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25 de abr. de 2016

Poeminha de Outono




Poeminha de Outono
Soni@Pallone

 "...Caem as folhas, despindo a árvore de cores...
E no chão, o tapete de outono se estende para que 
pousem pés cansados, borboletas sem asas, 
pássaros sem ninhos..."


(¯`v´¯)✿¨*•.¸¸.•*¨✿`*.¸.*¸.✻´´¯`✻"¯`•.¸¸.*¸¸.◦
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4 de abr. de 2016

AH, O OUTONO...






AH, O OUTONO...
Soni@Pallone


Amanheceu diferente esse Outono... A ausência de quem partiu germinou sementes e floresceu saudades... A vida, ao meu entorno, se veste dessa estação, vai despindo os sentimentos e o meu tempo aqui, assim como fazem as folhas que caem das árvores e amarelecem no chão,  formando um tapete outonal, lindo de ver, mas triste de imaginar... Eu, vejo como uma despedida...Um morrer devagarinho... A beleza que empalidece e troca de cor, depois seca, resseca e desaparece...É levada pelos ventos e absorvida pela imensidão...

(2 anos depois do falecimento da minha mãe...)


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9 de dez. de 2011

FLOR DE CACTUS





FLOR DE CACTUS
Soni@ Pallone



"...Um dia,  fiz da vida uma festa
e crucifiquei minha dor no riso.
Vi dentro de mim,  a flor solitária
que ninguém soubera ver...

Dancei um balé simbólico e assisti, deslumbrada,
a lava do vulcão escorrer no jardim...

Ajoelhei na terra de mim mesma
e pedi chuva-temporal...
Da  noite para o dia
minha muda virou bosque...

Ajustei o foco da alma
e me dei, me plantei e me colhi.

Fiquei ali, exposta ao sol e a lua.
Virei flor de cactus.
Sem tempo de morrer..."


Minha Série Curtinhos




30 de abr. de 2011

CHUVA


CHUVA
Sonia Pallone


"...Embora a chuva seja neutra,
embora ela seja impessoal,
torna-se às vezes, para mim,
um som assombrado e nostálgico,
quando cae assim
sobre as folhas verdes avantajadas,
entremeadas por nervuras sensíveis e óticas,
como se o dia escorresse esquivo
feito lisas enguias
por entre os dedos..."


20 de fev. de 2011

POESIA INSISTENTE



POESIA INSISTENTE
Sonia Pallone

"...Ouço vozes, vejo rostos
e restos de palavras...
Tudo se confunde
em meio a iluminação frágil
da luz de um abajour...
Neste cenário onde me vejo
única protagonista,
ensaio um espaço para o repouso
da minha inquietude...
E entre folhas de silêncio,
que enternecem
as sombras decorando árvores vazias,
tropeço numa poesia insistente
que de tanto florir na minha mente
acaba, egocêntrica,
se achando mais importante
do que as próprias palavras..."


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