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quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Fascismo?



A campanha ganha ares odiosos. Baixaria, manipulação. A velha tática do medo disseminada por Collor e, infelizmente, reverberada na fala de Regina Duarte. O fim de Serra será triste. Assim como o do DEM. Assim como o de Dunga.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Vice (Genérico do Aécio)

De Marcelo Coelho, Folha de São Paulo, 7 de julho de 2010.

Alguns dias a mais, e o próprio Dunga poderia ter sido cogitado. Aplaudiram-no em sua volta ao país; é popular; é sério; é realista; sua ficha, ao que consta, é limpa; veste-se com apuro, não gosta de demagogia e já não promete muita coisa. Ademais, Dunga não deve ter críticas à exploração do pré-sal, nunca falou em plebiscito sobre a pena de morte, e há de considerar radical demais a proposta de multar os cidadãos que deem esmolas na rua. Três pontos que o tornam mais moderado, ou menos exótico, do que Índio da Costa.

Multar quem dá esmolas! Em matéria de Estado policial, creio que nunca se imaginou ameaça tão severa contra as classes privilegiadas. Brincadeiras à parte, o problema da escolha de um vice nunca é fácil de resolver. Há sempre a questão dos palanques estaduais, o tempo na TV, a composição com os demais partidos da aliança.

Provavelmente, tudo ficou mais complicado para o PSDB por alguns motivos de ordem política e outros de ordem pessoal. Passo rapidamente pela questão política. A candidatura Serra hesita entre a identidade puramente oposicionista (Álvaro Dias reforçaria isso) e o perigo de confrontar-se com a popularidade de Lula. A situação partidária força uma aliança à direita (Dornelles e Kátia Abreu seriam os nomes adequados), mas o clima predominante é redistributivista e pró-Estado, e o próprio Serra se sente desconfortável quando levado a defender o oposto.

O vice do tucano, assim, teria de ser precisamente alguém que não significasse nada, que não inclinasse a balança para nenhum lado. A questão não é apenas política, mas também pessoal. Fulano? Não suporta Serra. Beltrano? Serra não o engole. Ninguém é bom o bastante para que Serra o aceite, e ninguém é tão ruim que não possa rivalizar com ele.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Xeque

Fosse um jogo de xadrez, Ricardo Teixeira seria o Rei; Dunga, Rainha e Cavalo; Jorginho, Torre e Bispo; Felipe Melo, claro, Cavalo; Lúcio, Torre e peão; Júlio César, Gilberto Silva, Josué, Michel Bastos, Júlio Baptista, Kléberson e Maicon seriam os demais peões; Kaká, evidente, o outro Bispo.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Sneijder e Lúcio (2010)

Embora, pela questão da meia, "a cena" de Roberto Carlos pareça mais grave, reparem que Lúcio não marcava ninguém, ninguém, ninguém, no lance que originou o segundo gol da Holanda. Só olhava. Torcia, talvez, pelo rebote, para que ele, mais uma vez puxasse, sem nenhuma técnica ou encanto, o contra-ataque. Roberto Carlos é bad boy; Lúcio, evangélico, como boa parte do elenco brasileiro, capitaneado pelo auxiliar Jorginho. Talvez, seja por aí que devamos interpretar o silêncio de todos. Ninguém perguntou onde estava o capitão. Copa do Mundo se joga com talento e não apenas com "vontade" e "raça". Reconheço o esforço do zagueiro. Não esqueço o lance bizarro de 2002 contra a Inglaterra. E muito menos o fato de que já tivemos zagueiros com muito mais categoria.

Henry e Roberto Carlos (2006)

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Disparos certeiros

Declarações de Johan Cruyff, o maior jogador de futebol da história da Holanda:

“Cadê o time brasileiro que todos nós conhecemos? Lembro de jogadores como Gerson, Tostão, Sócrates, Falcão, Zico. Agora, só vejo Gilberto, Melo, Bastos, Julio Baptista”.

“Onde está a magia brasileira? Posso entender por que Dunga chamou alguns desses jogadores, mas cadê o armador, a habilidade no meio-campo?”

“Eu não acho que nenhum espectador gostaria de pagar para ver esse time. Eu nunca compraria um ingresso”.

“Eles têm jogadores talentosos, mas jogam de uma maneira defensiva e pouco empolgante. É uma vergonha para o torneio. Os torcedores sempre querem apreciar o futebol brasileiro, a fantasia que eles trazem para a Copa do Mundo, mas não terão nada disso agora”.

Dunga

terça-feira, 29 de junho de 2010

Laranja Mecânica

Naquele certame, o Brasil subestimou a Holanda. Como sabemos, levou um chocolate. Agora, dizemos que a equipe holandesa é a que mais se aproxima do futebol sul-americano. Com exceção da Argentina, e com ressalvas, não vejo nenhum encanto diferente por aqui. Prefiro o toque de bola da Espanha. Não é por termos mais "história" e "tradição" que devemos nos colocar tanto no centro da coisa assim. A seleção de Dunga nem merece.

sábado, 26 de junho de 2010

Filme de Terror?



Sim, à moda de uma cena final de Hitchcock, estavam Aloysio Nunes, Serra e Alckmin. E assistiam a que? Claro, ao time de Dunga.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Segundo Tempo

A equipe brasileira ganha. Sem brilho. Flertando com o pior. Penso que contra a seleção nem mesmo o corvo Edgar será preciso. A uruca é desnecessária diante de um futebol tão sofrível.

Primeiro tempo

Certame previsível. Sem novidades. Os entendidos dizem que Dunga ganhou tudo. Portanto, merece respeito. Provavelmente, o time mudará. Não de imediato, pois é preciso cautela diante da perigosa seleção da Coréia do Norte. E com espírito novo - é preciso - ganhará o jogo. O primeiro tempo, no entanto, expressa a visão de jogo de Dunga. Coerente. Teimosa. Rancorosa. Feia. Antifutebol.

sábado, 29 de maio de 2010

Sexo na Copa

O estilo de jogo de Dunga, todos sabemos, é papai-mamãe: Dunga levou seis volantes. Maradona, seis atacantes, além de comprometer-se a oferecer ao mundo um estilo cheio de acrobacias e piruetas, um verdadeiro kama Sutra. Se for campeão, promete comemorar pelado. Quem levará a melhor nas peladas sul-africanas?

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Déjà vu



O slogan dos tucanos em 2002, a saber, "continuidade sem continuísmo", não deu certo. Será que o atual "o Brasil pode muito mais" colará? O candidato demo-tucano insiste em não se opor a Lula. Serra ocultava suas discordâncias com o governo FHC outrora. Agora, esconde o jogo, diz que não é oposição. Quem será, então? Sei não. Parece-me que Serra terá o mesmo fim que Dunga em 2010.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

A beleza e o sucesso

Na cabeça do Dunga, os fins justificam os meios. O samba agoniza, está no leito de morte. Alguém ainda o socorre?

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Seleção Brasileira

O patriotismo é o útimo refúgio dos canalhas.