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quarta-feira, 20 de março de 2013
III ENBECO
Não vou poder ir a Vitória, mas o encontro deve ser bacana, cheio de gente interessante. O cartaz (clique para aumentar) está aí embaixo; mais informações com os incansáveis Shikida e Cristiano.
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
Drunkeynesian Awards 2012
A exemplo do ano passado, uma lista de coisas aleatórias que me chamaram a atenção durante o ano (durante os últimos dias, na verdade - viva o viés de disponibilidade):
- Melhor hedge fund: São Paulo Futebol Clube, que, dizem as fontes, ganhou R$10 milhões só com a oscilação do câmbio euro / real após fechar a venda do Lucas para o PSG.
- Livro mais presciente sobre o pós-crise (até agora): Capitalism 4.0, do colunista da Reuters Anatole Kaletsky. Quando li, a linha de achar que "problema adiado é problema resolvido" parecia delirante, mas o comportamento dos mercados na Europa este ano confirmou-a com todas as letras.
- Ideias mais interessantes sobre mercados: Christopher Cole, aproveitando um ano em que o Hugh Hendry andou meio quieto.
- Melhor investimento, categoria macro: ativos da Grécia, pasmem. Os juros dos títulos de dez anos caíram 2400 p.b. desde o início do ano, a bolsa subiu mais de 30%... Esse negócio de arrancar dinheiro do mercado financeiro é difícil pra caramba.
- Melhor investimento, categoria large caps: ações do Bank of America, preço mais do que dobrou em 2012. No geral, ações de bancos no mundo desenvolvido foram um ótimo negócio, cortesia das molezas proporcionadas pelos bancos centrais.
- Pior case do mercado de ações brasileiro: disputa dura entre as companhias elétricas (Eletrobras vai terminar o ano tendo perdido mais de 60% do valor de mercado) e as empresas do grupo X. Mas...
(a propósito, o Ibovespa teve, em dólares, o pior desempenho do ano entre os principais índices de ações do mundo. Onde mesmo era a crise?)
- Troféu Torre de Babel: ações da Apple, que ameaçaram subir até o céu (mas já caíram 26% desde a máxima, em setembro). Ao preço atual, confirma a regra de bolso que diz que poucas companhias aguentam muito tempo com valor de mercado acima de US$500 bilhões.
- Paper econômico mais pertinente (dos poucos que li): The dog and the frisbee, do diretor do Banco da Inglaterra Andrew Haldane, defendendo que um mundo ultracomplexo requer modelos de regulação bancária muito mais simples do que os protocolos da Basiléia. Leva também a ideia econômica do ano, ainda que 2012 foi mesmo o ano em que a que eu tinha mencionado ano passado (metas para o PIB nominal) pegou pra valer.
- Melhor twitter, categoria Lucy in the Sky With Diamonds: @stanleyburburin, claro, com teorias que fazem as do Nassif e do PHA parecerem versões atualizadas dos encadeamentos lógicos do Bertrand Russell.
- Melhor twitter, de verdade: @mkarl, porque um baixista-vascaíno-libertário-de-Petrópolis-morando-nos-confins-da-Alemanha só pode ser engraçado e pertinente.
- Melhor blog novo estrangeiro: Behavioral Macro. Posts não muito frequentes, mas sempre uma aula de como se aplica economia na prática dos mercados.
- Melhor blog novo brasileiro: Apogeo - ainda que mais professoral do que gosto de acompanhar, tem feito um grande trabalho de educação do investidor médio.
- Melhor site de comics: Vida e Obra de Mim Mesmo. xkcd é hors concours, claro (ainda que eu não entenda uns 30% das piadas).
- Foto do ano: era essa, de um urso sendo resgatado no Colorado:
... até que ontem alguém postou isso no twitter (o grande Carlos Valderrama lavando a própria estátua em Santa Marta, Colômbia):
- Melhor factóide: companheira Rose viajando com mala de dinheiro (apenas 25 milhões de euros) em voo diplomático para depositar em bancos de Portugal.
- Troféu Chora The Economist: Silvio Berlusconi, que, após ter anunciado aposentadoria da política, mudou de ideia e deve tentar voltar ao poder na Itália em 2013.
- Maior Lusófono de Todos os Tempos (que, por definição, é melhor que o Maior Brasileiro de Todos os Tempos): Miguel Marujo, por atualizar diariamente e com zelo impecável o E Deus Criou a Mulher.
- Melhor série de TV: a dinamarquesa Borgen (na verdade foi a única recente que vi - só neste ano perdi o preconceito com séries, ao começar a ver The Wire com dez anos de atraso).
- Descoberta musical do ano: a genialidade do Raça Negra, após ouvir as versões hipster.
- Melhor ano para a história da música popular: 1942, após constatar que foi quando nasceram Gilberto Gil, Caetano Veloso, Paulinho da Viola, Jimi Hendrix, Tim Maia, Jorge Ben, Paul McCartney, Isaac Hayes, Lou Reed, Curtis Mayfield, John McLaughlin, Milton Nascimento, Nara Leão, Clara Nunes...
- Troféu Puskas do Mundo Bizarro: Diego Souza, por motivos óbvios. A nação corinthiana agradece.
- Anti-herói do ano: o cidadão do Qatar Emerson Sheik, claro.
- Melhor prova irrefutável de que o Brasil deu certo: Monica Bellucci anunciando mudança para o Rio.
Espero que tenham se divertido lendo isso metade do que eu me diverti escrevendo. Bom final de semana do não-final do mundo (ainda volto por aqui semana que vem).
P.S. Não podia deixar de mencionar o Troféu Homem de Visão (obrigado pela lembrança, Samer) para o craque Zé Love, que esnobou o Milan, seguiu jogando no lanterna do campeonato italiano (1 gol marcado pelo clube até agora) e, dizem as más línguas, vai parar no Vasco (chora, Magno Karl).
- Melhor hedge fund: São Paulo Futebol Clube, que, dizem as fontes, ganhou R$10 milhões só com a oscilação do câmbio euro / real após fechar a venda do Lucas para o PSG.
- Livro mais presciente sobre o pós-crise (até agora): Capitalism 4.0, do colunista da Reuters Anatole Kaletsky. Quando li, a linha de achar que "problema adiado é problema resolvido" parecia delirante, mas o comportamento dos mercados na Europa este ano confirmou-a com todas as letras.
- Ideias mais interessantes sobre mercados: Christopher Cole, aproveitando um ano em que o Hugh Hendry andou meio quieto.
- Melhor investimento, categoria macro: ativos da Grécia, pasmem. Os juros dos títulos de dez anos caíram 2400 p.b. desde o início do ano, a bolsa subiu mais de 30%... Esse negócio de arrancar dinheiro do mercado financeiro é difícil pra caramba.
- Melhor investimento, categoria large caps: ações do Bank of America, preço mais do que dobrou em 2012. No geral, ações de bancos no mundo desenvolvido foram um ótimo negócio, cortesia das molezas proporcionadas pelos bancos centrais.
- Pior case do mercado de ações brasileiro: disputa dura entre as companhias elétricas (Eletrobras vai terminar o ano tendo perdido mais de 60% do valor de mercado) e as empresas do grupo X. Mas...
um recado para quem ta shorteando (esta vendido) de ogx, You´re wrong! don´t ever short an x company! oil is pumping e o time eh do caralho.
— Thor Batista Oficial (@Thor631) April 25, 2012
(a propósito, o Ibovespa teve, em dólares, o pior desempenho do ano entre os principais índices de ações do mundo. Onde mesmo era a crise?)
- Troféu Torre de Babel: ações da Apple, que ameaçaram subir até o céu (mas já caíram 26% desde a máxima, em setembro). Ao preço atual, confirma a regra de bolso que diz que poucas companhias aguentam muito tempo com valor de mercado acima de US$500 bilhões.
- Paper econômico mais pertinente (dos poucos que li): The dog and the frisbee, do diretor do Banco da Inglaterra Andrew Haldane, defendendo que um mundo ultracomplexo requer modelos de regulação bancária muito mais simples do que os protocolos da Basiléia. Leva também a ideia econômica do ano, ainda que 2012 foi mesmo o ano em que a que eu tinha mencionado ano passado (metas para o PIB nominal) pegou pra valer.
- Melhor twitter, categoria Lucy in the Sky With Diamonds: @stanleyburburin, claro, com teorias que fazem as do Nassif e do PHA parecerem versões atualizadas dos encadeamentos lógicos do Bertrand Russell.
- Melhor twitter, de verdade: @mkarl, porque um baixista-vascaíno-libertário-de-Petrópolis-morando-nos-confins-da-Alemanha só pode ser engraçado e pertinente.
- Melhor blog novo estrangeiro: Behavioral Macro. Posts não muito frequentes, mas sempre uma aula de como se aplica economia na prática dos mercados.
- Melhor blog novo brasileiro: Apogeo - ainda que mais professoral do que gosto de acompanhar, tem feito um grande trabalho de educação do investidor médio.
- Melhor site de comics: Vida e Obra de Mim Mesmo. xkcd é hors concours, claro (ainda que eu não entenda uns 30% das piadas).
- Foto do ano: era essa, de um urso sendo resgatado no Colorado:
... até que ontem alguém postou isso no twitter (o grande Carlos Valderrama lavando a própria estátua em Santa Marta, Colômbia):
- Melhor factóide: companheira Rose viajando com mala de dinheiro (apenas 25 milhões de euros) em voo diplomático para depositar em bancos de Portugal.
- Troféu Chora The Economist: Silvio Berlusconi, que, após ter anunciado aposentadoria da política, mudou de ideia e deve tentar voltar ao poder na Itália em 2013.
- Maior Lusófono de Todos os Tempos (que, por definição, é melhor que o Maior Brasileiro de Todos os Tempos): Miguel Marujo, por atualizar diariamente e com zelo impecável o E Deus Criou a Mulher.
- Melhor série de TV: a dinamarquesa Borgen (na verdade foi a única recente que vi - só neste ano perdi o preconceito com séries, ao começar a ver The Wire com dez anos de atraso).
- Descoberta musical do ano: a genialidade do Raça Negra, após ouvir as versões hipster.
- Melhor ano para a história da música popular: 1942, após constatar que foi quando nasceram Gilberto Gil, Caetano Veloso, Paulinho da Viola, Jimi Hendrix, Tim Maia, Jorge Ben, Paul McCartney, Isaac Hayes, Lou Reed, Curtis Mayfield, John McLaughlin, Milton Nascimento, Nara Leão, Clara Nunes...
- Troféu Puskas do Mundo Bizarro: Diego Souza, por motivos óbvios. A nação corinthiana agradece.
- Anti-herói do ano: o cidadão do Qatar Emerson Sheik, claro.
- Melhor prova irrefutável de que o Brasil deu certo: Monica Bellucci anunciando mudança para o Rio.
Espero que tenham se divertido lendo isso metade do que eu me diverti escrevendo. Bom final de semana do não-final do mundo (ainda volto por aqui semana que vem).
P.S. Não podia deixar de mencionar o Troféu Homem de Visão (obrigado pela lembrança, Samer) para o craque Zé Love, que esnobou o Milan, seguiu jogando no lanterna do campeonato italiano (1 gol marcado pelo clube até agora) e, dizem as más línguas, vai parar no Vasco (chora, Magno Karl).
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sexta-feira, 30 de novembro de 2012
Robert Lucas e a macroeconomia em 2012
Eu tenho uma opinião relativamente pouco informada e ambígua sobre o Robert Lucas: por um lado, acho a hipótese de expectativas racionais extremamente elegante e útil quando não abusada; por outro, acho que ele é uma personificação de "economista autista" que quase ofende meu lado mais prático (a crítica de Lucas, porém, é uma ideia epistemológica ultrapertinente, ainda que não muito original: vejo com uma derivação do "efeito observador" dos físicos). De qualquer maneira, a influência dele ainda é enorme, de forma que sempre vale a pena prestar atenção no que se fala dele e no que ele fala. Esta semana o nome dele apareceu bastante no meu Google Reader:
- Delfim cutucou, na CartaCapital:
- A EconomicDynamics publicou uma entrevista, curtinha, com o próprio Lucas, no qual ele minimiza a importância atual da famosa crítica (e este autor lamenta):
- Noah Smith comenta, do ponto de vista de um macroeconomista acadêmico com formação em física.
- Matthew Yglesias usa a entrevista e os comentários de Smith para destacar como dados macroeconômicos são problemáticos, e como isso deveria levar economistas a serem mais humildes.
Enfim, poucas conclusões, mas muito bom material para pensar.
- Delfim cutucou, na CartaCapital:
"Os economistas já deveriam ter perdido a inocência revelada pelo Prêmio Nobel Robert Lucas, que sonhou ter destruído Keynes quando decretou, em artigo na American Economic Review, que "a macroeconomia foi bem-sucedida: seu problema principal, a prevenção da depressão, está, para todos os fins práticos, resolvido e, de fato, resolvido por muitas décadas."
- A EconomicDynamics publicou uma entrevista, curtinha, com o próprio Lucas, no qual ele minimiza a importância atual da famosa crítica (e este autor lamenta):
"...the models I criticized then have long since been replaced by others that build on their work. I am pleased that my work contributed to this.
But the term "Lucas critique" has survived, long after that original context has disappeared. It has a life of its own and means different things to different people. Sometimes it is used like a cross you are supposed to use to hold off vampires: Just waving it it an opponent defeats him. Too much of this, no matter what side you are on, becomes just name calling."
- Noah Smith comenta, do ponto de vista de um macroeconomista acadêmico com formação em física.
- Matthew Yglesias usa a entrevista e os comentários de Smith para destacar como dados macroeconômicos são problemáticos, e como isso deveria levar economistas a serem mais humildes.
Enfim, poucas conclusões, mas muito bom material para pensar.
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terça-feira, 30 de outubro de 2012
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Leituras da Semana
- Fabio Giambiagi sobre o impacto da queda dos juros nos fundos de pensão brasileiros.
- Olivier Blanchard sobre o multiplicador fiscal.
- Um ótimo trabalho do Banco da Inglaterra defendendo mais simplicidade na regulação bancária, fortemente inspirado nas ideias do psicólogo alemão Gerd Gigerenzer.
- Aritmética simples aplicada a preços pode ser muito cruel.
- Um paper sobre o aumento do uso de equações e ferramentas econométricas nos trabalhos de economia. Essa figura é de lá (via Justin Wolfers):
- A última edição da Foreign Policy, sobre economia global, está muito boa: quem ganhou na Grande Recessão, repensando os BRICS e alguns pensamentos de Nassim Taleb.
- Noah Smith divaga sobre as consequências de blogar sobre economia.
- A relação (ou não) entre centros financeiros e centros de arte.
- A Suécia leva a sério essa história de igualidade.
- Ótimo texto sobre parte da geração que chega agora aos 20 e alguns anos, seu egocentrismo e problemas em lidar com o mundo fora da faculdade (acho que em larga medida vale também para a minha geração, dos 30 e poucos). Dica: Marcio Guilherme.
- Small Demons, um site que lista referências culturais em livros e vai te tomar muitas e muitas horas.
- Olivier Blanchard sobre o multiplicador fiscal.
- Um ótimo trabalho do Banco da Inglaterra defendendo mais simplicidade na regulação bancária, fortemente inspirado nas ideias do psicólogo alemão Gerd Gigerenzer.
- Aritmética simples aplicada a preços pode ser muito cruel.
- Um paper sobre o aumento do uso de equações e ferramentas econométricas nos trabalhos de economia. Essa figura é de lá (via Justin Wolfers):
- A última edição da Foreign Policy, sobre economia global, está muito boa: quem ganhou na Grande Recessão, repensando os BRICS e alguns pensamentos de Nassim Taleb.
- Noah Smith divaga sobre as consequências de blogar sobre economia.
- A relação (ou não) entre centros financeiros e centros de arte.
- A Suécia leva a sério essa história de igualidade.
- Ótimo texto sobre parte da geração que chega agora aos 20 e alguns anos, seu egocentrismo e problemas em lidar com o mundo fora da faculdade (acho que em larga medida vale também para a minha geração, dos 30 e poucos). Dica: Marcio Guilherme.
- Small Demons, um site que lista referências culturais em livros e vai te tomar muitas e muitas horas.
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terça-feira, 2 de outubro de 2012
Leituras da Semana
- Cortesia do J.P. Morgan Asset Management, um guia para os mercados globais nesse último trimestre do ano.
- PIMCO sobre o impacto da queda dos juros no Brasil.
- A Atlantic Media lançou o Quartz, um projeto ambicioso de jornalismo voltado a alguns temas que surgiram depois da crise de 2007 / 2008. Tem valido a pena acompanhar.
- John Quiggin revisita, 82 anos depois, um dos ensaios clássicos de Keynes, Economic Possibilities for our Grandchildren.
- Um bestiário ilustrado das criaturas que povoam a blogosfera econômica.
- Uma crônica deprimente do escritor Gary Shteyngart sobre a American Airlines.
- O riquíssimo relatório sobre educação da OECD.
- Comparação entre as composições de gastos familiares no Brasil, Índia, China, Rússia, Egito, Turquia, Indonésia e Arábia Saudita.
- "Economists have correctly predicted nine of the last five recessions."
- Ótima matéria da Economist sobre a queda do uso de carros no mundo desenvolvido.
- Como é crescer Gangnam-style.
- 211 anos de mudanças políticas em um GIF animado.
- Dois bons obituários de Eric Hosbawm: no NY Times e na Jacobin.
- Filmes por gênero, de 1908 a 2012.
- Meio atrasado, mas ainda relevante: como a escuridão tem permeado a cultura pop. Trecho brilhante: "These are dark stories about a man in a dark suit driving a dark car through dark streets thinking dark thoughts while darkly fighting dark men doing dark deeds in the dark of night."
- Entrevista com Randall Munroe, do xkcd.
- Zumbis da proatividade, deve ter um perto de você.
- PIMCO sobre o impacto da queda dos juros no Brasil.
- A Atlantic Media lançou o Quartz, um projeto ambicioso de jornalismo voltado a alguns temas que surgiram depois da crise de 2007 / 2008. Tem valido a pena acompanhar.
- John Quiggin revisita, 82 anos depois, um dos ensaios clássicos de Keynes, Economic Possibilities for our Grandchildren.
- Um bestiário ilustrado das criaturas que povoam a blogosfera econômica.
- Uma crônica deprimente do escritor Gary Shteyngart sobre a American Airlines.
- O riquíssimo relatório sobre educação da OECD.
- Comparação entre as composições de gastos familiares no Brasil, Índia, China, Rússia, Egito, Turquia, Indonésia e Arábia Saudita.
- "Economists have correctly predicted nine of the last five recessions."
- Ótima matéria da Economist sobre a queda do uso de carros no mundo desenvolvido.
- Como é crescer Gangnam-style.
- 211 anos de mudanças políticas em um GIF animado.
- Dois bons obituários de Eric Hosbawm: no NY Times e na Jacobin.
- Filmes por gênero, de 1908 a 2012.
- Meio atrasado, mas ainda relevante: como a escuridão tem permeado a cultura pop. Trecho brilhante: "These are dark stories about a man in a dark suit driving a dark car through dark streets thinking dark thoughts while darkly fighting dark men doing dark deeds in the dark of night."
- Entrevista com Randall Munroe, do xkcd.
- Zumbis da proatividade, deve ter um perto de você.
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segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Leituras das últimas semanas
![]() |
| Good is travel. |
- A dupla do Marginal Revolution está lançando sua própria universidade virtual.
- A Amazon agora tem um blog sobre dinheiro e mercados, vale colocar nos favoritos.
- Os chutes da Reuters para o Nobel (o de Economia é anunciado no próximo dia 15).
- Michael Lewis entrevista Obama para a Vanity Fair e fala sobre a entrevista.
- Longo perfil de Robert Rubin.
- Um resumo da história recente da macroeconomia.
- Ótima entrevista de Kenneth Rogoff para o Globo News.
- Longa conversa de Daron Acemoglu com o Edge.
- Fractais no Google Earth.
- Uma crônica paulistana engraçadíssima para celebrar os cinco anos do Boteco do JB.
- Os livros favoritos de Teju Cole.
- Os passeios de férias oferecidos no mundo de Star Wars.
- 50 percente of life is mazel, the other 50 is luck.
- Um cartoon épico do xkcd, merecia uma parede inteira de um bom museu de arte contemporânea. Quando cansar, o "gabarito" está aqui.
- Os vencedores do Ig Nobel 2012. Destaque absoluto para o prêmio de literatura: The US Government General Accountability Office, for issuing a report about reports about reports that recommends the preparation of a report about the report about reports about reports.
- Um trabalho acadêmico dos mais inspirados.
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terça-feira, 15 de maio de 2012
Novos no blogroll
Dei uma atualizada nos links para outros blogs aí do lado, aí vão alguns destaques dessa nova leva (muita coisa boa, parece que as notícias sobre a morte da blogosfera econômica são altamente exageradas):
- O Lucas Murtinho (que deve ser o mesmo da ótima sacada da Copa de Literatura Brasileira) começou com o pé direito o Economia marginal. Os posts andam meio bissextos, espero que ele não tenha desanimado.
- Megan Greene, que cobre a crise da Europa para a consultoria do Nouriel Roubini.
- Behavioral Macro, do Mark Dow (Pharo Management), obrigatório para quem segue os mercados globais. São bem poucos os gestores de fundo desse naipe que resolvem compartilhar seus pensamentos num blog (na verdade só consigo lembrar dele, mesmo), aproveitemos.
- Random Thoughts, do Xavier Sala-i-Martín, de Columbia. Um acadêmico high profile espanhol (ops... catalão) falando da crise da Europa, diversão garantida.
- O Lucas Murtinho (que deve ser o mesmo da ótima sacada da Copa de Literatura Brasileira) começou com o pé direito o Economia marginal. Os posts andam meio bissextos, espero que ele não tenha desanimado.
- Megan Greene, que cobre a crise da Europa para a consultoria do Nouriel Roubini.
- Behavioral Macro, do Mark Dow (Pharo Management), obrigatório para quem segue os mercados globais. São bem poucos os gestores de fundo desse naipe que resolvem compartilhar seus pensamentos num blog (na verdade só consigo lembrar dele, mesmo), aproveitemos.
- Random Thoughts, do Xavier Sala-i-Martín, de Columbia. Um acadêmico high profile espanhol (ops... catalão) falando da crise da Europa, diversão garantida.
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