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quarta-feira, 30 de abril de 2025

domingo, 10 de março de 2024

Votar

  

Completam-se este ano 55 sobre o meu primeiro voto, no ano de 1969, ainda em ditadura. Falhei uma única vez as eleições, nos anos 80, por estar doente. E nunca dei para o peditório dos nulos ou brancos, que me parecem uma bizarria inútil. Muito embora o meu voto deste ano me não despertasse um grande entusiasmo, sobretudo pelos causadores destas eleições antecipadas: os agentes menores (MP) e o fala-barato-mor (PR).
Votámos cedo, seriam umas 8h25 da manhã. E agradou-me muito ouvir a Presidente rejubilar para os companheiros da mesa (quando me devolveu o cartão de cidadão, depois de eu votar), dizendo: "Já temos 5%!"

sexta-feira, 4 de março de 2022

Uma obra e algumas respostas de Picasso





O prato pintado por Picasso (1881-1973) pertencia a Jacqueline Picasso. Foi leiloado pela Christie's, em Dezembro de 1997. O lote (183) tinha uma estimativa de venda entre 20.000 e 25.000 libras inglesas.




segunda-feira, 20 de dezembro de 2021

quinta-feira, 8 de outubro de 2020

Filatelia CXXXIXL

Creio que terá sido a Grã-Bretanha o primeiro país a aplicar tarjas fosforescentes nas estampilhas, para efeitos de controlo mecânico postal na correspondência. Isso aconteceu, inicialmente, no ano de 1969, sobre o selo da franquia 1sh. 6d., de Isabel II, que o catálogo Stanley Gibbons regista sob o nº 743 c., acima, em imagem. 


No decurso de 1975, os CTT de Portugal, fizeram uma experiência idêntica, imprimindo uma tarja fosforescente sobre 3.500.000 exemplares, dos 10.000.000 já emitidos anteriormente (13/5/75) da taxa de 1$50 da emissão comemorativa do Ano Santo. Seguiu-se a experiência sobre a série Europa na mesma taxa, bem como da FICC, XXX aniversário da ONU e Astronáutica (IAF). Os resultados foram considerados satisfatórios e o processo manteve o seu curso, até mesmo na emissão base Paisagens e Monumentos, sobre diversas taxas ($50, 1$00, 1$50, 2$00, 2$50, 3$00...).



Atendendo à percentagem, que foi tarjada, estes selos têm, hoje, um valor de catálogo muito superior aos exemplares normais. Sendo o mais caro o da série Europa, cotado por cerca de 60 vezes mais o preço do seu congénere sem a tarja fosforescente, do lado esquerdo da estampilha.

sexta-feira, 12 de abril de 2019

Revivalismo Ligeiro CCXXVIII



Esta rubrica Revivalismo Ligeiro - nunca o referi - é, muitas vezes, um ajuste de contas com a minha juventude. E com os meus gostos da altura, que comportavam alguma falta de sentido crítico ou, pelo menos, preferências musicais pouco apuradas, em qualidade. É verdade, no entanto, que muitas escolhas de canções, para esta rubrica, correspondem a uma permanência de gosto que se manteve. Mas que se originaram na minha já longínqua adolescência. Esta canção de 1969, de The Marmalade, divide-me em sentimentos contraditórios, pelo apreço que ainda me desperta...
O seu registo no Arpose, vem, até pelo título (Reflections of my life), na boa sequência coerente do poste anterior (Leituras Antigas).
Mas não resisto ao sublinhado de uma picardia malsã. Reparem na canhestrice mal amanhada do tocador de pandeireta. Os escoceses sabem tocar bem é gaita de foles. De pandeiretas, percebemos nós, portugueses!

sexta-feira, 15 de março de 2019

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Revivalismo Ligeiro CCXLIII



Um pouco de country, para bem começar a semana...

terça-feira, 8 de agosto de 2017

segunda-feira, 5 de março de 2012

Mercearias Finas 49 : Vinhos premiados - 1969



Eu próprio tenho a noção (errada) de que, aqui há 40 anos, o número de vinhos portugueses era muito limitado. No entanto, pela observação da lista em imagem, pode verificar-se que a quantidade existente de marcas era abundante. A qualidade é que talvez não fosse tão boa como a de hoje.
Todos os anos e, pelo menos, até aos anos 70 do século passado, a Junta Nacional do Vinho promovia um concurso anual para avaliar e premiar com medalhas de ouro, prata e menções honrosas, uma boa parte dos vinhos portugueses, produzidos em anos anteriores. Mostra-se, parcialmente, a lista de resultados do ano de 1969. Muitas das marcas comerciais premiadas, nesse ano, entretanto, já desapareceram do mercado.
Duas observações curiosas:
1. Os Vinhos do Porto não iam a concurso, muito embora os generosos e aguardentes nele entrassem.
2. Verifica-se que vinhos tintos e alguns brancos (em menor quantidade), com 10 e 15 anos de vida, ganharam medalhas de ouro, indiciando a sua boa qualidade, e longevidade.
Creio que, hoje, o Instituto da Vinha e do Vinho, que sucedeu à Junta Nacional do Vinho, já não organiza este tipo de concursos. O critério de avaliação está actualmente na mão de particulares que, através de certames anuais, muito concorridos, premeiam os vinhos portugueses, com o apoio de revistas da especialidade. 

quarta-feira, 18 de maio de 2011

A sinceridade de pensar por si


Nunca, como hoje, a pouco mais de duas semanas de eleições, me encontrei tão dividido, tão cheio de hesitações e de dúvidas. Voto desde 1969 (C.E.U.D.) e, desde então, salvo umas "europeias", nos anos 80, por razões de dificuldade geográfica, nunca faltei com o meu voto na urna, claro e efectivo, como parte da minha responsabilidade cívica de cidadão. Nunca votei branco ou nulo. Por feitio e vida profissional, de mais de 38 anos de trabalho (fora a tropa), em empresas privadas, tento ser também pragmático e, por isso, votei "útil" algumas vezes - não muitas. Penso que não merecia assistir à grande maioria de mediocridade das lideranças europeias, porque fui criado e formado em princípios éticos de solidariedade com exemplos de estadistas de qualidade, mas a Natureza e o Tempo são, normalmente, padrastos. Nem merecia, também, estes líderes portugueses de "aviário", muitos deles que nem passaram pela vida real do sacrifício, do trabalho, do quotidiano difícil de cumprir obrigações e deveres. E preocupa-me, seriamente, o futuro dos meus Filhos e o porvir de Portugal. Mas vou continuar a ver, a ler e a pensar. A paciência, neste momento, acaba por ser um dever...