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sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Maze Runner - por Juliana


Aproveitando que o filme teve sua estreia ontem, vou falar um pouco de Maze Runner, de James Dashner. Ela é composta por sua trilogia principal (Correr ou Morrer, Prova de Fogo e Cura Mortal), um livro contando como tudo começou (Ordem de Extermínio) e Arquivos: informações secretas. Vou me ater à trilogia principal aqui.

Eu estava com Correr ou Morrer guardado para ler há muito tempo, mas quando descobri que o filme sairia este ano, ele passou para o topo da minha lista de leituras e não me arrependo de ter feito isto. Este é um daqueles livros que, quando você começa, não quer mais parar. Você fica preso naquela distopia, querendo saber o que aconteceu e porque o mundo está tão errado.

Adolescentes lutando para sobreviver. Ok! Eu acabei de descrever todos os livros infanto-juvenis de ação. Mas isto me leva a refletir sobre a visão distorcida da adolescência que esses autores têm. Ou pior: o que aconteceu com eles nesse período de suas vidas.
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A série começa com Thomas chegando num elevador de metal à Clareira, lembrando apenas o seu nome. E ao chegar lá conhece os clareanos, todos garotos, que não estão em melhor situação. Só o que eles sabem é que todo mês chega um novo garoto e que todas as noites as portas do labirinto fecham (É! Eles estão no meio de um labirinto.) e de manhãs elas abrem. Mas tudo muda quando no dia seguinte à chegada de Thomas surge uma garota trazendo uma mensagem surpreendente e, como consta na sinopse, Thomas vai descobrir que seu papel é muito importante naquele mistério todo. (Ok! Protagonista descobrindo que é o chosen one. Nenhuma novidade aí). E os adolescente saem e enfrentam perigos mortais (por que não?) em busca da saída.
A história é bem divertida e deixa o leitor numa apreensão enorme. Tudo acontece muito rápido e não é para menos que o primeiro livro se chama Correr ou Morrer. O livro tem muita ação e a imersão é tão grande, que você vai pensar que nem precisa ir à academia. Você se sente lá e fica numa enorme expectativa querendo saber o que está acontecendo. Como nenhum deles lembra do seu passado, você se sente tão perdido quanto eles e se pega pensando que eles devem ter feito muito mais do que não arrumar a cama para ter indo parar lá.
Você passa por páginas e páginas e não descobre muita coisa que ajude a solucionar o que está ocorrendo. Mas a história é construída de tal forma, que mesmo você querendo soluções, isso não é o mais importante. A falta de informação deixa o leitor muito perto do personagem e isso aumenta muito a identificação. Durante os momentos mais tensos, você liga seu instinto de sobrevivência junto com o Thomas e nos momentos que ele tenta entender o que está acontecendo, também.
As sequências não facilitam nenhum um pouco a vida deles. Os perigos aumentam e eles continuam correndo. Você recebe algumas respostas que, honestamente, não são lá essas coisas; mas você se preocupa tanto em correr de um lado por outro, que até releva. Isso não chega a prejudicar muito o livro, porque acho que o mais importante não é o fim e sim a jornada.
Só não dá pra passar batido pelos graves erros de edição: em alguns você para, olha, olha de novo e só depois que você consegue seguir. Porém a ação e a narrativa conseguem compensar esses erros da edição. 

Agora só falta conferir se o filme foi bem adaptado. Claro que eu, como fã de Harry Potter, A Bússola de Ouro, Percy Jackson e outros, não estou muito confiante. Mas vai que dá certo...
 
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quarta-feira, 13 de agosto de 2014

120 Fucking Estrelas - por Juliana


Depois de muitos anos, eu finalmente consegui as 120 estrelas do Super Mario 64. Não por incompetência minha na infância, já que eu era razoavelmente boa nos jogos do saudoso 64, mas eu não tinha a fita e sempre que estava perto da façanha, o dono requisitava o cartucho de volta. Mas não desisti: depois de muito tempo consegui comprar o jogo e finalmente pude zerar.

Após essa pequena saga, me ocorre que Mario é um personagem muito curioso. Além de ter começado como um carpinteiro, chamado Jumpman, que tinha bigode apenas para ser reconhecido como humano, em um jogo do Donkey Kong, pode-se dizer que não tem história. Trata-se de um encanador baixinho e gordinho que vai salvar a princesa, que foi sequestrada por um quelônio gigante com espinhos nas costas, chamado Bowser, que possui os piores capangas do mundo. Quando você pensa que não pode ficar mais estranho, você percebe que Mario é o encanador mais inteligente e habilidoso da história. Já foi médico, pintor, piloto de Kart, lutador, exímio jogador de tênis, jogador de golfe e exerceu muitas outras atividades. Como se isso não fosse suficiente, vive indo para umas “party”. Mas, apesar disso, é o carro-chefe da Nintendo, o personagem fez da empresa essa gigante dos games.
Acho impressionante que, atualmente, com jogos tão elaborados, trazendo cada vez mais realidade e histórias cada vez mais envolventes, o Mario consiga sobreviver. Mas acredito que seja pela incrível jogabilidade e diversão que seus jogos proporcionam. Não é por acaso que depois do lançamento do Mario Kart 8 a venda do Wii U tenha aumentado.
Fico por aqui. Mas, assim como o Mario
(Que Mario?), eu volto em várias continuações, com várias temáticas diferentes.
 
 
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sábado, 7 de março de 2009

Recado - As Nossas Histórias II

Se for se suicidar, não se esqueça de antes tomar o remédio das duas. É que da última vez esqueceu e ficou tão fraco que não conseguiu pular pela janela nem andar até a cozinha e abrir os bicos do gás. Por favor, não corte os pulsos, pra não manchar o chão do banheiro.
Quando a vontade de morrer vier novamente fazer companhia aos seus frívolos desejos, não me venha com esse papo de que não conseguiu dar cabo da própria vida, faça o favor de morrer como qualquer suicida decente. Pula logo!
Mas era bom já ir dando banho no cachorro, colocando uma fitinha pra ele ficar bonito no velório. E, por favor, deixe uma carta emocionada explicando os motivos, que isso é baita fashion e faz o maior sucesso nas fofocas de funeral.
“Hei! Não quer conversar antes de tomar tão triste decisão? Os problemas se tornam menores se dividimos.” Mas não adianta, nem os devaneios de sua consciência tosca o fazem mudar de opinião.
Mas se você está mesmo decidido, se acha que não tem jeito mesmo, que conversas não vão resolver, já deixe o caixão comprado e o jazigo reservado para não onerar a família, senão eles não vão ficar tristes: vão ficar irados!
A verdade é que o mundo não sentirá falta de um matador de aluguel com mais de trinta assassinatos, nesta cidade onde a lei se resume aos ditames do coronelismo local. Choro no enterro só se for de alívio ou dos meninos com fome, querendo ir pra casa.
Então é este meu recado, e vou ter que deixar você com seus pensamentos, porque há mais pacientes esperando e você sabe que este hospício está lotado demais; e não esquece de tomar o remédio das duas!
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