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10 de junho de 2013

Concreto biológico para construir fachadas "vivas"

Pesquisadores da Universidade Politécnica da Catalunha, na Espanha, desenvolveram um concreto biológico do qual crescem líquens e musgos naturalmente depois que a construção fica pronta.

O objetivo é criar prédios com "fachadas vivas", de forma a melhorar o conforto térmico interno e evitar gastos de energia com aquecimento e ar-condicionado, dependendo da estação.

Segundo a equipe, a incorporação dos microrganismos no próprio concreto oferece vantagens ambientais, térmicas e ornamentais em relação a outras técnicas de arquitetura verde.

"A inovação deste novo concreto é que ele se comporta como um suporte para o crescimento biológico natural e o desenvolvimento de certos organismos biológicos, particularmente certas famílias de algas, fungos, líquens e musgos," afirmam Antonio Aguado e seus colegas da Universidade de Granada.

"A ideia é também que as fachadas construídas com o novo material mostrem uma evolução temporal por descoloração, dependendo da estação do ano, bem como da família de organismos predominantes. Com esta técnica podemos evitar o uso de outras vegetações, para evitar que as raízes estraguem a construção," concluem.

Para viabilizar o projeto, equipe desenvolveu uma técnica para o crescimento acelerado dos microrganismos a partir de materiais à base de cimento.

O primeiro protótipo usa um derivado carbonatado do cimento Portland tradicional, de forma a obter um pH em torno de 8.

O segundo protótipo usa um cimento de fosfato de magnésio, um aglomerante que é ligeiramente ácido, dispensando tratamento para redução do pH.

Para garantir a colonização do material pelos microrganismos, os pesquisadores também ajustaram a porosidade e a rugosidade do concreto.

Musgos e Líquens
O processo foi patenteado, mas os pesquisadores trabalham ainda para acelerar ainda mais o crescimento dos líquens - o objetivo é que a fachada verde fique atraente em no máximo um ano depois do término da construção.

O concreto biológico consiste de uma placa de concreto, que faz o papel de elemento estrutural, à qual são adicionadas três camadas.

A primeira é de impermeabilização, evitando que a umidade passe para dentro do edifício.

A segunda é a camada biológica propriamente dita, com uma estrutura interna que permite a captação de água da chuva para os musgos e líquens.

Por último, é aplicada uma camada de impermeabilização inversa, que garante a manutenção da umidade na segunda camada.

Fonte: Blog MUDA e Público.es

25 de março de 2013

Conheça 8 fascinantes lagos cor-de-rosa do mundo

Os lagos rosas têm se popularizado entre turistas e fotógrafos do mundo. Sua cor impressionante ocorre graças a presença de microalgas como a Dunaliella salina que vive em locais com altos níveis de concentração de sal. Microalgas, ou bactérias como ela, produzem um pigmento nesse tom que absorve e utiliza a luz solar para criar mais energia, deixando a água em tom rosa. Esse pigmento é o beta-caroteno, muito utilizado na industria farmacêutica como corante alimentar e fonte de vitamina A.
No entanto devido a alta concentração de sal presente na água, que é prejudicial à pele, é recomendado passar manteiga de karité em todo o corpo antes de se aventurar nesses lagos.

Confira abaixo a lista de 8 lagos com essa característica impressionante:

1. Lago Hillier, Austrália

Lago Hillier está situado em Middle Island, a maior das ilhas e ilhotas que compõem o arquipélago de Recherche, na Austrália Ocidental. O comprimento do lago é de cerca de 600 m
Uma estreita faixa de terra coberta por vegetação e dunas de areia o separa do oceano. 


2. Lago Retba, Senegal

Lago Retba ou Lac Rose é assim chamado por suas águas cor-de-rosa, causada pela presença da Dunaliella salina na água. A cor é particularmente visível durante a estação seca. O lago também é conhecido por seu alto teor de sal (cerca de 40%) que, como no do Mar Morto, permite que as pessoas flutuem facilmente.
O lago também tem uma pequena indústria de coleta de sal. Muitos trabalhadores tem jornada de 6 a 7 horas por dia no lago. A fim de proteger a pele, eles esfregam nela a "Beurre de Karité" (manteiga de karité), que é um emoliente utilizado para evitar danos nos tecidos.


3. Salina de Torrevieja, Espanha

Salina de Torrevieja e La Salina de La Mata são lagos de sal que envolve Torrevieja, uma cidade litorânea no sudeste da Espanha, e seu microclima é declarado como um dos mais saudáveis da Europa pela OMS - Organização Mundial de Saúde.
Em uma das extremidades do lago há fábricas que extraem e exportam o sal para muitos países. Este lago atrai um grande número de espécies de aves.


4. Hutt Lagoon , Austrália

Hutt Lagoon é um lago salgado localizado perto da costa ao norte da foz do rio Hutt, no centro-oeste da Austrália Ocidental. A cidade de Gregory está localizado entre o oceano e a costa sul do lago. A estrada entre Northampton e Kalbarri, George Grey Drive, corre ao longo de sua borda ocidental. O lago tem de cerca de 14 km de comprimento ao longo de seu eixo mais longo (sentido noroeste-sudeste), em paralelo com a costa, e cerca de 2 km de largura.
Whyalla e Hutt Lagoon possuem a maior produção de microalgas do mundo, uma série de 250 ha de lagoas artificiais (tanques de decantação) utilizados para o cultivo de Dunaliella salina em uma área de 520 ha.

Tanques de cultivo de Dunaliella salina

5. Dusty Rose Lake, Canadá

Este lago rosa localizado na Colúmbia Britânica, no Canadá, é bastante incomum, desconhecido e provavelmente único. A água do lago não é completamente salgada, e não contêm algas, mas ainda é rosa. Na foto você pode ver a água-de-rosa que corre para o lago. A cor da água vem da composição original das rochas nesta área (micro-fragmentos de rocha da geleira).


6. Pink Lake, Austrália

Pink Lake é um lago de sal na região Goldfields Esperance da Austrália Ocidental. Fica a cerca de 3 km a oeste de Esperance e é delimitada a leste pela estrada da costa sul.
O lago não é sempre de cor rosa, a cor fica evidente quando há alta concetração da alga Dunaliella salina ou de pequenos crustáceos conhecidos como artêmias (ou artémias).
O lago foi classificado pela BirdLife International como Important Bird Area (IBA). 


7. Masazirgol, Azerbaijão

Masazirgol ou Masazir Lake é um lago salgado na Raion Qaradag, perto de Baku, no Azerbaijão. A área total do lago é de 10 km ². Grandes volumes de cloreto e sulfato são concentrados na composição iônica da água. A fábrica de sal foi construída em 2010 para a produção de duas marcas de sal locais. A quantidade estimada de sal extraída é de 1,735 milhões de toneladas. Ele está disponível em líquido (água) e formas de argila. 


8. Quairading Pink Lake, Austrália

Quairading Pink Lake está localizado 11 km a leste de Quairading (Austrália Ocidental) no Rock Road Bruce. Esta estrada atravessa o lago. Em certas épocas do ano, um lado do lago torna-se rosa escuro, enquanto o outro lado permanece cor rosa claro.


Foto adicional: Campo de Lagos Rosa , Austrália

Esta paisagem incomum foi fotografada de um avião na Austrália Ocidental. Na verdade, o campo de lagos cor de rosa está em algum lugar entre Esperance e Caiguna.
Há centenas de pequenos lagos rosa e cada um deles tem tom diferente de rosa. Isto é causado pelo fato de que cada lago tem uma concentração diferente de algas e sal na água


Por Luciana Cantanhede em Dose de Sustentabilidade

Confira também a lista de praias cor-de-rosa, que diferente dos lagos, tem essa cor devido a pequenos grãos misturados à areia que são derivados de recifes de corais vermelhos.

31 de outubro de 2012

Ao invés de enterrar um rio, enterrem as rodovias.


Antes e Depois de a rodovia ser enterrada.

Muito interessante e ousada a visão de Madri, capital espanhola, para recuperar o rio que corta a cidade – as rodovias marginais foram enterradas em túneis e os imensos espaços ao ar livre, antes ocupados pelos carros e tráfego intenso, transformados em jardins e praças.

Vale a pena conferir o artigo da revista aU (Por Mariana Siqueira Fotos Jeroen Musch) na íntegra:

As vias marginais que antes sufocavam o rio Manzanares em Madrid foram enterradas. Acima delas, parques passaram a ligar os bairros, estabeleceram novas formas de mobilidade e um novo modo de viver a cidade. São 6 km de vias lineares transformadas em parques e três anos de construção: a capital espanhola deu um passo ousado e encarou o desafio de devolver um rio aos cidadãos.

Você sabia que por Madri passa um rio? Ao contrário de Paris, Londres, Roma e outras capitais europeias, cujas vidas urbanas se vinculam diretamente aos leitos de seus rios, Madri sempre teve uma relação discreta e distante com o rio Manzanares, situado a menos de 1 km da Plaza Mayor.

A origem da cidade, no entanto, relaciona-se com sua presença. Os árabes souberam aproveitar a configuração geográfica caracterizada por um curso d’água localizado ao pé de um platô, que favorece o abastecimento, a mobilidade e a proteção. No decorrer dos séculos, o rio foi um ambiente de caráter rural, em cujas margens floresciam hortas e pomares, batiam roupas as lavadeiras e trabalhadores se banhavam em dias de ócio e calor. Mas a expansão da trama urbana deu as costas ao rio. Como consequência, o Manzanares permaneceu entre esquecido e ignorado pela cidade.

Na década de 1960, o governo decidiu instituir uma série de rodoaneis na capital. E nada parecia mais natural do que aproveitar o vale do rio para instalar trechos das pistas de alta velocidade que conectariam rodovias que chegavam dos quatro cantos do país. Na década seguinte foi construída a rodovia M-30, com essa função.

No entanto, a construção do anel viário foi muito mais complicada e lenta do que o previsto. A demora fez com que a trama urbana extrapolasse os limites daquela que deveria ter sido uma via periférica. A rodovia estava, de repente, inserida na mancha urbana. Alterado o contexto, até houve um trecho que ganhou semáforos.

O estrago estava feito. A cidade em expansão viu-se sumariamente fragmentada pela rodovia. O rio, que finalmente estava integrado ao corpo da cidade, o fazia na triste condição de barreira física e psicológica. Definiram-se assim, apesar da pouca distância entre os novos bairros e o centro da cidade, a Madri de dentro e a Madri de fora. O rio ficou espremido pelas pistas em ambas as margens. A relação entre os cidadãos e o âmbito fluvial desapareceu e o leito do Manzanares, canalizado, ficou completamente isolado, inacessível e invisível.


A gestão do prefeito Alberto Ruiz-Gallardón, entre 2003 e 2007, dedicou-se a levar a cabo a já histórica necessidade de modernização da M-30. Os objetivos perseguidos foram a melhoria da qualidade ambiental da cidade, aliada ao aumento da mobilidade.

Foram feitas intervenções pontuais ao longo dos 43 km da rodovia. Seu uso foi adequado de maneira a torná-la mais eficiente, do ponto de vista de distribuição do tráfego urbano. Uma das consequências diretas foi a diminuição do acesso de veículos ao interior do anel, o que devolveu o protagonismo do pedestre a inúmeras ruas e praças do centro.

A medida mais relevante foi, provavelmente, o soterramento da M-30 no trecho em que se encontrava com o rio Manzanares. Aqui, são seis quilômetros de vias. Todas desapareceram da superfície ao serem acondicionadas em túneis, com o intuito de eliminar a barreira que a dupla M-30/rio Manzanares representava.

Em 2005, foi realizado um concurso internacional de ideias para que se propusessem respostas à pergunta: “o que fazer com este vazio no centro da cidade, que abraça mais de cinco quilômetros do rio Manzanares?”.

A equipe vencedora, composta pelos escritórios Mrío Arquitectos, espanhol, e West 8 Urban Design and Landscape Architecture, holandês, considerou que um dos principais potenciais dos espaços livres gerados junto ao rio era o de estabelecer conexões – de diversas naturezas, em diversas escalas.

Na escala territorial, evidenciou-se a possibilidade de conectar as paisagens naturais presentes ao sul e ao norte de Madri, cuja contiguidade havia sido interrompida pelo crescimento da cidade. O rio recriaria esse nexo e abriria Madri para a paisagem do território no qual se insere.

Na escala metropolitana, revelou-se a preciosa oportunidade de conectar uma extensa série de espaços públicos e verdes, que até então estavam desconexos e fragmentados. Se a área liberada pelo soterramento da rodovia é de 150 ha, a área total de zonas verdes em continuidade passaria a ser de 3 mil ha. Parques que tinham relevância apenas na escala dos bairros foram incorporados a uma rede de envergadura metropolitana.

Além disso, Madrid Río configura-se como uma importante intervenção sobre o legado arquitetônico e monumental de uma cidade. Construções que se encontravam ilhadas no mar de concreto e asfalto da M-30 e percursos que haviam sido por ela interrompidos voltaram a ser acessíveis aos cidadãos e foram valorizados ao receber adequados contextos para sua apreciação.

Se, em escala territorial, a cidade era um obstáculo às dinâmicas próprias ao rio, na escala urbana era o rio quem obstruía dinâmicas próprias à cidade. Isso foi resolvido com o estabelecimento de novas conexões entre as margens do Manzanares, costurando o tecido urbano e integrando os bairros além-rio ao centro.

Para isso, foram renovadas as travessias existentes. As barragens históricas foram restauradas e convertidas, com a adição de discretas passarelas de madeira, em pontes de pedestres. Foram, também, criadas novas conexões, como a Puentes Cáscara, de delgadas membranas de concreto que conformam um espaço interior distinto e possibilitam a travessia sobre intrincados mosaicos contemporâneos­, obras do artista Daniel Canogar. Enquanto isso, uma das pontes que integrava o sistema viário recebeu um jardim com gramado e árvores para integrar o percurso dos parques, uma vez perdida sua função primeira.

Na escala local, a estratégia de materialização do projeto baseou-se no uso de elementos naturais – primordialmente vegetais, com alta densidade de plantio ao longo de toda a extensão – e minerais, com o intenso uso do granito como matéria-prima para o mobiliário urbano (guias, bancos, revestimentos) e para as intervenções paisagísticas (gruta, rio seco etc.). É importante notar que foram utilizadas peças de rejeito de pedreira, que normalmente seriam descartadas.

Essa materialização de caráter eminentemente natural é feita sobre a rodovia subterrânea, expressão máxima da ação artificial. Realmente, um dos maiores desafios do projeto foi fazer dialogarem elementos da infraestrutura enterrada que emergem à superfície, como respiradouros e saídas de emergência, com as partes integrantes dos projetos paisagísticos. As soluções adotadas dependeram do contexto e do caráter do parque em questão. Na maior parte das vezes, definiu-se o nível das áreas do parque a partir do nível de chegada dessas estruturas, pela criação de topografia (suave em certos casos, ondulante em outros). O ar proveniente do túnel é filtrado antes de ser liberado para o exterior, nas saídas de ar.

No intuito de resgatar elementos da paisagem e da história ribeirinha, apostou-se na criação de certas ilusões que aproximassem o usuário das naturezas ambientais e históricas do rio.

Essas aspirações encontraram expressão em um conjunto de parques e jardins estruturados no conceito de “3+30″. Três são as Unidades de Paisagem criadas. Trinta são, metaforicamente (na prática, foram cinco vezes mais), as intervenções em escala local entregues pelo projeto.

As três Unidades de Paisagem, com seus projetos específicos, são o Salón de Pinos, a Cena Monumental e o Leito do Rio.

Salón de Pinos É a coluna vertebral do projeto, um parque linear estreito e longo (em média, 30 m de largura e quase 6 km de comprimento), composto por mais de 9 mil pinheiros próprios da zona mediterrânea, que remetem à paisagem ao norte de Madri.

Nos encontros do parque com as pontes históricas – Puente de Segóvia e Puente de Toledo – o parque se espraia e se converte em jardins que dão às monumentais pontes um adequado embasamento paisagístico. Salón de Pinos é uma abóbada verde que sombreia uma concorrida via de pedestres e ciclistas que conecta os dois extremos do projeto de quase seis quilômetros de extensão.

Leito do Rio Ao sul, a trama urbana se afasta das margens do Manzanares, liberando a maior superfície de atuação do projeto. O Parque da Arganzuela remete à várzea inundável do rio, em suas origens, e do seu “meandrar” pelas zonas adjacentes com uma série de caminhos e intervenções que fazem referência a essa curvilínea morfologia fluvial.

Junto ao Parque, encontramos o antigo matadouro da cidade, o Mataderos, agora renovado e convertido em complexo cultural, amplamente utilizado. Intervenções em menor escala buscaram aumentar a permeabilidade da cidade em relação ao rio, com aumento da arborização e valorização da mobilidade de pedestres e ciclistas.

Durante a execução do projeto, em 2008, estourou a crise financeira que abalou profundamente a Europa e foi intensamente sentida na Espanha. Houve discussões sobre parar ou continuar o projeto e se apostou por sua continuidade. O projeto foi entregue dentro do prazo, antes das eleições gerais de junho de 2011.

Madrid Río não oferece soluções prontas sobre como lidar com estruturas obsoletas ou como restabelecer o vínculo com o território e com a história, mas certamente indica caminhos. O projeto escolhe pontos-chave para a atuação urbanística, e estabelece uma boa sinergia entre os espaços públicos de uma cidade, além de dar ao rio um papel fundamental no fortalecimento dos laços entre o cidadão e o território.

O projeto nos lembra, fundamentalmente, que a cidade é uma obra dinâmica que se faz, desfaz e refaz cotidianamente, como resultado de ações individuais e coletivas, respaldadas pelo poder político. Soluções que no passado se acreditavam serem pertinentes, mas que hoje se mostram ultrapassadas, podem e devem ser corrigidas. Cabe ao cidadão saber que uma cidade melhor é possível. Mais do que isso: cabe exigir que assim seja.
Fonte: Instituto Cidade Jardim

Veja mais em Parque Lineal Del Manzanares e madrid río: 50 fotos desde los puentes del nuevo parque de madrid (2011)
Madrid Rio inclui 11 áreas para crianças, seis espaços para idosos, 30 quilômetros de ciclovias e 253.601 m² para esportes. Além disso, mais de 33 mil árvores plantadas e 429 hectares de parque.
Entre as atividades, pode se jogar futebol, basquetebol, handebol e tênis.
Também há pistas de patinação e de skate, uma parede de escalada e no verão você pode fazer canoagem.
Os mais velhos podem desfrutar de bocha, enquanto as crianças podem usar uma tirolesa.

Consegue imaginar as cidades brasileiras seguindo esse exemplo?
Os rios Tietê e Pinheiros em São Paulo/SP necessitam de um projeto como este!

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