carta – Tiago 2.17: “Assim também a fé, se não tiver as obras, é morta em si mesma”.

Como em toda carta, temos:
Data: entre 45 a 49 d.C
Local onde foi escrita: Jerusalém
Remetente: Tiago
Destinatário: A Doze Tribos

A carta de Tiago difere das outras cartas do Novo Testamento pelo seu estilo, conteúdo e apresentação.


Quanto ao seu estilo, Tiago omite, quase por completo, uma discussão teológica. Suas pressuposições são ortodoxas. Seu estilo é direto e objetivo. Combate pecados e atitudes que prejudicam a vida e o testemunho dos cristãos. Apresenta o imenso valor de se viver segundo a sabedoria do alto, isto é, de acordo com a revelação de Deus.



O livro foi escrito aproximadamente entre 10 e 15 anos após a morte de Jesus. O discipulado que Jesus ordenou na Grande Comissão a seus seguidores para ensinar foi obediência a tudo que ele mesmo tinha passado para eles. Não nos surpreende descobrir que há doze nítidos paralelos entre o Sermão do Monte e Tiago (cf. Bíblia Almeida Século 21, p. 1238). Por isso, muito daquilo que vemos aqui podemos sentir as palavras de Jesus, como pano de fundo, temperando as palavras de Tiago. Mas além de ter Jesus como sua fonte, Tiago é um dos livros que mais tem referências diretas ou indiretas aos livros do Antigo Testamento. E dos 39 livros que completam o Antigo Testamento, ele faz algum tipo de referência a pelo menos 22 livros.



E quem era Tiago? Esse nome pertencia a vários personagens do Novo Testamento. O primeiro mártir da igreja foi Tiago, o irmão de João, filho de Zebedeu. Tiago, filho de Alfeu se encontra na lista dos discípulos de Jesus, mas o Tiago que se destaca era coluna da igreja de Jerusalém (Gl 2.9). Esse último Tiago foi incluído na lista dos irmãos de Jesus (Mc 6.3; Mt 13.55). Foi designado como “apóstolo” em Gálatas 1.19. O fato de o Cristo ressurreto ter aparecido a Tiago (1Co 15.7) e de Paulo argumentar em favor do seu próprio apostolado com a frase “não vi Jesus, nosso Senhor?” (1Co 9.1), talvez explique porque Tiago estava incluído nesse círculo maior (além dos Doze) de líderes que foram reconhecidos como apóstolos. No concilio de Jerusalém (49 d.C), ele teve papel importante como bispo dessa igreja (At 15.13-21), sugerindo o envio da carta recomendando quatro abstenções que os crentes gentios deveriam observar (v. 20).


Os destinatários dessa carta foram as doze tribos dispersas entre as nações. Havia colônias de judeus em muitas cidades do império, e em algumas delas havia cristãos judeus, como sabemos que era o caso em Roma. Foram os distúrbios provocados por um “Chrestos" (muito provavelmente, Cristo), segundo o historiador Suetônio, que levaram o imperador, Cláudio, a expulsar os judeus da capital no ano 48 d.C. (At 18.2).

Os destinatários eram evidentemente judeus convertidos a Cristo que, naquela época, viviam dispersos por todo o mundo conhecido.

A descrição deles como “as doze tribos dispersas entre as nações” reflete a maneira pela qual os escritores judeus falavam do Israel escatológico, uma vez que deixaram de existir as tribos do norte quando foram misturadas com o mundo gentio.
Como vemos em Atos, no episódio do Pentecostes da descida do Espírito Santo, vários judeus estavam vindo de diversas partes para Jerusalém, e esses judeus eram conhecidos como o povo da dispersão. provável também que Tiago esteja fazendo uma referência espiritual a essas pessoas. Ou seja, ele está escrevendo para o Israel de Deus que hoje é a igreja de Jesus.
Segundo Josefo, Tiago foi martirizado (apedrejado) no ano 62 d.C. Nesse caso, a data de origem dessa carta teria que ser anterior. Pelas condições refletidas na carta, podemos identificar as regiões costeiras da Palestina e Síria, (em 5.7, há uma referência às chuvas do outono e da primavera, características daquela região) e dos que viviam luxuosamente da terra (5.5), latifundiários, frequentemente ausentes. Por isso, não devemos estar longe da verdade se atribuirmos essa carta a Tiago, irmão de Jesus e líder da igreja de Jerusalém.
Como Tiago não toca na controvérsia que os judaizantes provocaram e que desembocou no Concilio de Jerusalém (49 d.C), podemos sugerir a data de 45-47 d.C.  (cf. Douglas Moo, Tiago, Edições Vida Nova, 1990).

Sobre a Autoria
O autor identifica-se somente como “Tiago, servo de Deus e do Senhor Jesus Cristo” (1.1). Havia vários homens importantes no Novo Testamento que se chamavam Tiago. No entanto, há uma forte evidência, defendida por muitos estudiosos da Bíblia, de que o autor era o líder da igreja em Jerusalém (At 15.13). Paulo se refere a ele como “Tiago, irmão do Senhor” e o inclui entre os “apóstolos” (Gl 1.19). Em Gálatas 2.9, ele caracteriza Tiago como um dos “pilares” da Igreja.
Este Tiago é mencionado duas vezes nos evangelhos (Mt 13.55; Mc 6.3). Nas duas passagens ele é identificado como um dos irmãos de Jesus. Ele somente se tornou um seguidor do nosso Senhor após a Ressurreição. Ele estava entre os discípulos primitivos que, no cenáculo, esperavam pela descida do Espírito Santo e “perseveravam unanimemente em oração e súplica” (At 1.14).
A habilidade e fé de Tiago logo o colocaram num lugar de proeminência entre os cristãos primitivos. Quando Pedro deixou a Palestina (At 12.17), tudo indica que Tiago assumiu a liderança da igreja de Jerusalém. Três anos após a conversão de Paulo, ele visitou os líderes de Jerusalém e lá viu “Tiago, irmão do Senhor” (Gl 1.19). Em Atos 15, na assembléia que discutia a admissão dos gentios na Igreja, Tiago era o ministro que presidia a reunião. Na mesma visita a Jerusalém, “Tiago, Cefas e João” estenderam a destra da comunhão a Paulo e Barnabé (Gl 2.9). Na sua última visita a Jerusalém, quando Paulo apresentou seu relatório, “Tiago, e todos os anciãos vieram ali” (At 21.18).
De um homem nessa posição de responsabilidade e autoridade haveríamos de esperar uma carta pastoral de conselhos práticos concernentes a questões que afetavam a vida espiritual da Igreja. E isso que encontramos nesta epístola.

Sobre o Autor (Tiago 1.1)
As cartas no primeiro século geralmente iniciavam com o nome do autor, seguido pelo nome do receptor e uma fórmula de saudação na mesma ordem que aparecem nesta carta. O autor identificou-se simplesmente como Tiago. Provavelmente, nenhuma outra explicação era necessária para os cristãos daquela época. Eles logo compreendiam tratar-se de Tiago de Jerusalém, o reconhecido líder da Igreja. (Veja “Autoria”).

As Credenciais do Autor
Com um verdadeiro espírito cristão, Tiago apresentou-se aos seus leitores, não como o líder da Igreja, mas como servo de Deus e do Senhor Jesus Cristo. O termo servo (doulos) é literalmente um servo cativo ou escravo. O termo escravo era entendido quando usado em relação ao homem. No entanto, quando esse termo era usado em relação a Deus, os leitores judeus compreendiam tratar-se de um adorador.

Às vezes trata-se de maneira negativa o fato de Cristo ter sido mencionado somente três vezes nesta epístola (1.1; 2.1; 5.8). Pode-se supor que a razão não era um desinteresse por parte de Tiago, mas sim que os leitores cristãos conheciam o fundamento da sua mensagem. Em todo caso, há uma evidente declaração da suprema lealdade cristã na frase de abertura do apóstolo. Servo de Deus era uma frase comum do Antigo Testamento. Tiago acrescenta a ela a dimensão distintamente neotestamentária — um adorador do Senhor Jesus Cristo. O autor desta carta é um homem que serve a Deus e aceita a divindade de Jesus. (A. F. Harper. Comentário Bíblico Beacon. Editora CPAD. Vol. 10.)


Curiosidade
Data
A carta de Tiago já recebeu diversas propostas de datação. Esta tem sido determinada por alguns especialistas como tendo sido escrita em 45 ou 62 d.C. Os argumentos orbitam da seguinte forma para se deduzir que foi escrita em um desses períodos. Conforme Josefo, o martírio de Tiago ocorreu em 62 d.C., portanto, ele teve de escrever antes desse período sua carta. A epístola não faz menção sobre a controvérsia de judeus e cristãos entre os anos 50 e 60. Como relata o livro de Atos, Tiago foi chamado "moderador" do Concilio de Jerusalém, evento que provavelmente teria sido realizado no ano de 50 d.C. e que discutiu a chegada de gentios no seio da igreja cristã. E há estudiosos que entendem que como a Carta de Tiago não cita o Apostolo Paulo, é provável que Tiago escreveu sua Carta antes de Paulo ter sido considerado um obreiro de destaque.  (Alexandre Coelho e Silas Daniel. Fé e Obras, Ensinos de Tiago para uma Vida Cristã Autêntica. Editora CPAD)

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Quem era TIAGO

Jesus teve irmãos? sim!

Jesus teve Família? sim!

Quem era Tiago, o Menor?
Era Filho de José e Maria; irmão "carnal" de Jesus
(e Presidente do Concílio de Jerusalém)

Em primeiro lugar, é preciso destacar o fato de que há, em o Novo Testamento, a menção de quatro pessoas com o nome de Tiago: 
  • Tiago, irmão de Judas, não o Iscariotes, (Lc 6.16); 
  • Tiago, filho de Zebedeu e irmão de João (Mt 4.21; 10.2; Mc 1.19, 10.35; Lc 5.10; 6.14; At. 1.13; 12.2); 
  • Tiago, filho de Alfeu, um dos doze discípulos (Mt 10.3; Mc 3.18; Lc 6.15; At 1.13),  mas que, provavelmente tenha sido irmão de Mateus, já que em Marcos 2.14 Mateus, que também era chamado de Levi, era filho de Alfeu; e
  • Tiago, o autor da epístola, que era filho de José e Maria (Mt 13.55; Mc 6.3)
Em tempo: Paulo destaca Tiago, irmão do Senhor, como apóstolo (Gl 1.19), um homem que era considerado um dos pilares da igreja.

TIAGO, O MENOR
Há um interessante texto do Presbítero Sandoval Juliano que nos revela:
A Igreja Católica tem sido insistente em ensinar que o autor da Epístola que leva o nome de "Tiago" é o Tiago filho de Alfeu e, segundo ela, esse Tiago era primo de Jesus. Não é verdade e os teólogos católicos sabem disto. Afirmam que era primo porque querem sustentar o falso dogma da eterna virgindade de Maria.

Jesus teve 04 irmãos e algumas irmãs. Dentre eles havia um chamado Tiago e que foi apelidado de "Tiago, o menor" - compare Mt 13:55, com Mt 27:56. Este era chamado de "o menor" por ser mais novo que o outro Tiago, o filho de Zebedeu e irmão de João. Este, sim, era primo de Jesus, uma vez que Salomé, sua mãe, era irmã de Maria, mãe de Jesus - Compare Jo 19:25, com Mc 15:40.

O que sabemos sobre o Tiago, irmão de Jesus:
TIAGO, IRMÃO DE JESUS - Existem várias referências bíblicas que afirmam que Jesus teve um irmão carnal chamado Tiago. Leia as seguintes: Mt 13:55; Mc 6:3; Gl 1:19.
Existem outros textos bíblicos que distinguem os irmãos de Jesus dos discípulos - Jo 2:12 ; Jo 7:5; At 1:14.

"Depois disto desceu a Cafarnaum, ele (Jesus), e sua mãe, e seus irmãos, e seus discípulos; e ficaram ali não muitos dias."  João 2:12

Eusébio de Cesaréia, que viveu entre 265 e 339 d. C. e que foi considerado o Pai da História da Igreja Primitiva, faz referência a ele como "Tiago, o Justo, irmão de Jesus, o chefe da igreja cristã primitiva em Jerusalém"Em Atos dos Apóstolos Tiago aparece como sendo um dos principais líderes da Igreja em Jerusalém - At 15:13. Paulo reconhece essa liderança de Tiago - Gl 2:9. Nesta época o Tiago, filho de Zebedeu já havia morrido.

Flávio Josefo em sua obra "Antiguidades Judaicas", narra que um certo Tiago tomou para si o encargo de dirigir a Igreja de  Jerusalém após a partida de Pedro e que participou ativamente do primeiro Concílio da Igreja (confirmando Atos 15), que tratava da questão da circuncisão e da pregação do Evangelho para os gentios, evento este que teria ocorrido por volta de 54 d.C.. De fato, tal tradição é reconhecida e confirmada por Eusébio de Cesaréia, que narra ter sido este apóstolo o líder da comunidade cristã daquele local por cerca de dezoito anos .

No seu Livro Vigésimo, capítulo 8, Flávio Josefo fala do evento da morte de Tiago com as seguintes palavras: "Anano, grão-sacrificador (Sumo-sacerdote)... aproveitou o tempo da morte de Festo, e Albino ainda não tinha chegado, para reunir um conselho, diante do qual fez comparecer Tiago, irmão de Jesus, chamado Cristo..."

Temos, portanto, referências bíblicas e referências históricas que confirmam que Tiago era, irmão de sangue, de Jesus Cristo.

Bem, a Igreja Católica ensina que na tradução para o Português utilizaram a palavra "irmão" em substituição à palavra "primo". É outra mentira que temos como refutar tranquilamente. 

No site www.cacp.org.br/catolicismo/ encontramos o seguinte comentário sobre este assunto: "Em Mt 12:47, na Bíblia católica, versão dos “Monges Maredsous”, o tradutor teceu o seguinte comentário sobre os “irmãos” de Jesus no rodapé da página: “Irmãos: na língua hebraica esta palavra pode significar também ‘parentes próximos’ ou ‘primos’, como neste caso. Exemplo: Abraão, tio de Ló, chama-o com a designação de irmão - Gn 11:27; Gn 13:8.”

Outro estudioso católico afirma: “Assim sendo, é possível que por detrás dos ‘irmãos’ e ‘irmãs’ de Jesus estejam seus ‘primos’ ou ‘parentes’.

Refutação bíblica: Não existe um só caso na Bíblia, e principalmente no Novo Testamento, em que a palavra grega adelphós (irmão) é traduzida por primo ou parente.


O Apóstolo Paulo sabia perfeitamente usar a palavra correta para primo (anepsiós) e parente (sungenes) em suas epístolas. Não havia motivo de confusão! 
“Saúda-vos Aris­tarco, meu companheiro de prisão, e Marcos, o sobrinho de Barnabé...” - Cl 4:10. -  “Saudai a Herodião, meu parente” - Rm 16:11.

Caso a tese católica estivesse correta, o apóstolo poderia muito bem ter usado a expressão hoi anepsiós Kyriou (primos do Senhor), e não adelphói tou Kyriou (irmãos do Senhor), até porque os irmãos de Jesus estavam vivos quando o apóstolo escreveu as duas epístolas. Argumentos ­contraproducentes

Diante do exposto, a única consideração plausível a que podemos chegar é que os “irmãos” de Jesus eram realmente seus irmãos legítimos. É justamente esse o sentido do termo adelphós no Novo Testamento. 


O escritor do site acima citado ainda nos lembra outro detalhe importante: "Outro fator que corrobora com a interpretação acima é o fato de Lucas ter usado a expressão grega Prototokos, que significa “Primogênito”, em relação ao nascimento de Cristo: “e teve a seu filho primogênito...” - Lc 2:7 

Se Lucas quisesse dizer que Jesus foi o único filho de Maria, teria usado, de modo inequívoco, a expressão monogenes (unigênito, em português) que significa “[filho] único gerado”, como acontece em Jo 3:16. Mas não, ele usou, de modo consciente, o termo certo: “primogênito”, indicando que Jesus foi apenas o “primeiro” filho de Maria, e não o “único”. 

Se Jesus tivesse sido o único filho de Maria, os evangelistas mostrariam isso, de modo explícito, em seus escritos. Mas não é isso que constatamos no Novo Testamento".

Portanto, Tiago o autor da "Epístola de Tiago" é o irmão de Jesus. Ou seja, Maria não permaneceu virgem, como os católicos querem nos empurrar goela a baixo. Ela teve a Jesus e a mais 4 filhos. (Em Cristo, Ev. Sandoval Juliano).


Diante do exposto, a única consideração plausível a que podemos chegar é que os “irmãos” de Jesus eram realmente seus irmãos legítimos. É justamente esse o sentido do termo adelphós no Novo Testamento. Apesar de todo o esforço empregado pelos católicos para defender a virgindade perpétua de Maria, seus argumentos são totalmente contraproducentes. 
O Salmo 69 é um texto profético com força suficiente para desmantelar o arcabouço erigido pelas artimanhas teológicas católicas. Qualquer exegeta que ler esse salmo terá de admitir que se trata de um salmo messiânico, ou seja, um salmo que fala sobre o ministério e a vida de Jesus, o Messias. No verso 8, o autor descreve perfeitamente a família de Jesus sem deixar dúvidas quanto à legitimidade carnal de parentesco entre eles. Vejamos: “Tornei-me como um estranho para os meus irmãos, e um desconhecido para os filhos de minha mãe”.

Quando, então, comparado com alguns textos do Novo Testamento, João 7.3-8 por exemplo, o Salmo 69 torna-se um argumento esmagador contra a teoria católica. “Disseram-lhe, então, seus irmãos: Retira-te daqui e vai para a Judéia, para que também os teus discípulos vejam as obras que fazes. Porque ninguém faz coisa alguma em oculto, quando procura ser conhecido. Já que fazes estas coisas, manifesta-te ao mundo. Pois nem seus irmãos criam nele. Disse-lhes, então, Jesus: Ainda não é chegado o meu tempo; mas o vosso tempo sempre está presente. O mundo não vos pode odiar; mas ele me odeia a mim, porquanto dele testifico que as suas obras são más. Subi vós à festa; eu não subo ainda a esta festa, porque ainda não é chegado o meu tempo”.

Fontes consultadas:
www.cacp.org.br/catolicismo/  www.cacp.org.br/jesus-teve-irmaos/ 
ICP - Instituto Cristão de Pesquisa-por Paulo Cristiano - Jesus teve irmãos
Livro "História dos Hebreus" - de Flávio Josefo
"Manual Bíblico" - de H. H. Halley
História Eclesiástica. Eusébio de Cesaréia - CPAD
Manual popular de dúvidas, enigmas e ­“contradições” da ­Bíblia. Norman Geisler & Thomas Howe. Mundo Cristão.
Aqui eu Aprendi!

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Concilio - A Carta de Jerusalém - parte 3

A CARTA DE JERUSALÉM


leia mais do Estudo:

Encerrados os debatesdecidem os apóstolos enviar uma “carta” às igrejas de Antioquia, Síria e Cilícia, por intermédio de Paulo, Barnabé, Judas e Silas, expondo as resoluções tomadas no Concílio de Jerusalém. Atos 15:23-29 apresenta o teor da carta.

Em resumo, nesse Concílio, que não foi decisão humana, mas decisão dirigida pelo Espírito Santo (At.15:28), estabeleceu-se, para que não houvesse mais dúvidas: que a salvação é pela graça; que os gentios deveriam, tão somente, abster das coisas sacrificadas aos ídolos, do sangue, da carne sufocada e da fornicação (At.15:29), não se devendo, pois, cumprir a lei judaica, nem mesmo a guarda do sábado.

1. Da salvação pela graça -”Mas cremos que seremos salvos pela graça do Senhor Jesus Cristo, como eles também”(At 15:11). A questão essencial da conferencia de Jerusalém era se a circuncisão e a obediência à lei de Moisés eram necessárias à salvação em Cristo. Os representantes que se reuniram ali chegaram à conclusão de que os gentios eram salvos pela graça do Senhor Jesus, que lhes perdoara os pecados e deles fizera novas criaturas. A graça é concedida à pessoa que se arrepende do pecado e crê em Cristo como Senhor e Salvador(At 2:38,39). Essa receptividade à graça de Deus capacita a pessoa a receber o poder de tornar-se filho de Deus(João 1:12).

2. Da comida sacrificada aos ídolos. Se os cristãos gentios continuassem consumindo os alimentos oferecidos a ídolos, seus irmãos judeus poderiam questionar se, de fato, os convertidos haviam abandonado a idolatria. Apesar de terem liberdade de consumi-los, seria errado os cristãos gentios lançarem mão dela, pois poderiam tornar-se pedra de tropeço para os irmãos judeus mais fracos. Essa matéria foi aprofundada posteriormente por Paulo (Rm 14:13-16; 1Co 8:7-15; 10:23-33).

3. Da ingestão de sangue e de carne sufocada. A abstenção de sangue e da carne sufocada está na lei de Moisés(Lv 3:17; Dt 12:26,23-25).
Essa proibição faz parte da aliança de Deus com Noé após o dilúvio(Gn 9:4,5). Assim, é uma ordem que vigora para toda a raça humana, e não apenas para a nação de Israel. Uma vez que a aliança com Noé não foi ab-rogada, consideramos que suas prescrições continuam em vigor nos dias de hoje.
É bom ressaltar, à luz da Bíblia Sagrada, que a abstenção desses elementos não implica em proibir a transfusão de sangue, tão defendida pela seita “Os testemunhas de Jeová”. Primeiro, porque o sangue dessa passagem é de o animal, e não de o ser humano. Em segundo lugar, porque nenhum preceito bíblico é nocivo à vida. Essa crença “dos testemunhos de Jeová” é condenada por Jesus (cf Mt 12:3-7).

4. Das relações sexuais ilícitas. Tendo em vista este ser o pecado principal dos gentios, era essencial que fosse incluído entre as questões mencionadas. Nenhuma passagem da Bíblia revoga a ordem de abstenção das relações sexuais ilícitas. Trata-se de uma prescrição em vigor para todas as gerações.

5. Uma questão de consciência. A expressão “destas coisas fazeis bem se vos guardardes”(At 15:29) parece mais uma recomendação. Essas regras eram o mínimo que se pedia dos gentios, para não escandalizarem os judeus cristãos. Porém, mais por amor a eles, do que um meio de salvação. Com relação à salvação não haveria mais o que discutir: somos salvos “pela graça do Senhor Jesus Cristo”(At 15:11).


A Bíblia é claríssima ao mostrar que as obras da lei são incapazes de salvar o ser humano e que ele é justificado pela fé, sem as obras da lei (Rm 3:28). Na medida em que exigimos a observância da lei para a salvação do homem, estamos a dizer que o sacrifício de Jesus é insuficiente para que o homem seja salvo. Quem escolher a lei como requisito para a sua salvação, estará assinando a sua própria sentença de morte espiritual, pois “todos aqueles, pois, que são das obras da lei estão debaixo da maldição; porque escrito está: Maldito todo aquele que não permanecer em todas as coisas que estão escritas no livro da lei, para fazê-las.” (Gl 3:10). Por isso, o que a Bíblia nos ensina é que todo aquele que escolher a lei como veículo de salvação, estará irremediavelmente perdido, pois escolheu para si próprio a maldição.

As decisões da Igreja não devem ser tomadas pelo homem apenas; este deve buscar a direção do Espírito, mediante oração e jejum e a fidelidade à Palavra de Deus até que a vontade divina seja claramente discernida (cf At 13:2-4). A igreja, para ser realmente a igreja de Cristo, deve ouvir o que o Espírito Santo diz às igrejas locais (cf Ap 2:7). No Concílio de Jerusalém, os apóstolos (Pedro, Barnabé, Paulo e Tiago), os presbitérios e toda a igreja, sob a direção do Espírito Santo, chegaram a uma decisão unânime (At 15:22,28). Assim, a unidade do evangelho preservou a unidade da Igreja.
O evangelho dos apóstolos de Cristo é o evangelho da livre graça de Deus, de seu amor imerecido pelos pecadores, na morte de seu Filho, em nosso lugar. Além disso, é o evangelho da graça suficiente de Deus. Ele não pode ser considerado como um complemento de nenhuma outra coisa (por exemplo, o judaísmo) ou como algo que precisa ser complementado por alguma outra coisa (por exemplo, a circuncisão). Para os judaizantes, a fé em Jesus não era suficiente; a circuncisão e as obras da lei tinham de ser acrescentadas. Hoje, as pessoas tentam acrescentar outro tipo de obras, talvez filantropia ou observâncias religiosas, ou alguma experiência ou cerimônia especial. Em cada caso é um evangelho de “Jesus mais…”, que deprecia o valor de sua obra. Precisamos repetir as palavras de Pedro: “Cremos que fomos salvos pela graça do Senhor Jesus, como também aqueles o foram”(Atos 15:11). Nós e eles, judeus e gentios, somos salvos da mesma forma, através do único evangelho apostólico da graça de Deus” (John Stott).




AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO - Subsídio Bibliográfico
"A decisão do ESPÍRITO SANTO Na verdade pareceu bem ao ESPÍRITO SANTO, e a nós, não vos impor mais encargo algum, senão estas coisas necessárias: que vos abstenhais das coisas sacrificadas aos ídolos, e do sangue, e da carne sufocada, e da fornicação [relações sexuais ilícitas - ARA]; das quais coisas fazeis bem se vos guardares" (At 15.28,29). A expressão 'pareceu bem ao ESPÍRITO SANTO' significa: O ESPÍRITO SANTO, na sua atuação entre os gentios, já testemunhara que estes foram libertos do jugo da Lei mosaica (At 10.44-48). O ESPÍRITO SANTO, cuja orientação foi prometida aos apóstolos e outros líderes [e à Igreja], já testemunhara ao coração deles que os gentios deviam ser livres do fardo (Mt 18.20;Jo 16.13). [Ou seja] Os gentios foram isentos da obrigação de observar os costumes judaicos. [...] Estes convertidos já possuíam a vida e a liberdade espiritual. Por que enterrar esta vida com formulários mortos?"
(PEARLMAN, Myer. Atos. E a Igreja se Fez Missões. 1. ed. RJ: CPAD, 1995, pp.169-70).

....ouça o que o Espirito diz ás Igrejas!



Fonte: Bíblia de Estudo Pentecostal, Bíblia Defesa da Fé;
Lições Bíblicas 1º Trimestre 2011-CPAD, Atos dos Apóstolos – Até aos confins da terra;
Atos - O padrão para a Igreja da Última Hora - Pr. Ezequias Soares - 3º Trimestre de 1996-Lição 13
William Macdonald – Comentário Bíblico popular (Novo Testamento)
John Stott – A mensagem de ATOS (Até os confins da Terra)
Revista Ensinador Cristão – nº 45.
Jovens e Adultos - Lições do 3º Trimestre trimestre de 2000
Aqui eu Aprendi!
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