Impressões, flashs imagéticos...impressões digitais. Obra do DJ e produtor portuense de música electrónica, João Santos, "TAM" é um disco cheio por 20 minutos de ternas experiências, serenas deambulações, sonâmbulas ilusões; apenas quatro. Sobre a tela, cada uma a seu tempo, discorre primeiro uma electrónica minimal, induzida pela introdução repetida de "Song" - era uma vez ; depois, uma electrónica marcadamente ambiental, cinemática, feita de imagens fortes, aqui e ali pululantes - como o piano no excelente "Document"; uma electrónica triste, lânguida, segue-se em "That's OK"; por fim, o clímax da narrativa, com uma electrónica de paisagens mais dispersas, desperta em "Send", quando finalmente um leve batida vem ajudar o dia a nascer, os sopros a viver e a história a terminar - o fim . No seu todo, "TAM", é um disco bastante coe...
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