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domingo, 8 de março de 2026
domingo, 12 de outubro de 2025
Dia de Nossa Senhora Aparecida
Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil,
olhai por nós e protegei nosso povo.
Ó Mãe querida, guardai nossas famílias,
iluminai nossos caminhos para que vivamos em paz e harmonia,
conduzi-nos sempre ao Vosso Filho Jesus Cristo.
Amém!
Ó Maria Santíssima,
pelos méritos de Nosso Senhor Jesus Cristo,
em vossa querida imagem de Aparecida,
espalhais inúmeros benefícios sobre todo o Brasil.
Eu, embora indigno de pertencer
ao número de vossos filhos e filhas,
mas cheio do desejo de participar
dos benefícios de vossa misericórdia,
prostrado a vossos pés,
consagro-vos o meu entendimento,
para que sempre pense no amor que mereceis;
consagro-vos a minha língua,
para que sempre vos louve
e propague a vossa devoção;
consagro-vos o meu coração,
para que, depois de Deus,
vos ame sobre todas as coisas.
Recebei-me, ó Rainha incomparável,
vós que o Cristo crucificado deu-nos por Mãe,
no ditoso número de vossos filhos e filhas;
acolhei-me debaixo de vossa proteção;
socorrei-me em todas as minhas necessidades,
espirituais e temporais,
sobretudo na hora de minha morte.
Abençoai-me, ó celestial cooperadora,
e com vossa poderosa intercessão,
fortalecei-me em minha fraqueza,
a fim de que, servindo-vos fielmente nesta vida,
possa louvar-vos, amar-vos
e dar-vos graças no céu,
por toda eternidade.
Assim seja!
sexta-feira, 15 de agosto de 2025
Assunção de Nossa Senhora - Dogma de Fé
A Solenidade da Assunção da Bem-aventurada Virgem Maria é celebrada no dia 15 de agosto
O dogma de Fé da Assunção de Nossa Senhora significa que Maria foi elevada ao céu em corpo e alma. A Assunção foi definida como dogma infalível pela Igreja Católica há pouco tempo, mas escritos sobre a Assunção de Maria já circulavam desde, pelo menos, o Século IV. O dogma foi proclamado pelo Papa Pio XII, a 1º de novembro de 1950, na Constituição Apostólica "Munificentissimus Deus": "Pela autoridade de Nosso Senhor Jesus Cristo, dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo e em nossa própria autoridade, proclamamos, declaramos e definimos como dogma divinamente revelado, que a imaculada Mãe de Deus, Maria sempre Virgem, uma vez terminado seu curso da vida terrena, foi elevada em corpo e alma à glória do céu".
A frase "terminado o curso de sua vida terrena", deixa em aberto a questão de saber se a Virgem Maria morreu antes de sua assunção ou se ela foi assunta antes de morrer. Ambas as possibilidades são aceitas pela Igreja Católica que ensina que a Assunção de Maria foi um presente divino a ela como a "Mãe de Deus".
O dogma da Assunção nos dá uma certeza: Maria já alcançou a realização final. Tornou-se um sinal para a Igreja que, olhando para ela, crê no cumprimento das promessas de Deus.
"A Assunção de Maria lembra-nos também o objetivo de nossa vida: estar, um dia, eternamente, com Deus. Uma irmã e mãe nossa - irmã na ordem de criação, mãe na ordem da graça -, já está com Deus. Renova-se, assim, em nosso coração a esperança e a certeza de um dia também estar com o Senhor para sempre". (Com Maria a Mãe de Jesus, Murilo S. R. Krieger, 2001)
Fonte: Revista Brasil Cristão - Pe. Francisco Sehnem, SCJ
quarta-feira, 16 de julho de 2025
Nossa Senhora do Carmo
Alguns monges, no final do século XII depois de Cristo (mais de dois mil anos depois da vida do profeta Elias), decidiram formar uma comunidade no Monte Carmelo. O Monte Carmelo é conhecidíssimo pela sua beleza, o nome significa “jardim”. Esses monges eram cavaleiros cruzados, que cansados da violência e injustiça daquelas guerras para conquistar a Terra Santa das mãos dos mouros, ali se refugiaram, sedentos de uma vida mais autenticamente evangélica.
Atraídos ao Monte Carmelo, pela fama e tradição do profeta Elias, ali fundaram uma capela e em torno dela construíram seus quartos. Isto foi por volta de 1155. Dedicaram-se a uma vida de penitência e reparação pelos abusos dos cruzados; exercitaram-se na prática da oração e união com Deus e a trabalhos manuais. Escolheram Elias como Pai Espiritual e exemplo de vida monástica de oração e testemunho Profético em meio a um mundo dominado pelas injustiças.
Consagrados a Maria
Dedicaram uma capelinha a Virgem Maria e, sob sua proteção, imitavam suas virtudes. Chamaram Maria de “Senhora” do lugar, segundo os costumes feudais, e renderam a ela serviço de dedicada doação dos primeiros carmelitas. Os peregrinos e cruzados que os visitaram começaram a chamá-los Irmãos da Bem-Aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo.
O reconhecimento
Mais ou menos no ano de 1209, os irmãos decidiram formalizar a sua vida, pedindo uma Regra de vida ao bispo Alberto, patriarca de Jerusalém. Ele lhes escreveu uma regra muito simples. Com o tempo, quando já na Europa, viajaram a Roma para apresentar ao Papa o pedido de aprovação da nova Ordem.
No ano de 1226, o Papa Honório III concedeu a aprovação à Ordem. Com esta aprovação, os irmãos viveram com o ideal de se unirem continuamente ao Senhor, a toda e em cada obra, a exemplo de Elias, seu Pai Espiritual, e de sua Mãe e protetora, a Virgem Maria, Mãe de Deus e Mãe do Carmelo.
Divisão e perseguição
No ano de 1235, os mouros fizeram uma perseguição contra os cristãos, e por isso os carmelitas dividiram-se em dois grupos: um que permaneceu no Monte Carmelo – os monges foram massacrados e o mosteiro incendiado; o segundo grupo refugiou-se na Sicília, Creta, Itália e, finalmente, na Inglaterra, no ano de 1238.
São Simão e o Escapulário
Na Inglaterra, os irmãos fundaram um mosteiro em Aylesford e iniciaram um novo tempo. Lá, viveram por parte de um grupo a rejeição da Ordem. Imitando o exemplo dos primeiros Irmãos, o Prior Geral dos Carmelitas, São Simão Stock, recorreu à oração.
Diz a tradição: na noite do dia 16 de julho de 1251, Simão dirigiu-se a Virgem Maria e pediu-lhe o “privilégio feudal”, a proteção da “Senhora” sobre seus vassalos em tempos de perseguição e dificuldades. Neste momento, rezou esta famosa oração: “Flor do Carmelo, vide florida. Esplendor do Céu. Virgem Mãe incomparável. Doce Mãe, mas sempre Virgem, Sede propícia aos carmelitas, Ó Estrela do Mar”. Logo, apareceu-lhe a própria Virgem Maria rodeada de anjos. Entregou-lhe o Escapulário que tinha em suas mãos e disse-lhe: “Recebe, meu filho muita amado, este Escapulário de tua Ordem, sinal de meu amor, privilégio para ti e para todos os carmelitas: quem com ele morrer, não se perderá. Eis aqui um sinal da minha aliança, salvação nos perigos, aliança de paz e de amor eterno”.
Depois disso, Simão chamou todos os frades e explicou o que havia acontecido. Acrescentaram o Escapulário ao hábito e começaram a cantar esta maravilhosa aventura da Virgem Maria para ajudar os carmelitas. Depois, adaptou-se o Escapulário grande a uma forma menor para o povo, e muitos começaram a usá-lo, como sinal de amor a Virgem Maria e símbolo de vida cristã fixa em Deus.
Pedido em Fátima
No dia 13 de outubro de 1917, na última aparição de suas aparições na Cova da Iria, em Fátima, a Virgem Maria uniu três devoções marianas: a espiritualidade do Escapulário; oração do Santo Rosário; e a consagração ao seu Imaculado Coração. Logo depois da aparição, os três pastorinhos de Fátima tiveram visões. Na primeira delas, ao lado de São José, apareceu Nossa Senhora do Rosário, com o Menino Jesus ao colo. Em seguida, surgiu como Nossa Senhora das Dores, junto com seu Filho, o Homem das dores (cf. Is 53, 3), que passava por grandes sofrimentos.
Na terceira e última visão, “gloriosa, coroada como Rainha do Céu e da Terra, a Santíssima Virgem apareceu como Nossa Senhora do Carmo, tendo o Escapulário à mão”. No ano de 1950, perguntaram à Irmã Lúcia o motivo da Virgem do Carmo aparecer com o Escapulário nas mãos. Em resposta, ela disse: “É que Nossa Senhora quer que todos usem o Escapulário”. Pouco tempo depois, no dia 11 de fevereiro de 1950, o Santo Padre, Papa Pio XII, providencialmente convidou toda a Igreja Universal a “’colocar, em primeiro lugar, entre as devoções marianas, o escapulário, que está ao alcance de todos’; entendido como veste mariana, esse é de fato um ótimo símbolo da proteção da Mãe celeste”.
“Ó Virgem do Carmo, Virgem do Escapulário,
livrai-nos de todo mal, de toda a doença maligna
e das perseguições do inimigo.
Assim como ajudai-nos a viver intimamente
unidos a ti e ao teu filho Jesus.
Amém!”
Nossa Senhor do Carmo,
rogai por nós!
Fonte: Canção Nova
segunda-feira, 9 de junho de 2025
Bem-aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja
A memória da Bem-aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja, recorda-nos que a maternidade divina de Maria se estende, por desejo de Jesus, à maternidade humana, ou seja, à própria Igreja, mediante um ato de consagração.
Em 2018, o Papa Francisco introduziu a celebração desta memória na segunda-feira, após a solenidade de Pentecostes, dia em que a Igreja nasceu.
Este título dado a Maria não é novo. Em 1980, São João Paulo II convidou os fiéis a venerar Maria como Mãe da Igreja. Antes dele, em 1964, São Paulo VI, na conclusão da terceira sessão do Concílio Vaticano II, declarou que a Virgem é “Mãe da Igreja”. Mais tarde, em 1975, a Santa Sé propôs a celebração de uma Missa votiva em honra da Mãe da Igreja, mas, não entrou no calendário litúrgico. Além dessas datas, não podemos esquecer quanto o título de Maria, Mãe da Igreja, esteve presente na sensibilidade de Santo Agostinho e São Leão Magno; de Bento XV e Leão XIII, até nossos dias, quando, em 11 de fevereiro de 2018, por ocasião do 160º aniversário da primeira aparição da Virgem em Lourdes, o Papa Francisco tornou obrigatória a memória da Virgem Maria, Mãe da Igreja.
“Estavam de pé, junto à cruz de Jesus, sua Mãe, a irmã de sua mãe, Maria, mulher de Cléofas, e Maria Madalena. Quando Jesus viu sua Mãe e, perto dela, o discípulo que amava, disse à sua mãe: “Mulher, eis aí teu filho”. Depois, disse ao discípulo: “Eis aí tua Mãe”. Desde então, o discípulo a acolheu em sua casa” (Jo 19,25-27).
Aos pés da Cruz
Maria “estava” aos pés da Cruz de Jesus. “Estava” é um verbo que indica presença, continuidade, modo de participar. Ao contrário dos discípulos, Maria acompanhou seu Filho Jesus ao longo da Via Sacra. Maria enfrentou aquele momento com grande dignidade, sem nunca fugir dos acontecimentos da vida. Ela estava ali. Por isso, ”Jesus confiou o discípulo amado à sua Mãe” e vice-versa.
Novo “eis-me aqui” de Maria
Maria é convidada por seu Filho a dizer um novo “Eis-me aqui”, um novo “sim” mais consciente e maduro. Por meio do seu estar “aos pés da Cruz“, amadureceu sua experiência de fé e maternidade, que a tornou capaz de ir mais além. No fundo, desde o início, o coração de Maria foi repleto de interrogativos: “Qual o sentido daquela saudação” (Lc 1,29). Até diante de Simeão, surgiram questões: “Eis que este Menino está destinado a ser causa de queda e de soerguimento para muitos homens em Israel e a ser um sinal que provocará contradições, a fim de serem revelados os pensamentos de muitos corações. E uma espada transpassará a tua alma” (Lc 2, 34-35). Maria e José “estavam admirados das coisas que diziam dele” (Lc 2, 33). A expressão “Eis-me aqui” de Maria não foi dita uma vez por todas, mas cresceu e amadureceu com os acontecimentos da vida, inclusive os da “Cruz”, sob a qual ela “estava”. Daí, com esta fidelidade reforçada, Maria recebeu uma nova missão, uma espécie de “suplemento” de maternidade, a ponto de se tornar “Mãe da Igreja”. Mãe, porque nos regenera na graça, desde que aprendamos a crescer na “estatura de Cristo” (cf. Ef 4, 7-13).
Vida cristã ancorada no mistério da Cruz
A festa de Maria, Mãe da Igreja, “ajudará a recordarmos que a vida cristã, para crescer, deve estar ancorada no mistério da Cruz, na oferta de Cristo, na Virgem dolorosa, Mãe do Redentor e dos redimidos», explica o Decreto. Como Maria soube “ficar” aos pés da Cruz, sem evitar ou fugir do esforço de compreender e sofrer, assim, como Mãe, soube “estar” ao lado de cada um daqueles que o Filho tornou seus filhos. Isso nos leva a invocá-la como “Mãe da Igreja”:
Ajudai, ó Mãe, a nossa fé. Abri o nosso ouvido à Palavra, para reconhecermos a voz de Deus e a sua chamada. Despertai em nós o desejo de seguir os seus passos, saindo da nossa terra e acolhendo a sua promessa. Ajudai-nos a deixar-nos tocar pelo seu amor, para podermos tocá-Lo com a fé. Ajudai-nos a confiar-nos plenamente a Ele, a crer no seu amor, sobretudo nos momentos de tribulação e cruz, quando a nossa fé é chamada a amadurecer. Semeai, na nossa fé, a alegria do Ressuscitado. Recordai-nos que quem crê nunca está sozinho. Ensinai-nos a ver com os olhos de Jesus, para que Ele seja luz no nosso caminho. E que esta luz da fé cresça sempre em nós até chegar aquele dia sem ocaso que é o próprio Cristo, vosso Filho, nosso Senhor. (Papa Francisco, “Lumen Fidei”)
Fonte: vaticannews.va
quinta-feira, 12 de outubro de 2023
terça-feira, 1 de janeiro de 2019
Solenidade de Santa Mãe de Deus
Dia Mundial da Paz e Fraternidade Universal
Por Maria veio ao mundo Cristo, nossa paz!
Mergulhados na força da paz e da esperança, somos chamados a contemplar o silêncio de Maria.
Do seu jeito, também contemplamos o mistério inefável de nossa redenção e guardamos no coração a palavra redentora de Cristo.
A exemplo de Maria, o Cristo espera que sejamos fecundos de vida. Assim, alcançaremos a paz quando a vida for amada e respeitada como dom divino.
Celebremos, pois, a paz, o amor, a vida e a presença amorosa do Senhor entre nós!
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quinta-feira, 1 de novembro de 2018
sábado, 20 de outubro de 2018
A oração do Santo Rosário
Quando falamos do Santo Rosário lembramos dos Terços que rezamos.
Mas seria interessante que ao pronunciarmos a palavra Rosário, nos lembrássemos de que ela significa um monte de rosas oferecidas à Mãe de Deus. Em cada Ave-Maria do Santo Rosário, você apresenta em seu coração, uma rosa a Maria Santíssima, Mãe de Jesus.
O poder da oração do Rosário, por mais que muitos ainda duvidem, é comprovado ao longo da nossa história. O grande propagador desta devoção, São Domingos de Gusmão, venceu uma heresia (ideia contra Deus e a Igreja), lá no início do século XIII, com esta oração. Nada, além da oração, foi capaz de vencer aqueles que queriam acabar com a religião católica, levando pessoas a uma vida sem fé. Por causa disso, ele foi considerado pela Igreja o Apóstolo do Santo Rosário.
Sabe o que mais dignifica a oração do Santo Rosário? Aqueles que nos ensinaram e criaram esta oração que é composta pelo Pai-Nosso e Ave-Maria.
Eu te pergunto:
Quem nos ensinou a rezar o Pai-Nosso? Jesus. Em meio às dificuldades dos apóstolos ao se dirigirem a Deus, e tendo eles a vontade de voltarem-se com mais carinho ao Pai, pediram que Jesus os ensinassem a melhor maneira de rezar. O Pai-Nosso era uma oração particular de Jesus e, hoje, somos conhecedores desta intimidade.
Quem nos ensinou a Ave-Maria? O Anjo Gabriel foi o primeiro a fazer o anúncio que todos nós repetimos com verdadeira devoção e, depois dele, Isabel, ao saudar Maria, a descreve como a cheia de graça, por ser bendita entre todo ser vivente.
Isso é agradável aos nossos ouvidos, porque entendemos que nossas orações, de fato, foram inspiradas por Deus, para que a nossa louvação a Ele seja eterna.
A devoção à Nossa Senhora do Rosário é viva até hoje. É bom lembrar que São João Paulo II dedicou o seu pontificado à proteção da Virgem Maria e a Ela dedicou inúmeros Santos Rosários.
Esta oração, portanto, é uma poderosa e verdadeira arma que temos e uma poderosa intercessão, carregada de nossas preces, que Maria faz ao Pai por cada um de nós.
Não tenha medo ou vergonha de proclamar que você também é um apóstolo do Santo Rosário, porque sua fé é maior do que toda provocação e tribulação que possam vir.
(Fonte: Revista Brasil Cristão - Pe. Air J. Mendonça, msc)
sexta-feira, 12 de outubro de 2018
Oração a Nossa Senhora Aparecida
12 de outubro - Dia de Nossa Senhora Aparecida
Senhora Aparecida, o Brasil é vosso!
Rainha do Brasil, abençoai a nossa gente,
tende compaixão do vosso povo,
socorrei os pobres e consolai os aflitos.
Iluminai os que não têm fé, convertei os pecadores,
curai os nossos enfermos e protegei as criancinhas.
Lembrai-vos dos nossos parentes e benfeitores.
Guiai a mocidade,
guardai nossas famílias,
visitais os encarcerados,
norteai os navegantes e ajudai os operários.
Orientai o nosso Clero, assisti os nossos bispos,
conservai o Santo Padre, defendei a Santa Igreja
e esclarecei o nosso Governo.
Ouvi os que estão presentes!
Não vos esqueçais dos ausentes.
Paz ao nosso povo!
Tranquilidade para a nossa terra,
prosperidade para o Brasil
e
Salvação à nossa Pátria.
Senhora Aparecida, o Brasil vos ama,
o Brasil em vós confia.
Senhora Aparecida, o Brasil tudo espera de vós.
Senhora Aparecida, o Brasil vos aclama.
Salve, Rainha! Amém!
Prece pela paz no mundo
Mãe Aparecida, bem sabeis que o povo de Deus
está sofrendo as consequências da violência, das guerras,
do materialismo e da falta de amor ao próximo.
Nesse tempo tão difícil, onde a vida já não é mais valorizada,
não encontramos, aos olhos humanos,
soluções imediatas para tão graves problemas.
Mãe, pedimos que venha nos confortar e proteger;
rogamos que olhe para os que sofrem;
clamamos a presença dos anjos celestes em nossas casas,
e que eles estejam presentes,
combatendo o bom combate nos quatro cantos dessa terra.
Ilumine os nossos líderes,
para que, recebendo a verdadeira inspiração divina,
possam tomar sábias decisões,
promovendo a paz para o seu povo.
Sabemos que, por meio da sua poderosa intercessão,
Mãe Aparecida, muitas graças serão derramadas sobre todos nós.
Mãe amada, peço que leve esta prece até Jesus:
“Meu Senhor e meu Deus, olhe para a minha fragilidade.
Não tenho forças para mudar o mundo,
mas sei e creio firmemente que somente Tu o podes fazer.
Por isso, rezo com fé e acredito que a Seu tempo,
Senhor, mudarás a nossa realidade.
Amém!”.
Consagração a Nossa Senhora
Senhora Aparecida
Eu renovo, neste momento, a minha consagração.
Eu vos consagro os meus trabalhos,
sofrimentos e alegrias,
o meu corpo, a minha alma e toda a minha vida.
Eu vos consagro a minha família!
Ó Senhora Aparecida, livrai-nos de todo o mal,
das doenças e do pecado.
Abençoai as nossas famílias, os doentes e as criancinhas.
Abençoai a Santa Igreja, o Papa e os bispos,
os sacerdotes e ministros, religiosos e leigos.
Abençoai a nossa paróquia, o nosso pároco.
Senhora Aparecida,
lembrai-vos que sois Padroeira poderosa da nossa Pátria!
Abençoai o nosso Governo.
Abençoai, protegei, salvai o vosso Brasil!
E dai-nos a vossa bênção.
Amém!
Fonte: Canção Nova
sábado, 11 de agosto de 2018
Maria de Nazaré teve outros filhos?
A Record do Bispo Macedo está veiculando na novela dele que Maria teve outros filhos e que Jesus teve outros irmãos.
Faz 50 anos que explico aos jovens quem era Judas, Tiago, José e Simão, citados como irmãos de Jesus. Eles tinham outro pai que não era José. E a mãe deles não era a Maria de José.
Na Bíblia, primos são chamados de irmãos, aliás, há tribos na África que ainda hoje, consideram os primos como irmãos.
Quando o adolescente Jesus, aos doze anos foi encontrado no Templo, Maria lembrou dizendo: "Teu pai e eu te procurávamos aflitos"... E por que será que não falam dos irmãos? Eles não foram juntos para a peregrinação?
Quando disseram a Jesus que a mãe e os irmãos o estavam procurando, Jesus respondeu que todo mundo era sua mãe e seus irmãos.
E quando na hora da morte, estando Maria ao pé da Cruz, por que não havia lá nenhum dos chamados irmãos de Jesus? Eram covardes? Eles deixaram a mãe sofrer sozinha?
Por que razão Jesus confiou Maria aos cuidados do jovem discípulo João, que nem sequer era parente de Jesus, dizendo que, agora, João seria filho dela e ela seria a mãe de João?
Se Maria tivesse outros filhos morando na mesma casa, não seria estranho esta entrega de Maria aos cuidados de João?
E se fossem já casados, não seria normal que um dos 4 filhos homens e talvez alguma mulher também irmã deles, ficasse com Maria? Na sua família é isso que acontece hoje em dia. Também naquele tempo seria assim.
As palavras de Jesus deixam claro que não havia outros filhos ou filhas morando com Maria e Jesus. Maria ficaria sozinha.
Faz sentido ou você ainda tem dúvidas? Ou você vai ficar com a versão da novela do Bispo Macedo que, inclusive, já disse claramente que ele é a favor do aborto. Não é o que Jesus dizia. Ele está mostrando outro tipo de evangelho: é o evangelho segundo Edir Macedo.
Ele não prega o mesmo evangelho que nós, católicos, lemos nas nossas missas e encontros.
Para ele é fácil dizer que Maria teve outros filhos, mas que tipo de mãe seria ela que não conseguiu unir os filhos na hora da Cruz e que teve que ser entregue a um discípulos porque os pseudo irmãos de sangue a abandonaram? Que irmão de sangue estranhos eram eles? Abandonaram a mãe e Jesus por medo? Os quatro irmãos de sangue e a possível irmã de Jesus nunca existiram porque eram parentes, mas não eram da mesma casa e não moravam com Maria.
Não é mais lógico concluir que Jesus entregou Maria aos cuidados de João simplesmente porque Maria não teve outros filhos?
quinta-feira, 12 de outubro de 2017
Oração a Nossa Senhora Aparecida
Nesta quinta-feira, dia 12 de outubro de 2017, celebra-se os 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora no Rio Paraíba do Sul, interior de São Paulo.
Oração a Nossa Senhora Aparecida
Ó incomparável Senhora da Conceição Aparecida. Mãe de meu Deus, Rainha dos Anjos, Advogada dos pecadores, Refúgio e Consolação dos aflitos e atribulados, ó Virgem Santíssima; cheia de poder e bondade, lançai sobre nós um olhar favorável, para que sejamos socorridos em todas as necessidades.
Lembrai-vos, clementíssima Mãe Aparecida, que não se consta que de todos os que têm a vós recorrido, invocado vosso santíssimo nome e implorado vossa singular proteção, fosse por vós algum abandonado.
Animado com esta confiança a vós recorro: tomo-vos de hoje para sempre por minha Mãe, minha protetora, minha consolação e guia, minha esperança e minha luz na hora da morte.
Assim pois, Senhora, livrai-me de tudo o que possa ofender-vos e a vosso Filho meu Redentor e Senhor Jesus Cristo. Virgem bendita, preservai este vosso indigno servo, esta casa e seus habitantes, da peste, fome, guerra, raios, tempestades e outros perigos e males que nos possam flagelar.
Soberana Senhora, dignai-vos dirigir-nos em todos os negócios espirituais e temporais; livrai-nos da tentação do demônio, para que, trilhando o caminho da virtude, pelos merecimentos da vossa puríssima Virgindade e do preciosíssimo Sangue de vosso Filho, vos possamos ver, amar e gozar na eterna glória, por todos os séculos dos séculos.
Amém!
segunda-feira, 1 de maio de 2017
A oração da Virgem Maria
Maria é alguém muito próximo de nós e, por isso, devemos aprender a rezar com o estilo de Maria. Ela nos dá muitos ensinamentos simples para a nossa oração.
Maria, na casa de Nazaré, estava em oração quando o anjo lhe apareceu.
O diálogo entre eles é a oração. O anjo representa o próprio Deus que fala. O interessante é a atitude de Maria, que escuta e responde. É um diálogo com Deus. Diálogo familiar com Aquele que nos ama.
Notamos, então, três atitudes simples e fundamentais da oração da Virgem Maria: Admiração / Discernimento / Disponibilidade
Atitude de Admiração e surpresa pela visita de Deus. Admiração pelo respeito que Deus mostra por ela e como Deus nos está próximo, nos respeita, se coloca diante de nós e pede nosso consentimento.
Atitude de Discernimento quando Maria pergunta: "E como acontecerá tudo isto?". Não é uma dúvida, mas sim uma atitude de discernimento. Ela não questiona as razões de Deus. Eu creio, confio, mas qual é o meu papel, o que devo fazer? Também nós, quando Deus me pede algo, precisamos perguntar, na oração, como se fará, qual a nossa colaboração, o que devemos fazer?
Atitude de Disponibilidade quando Maria diz: "Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a Tua palavra". É a atitude mais profunda da oração: disponibilidade e colaboração responsável. Estamos dispostos a fazer, em tudo, a vontade de Deus.
Estas três atitudes podemos aprender de Maria. Buscar a vontade do Senhor com disponibilidade plena, abandono total, com plena confiança e amor, para seguir, no caminho da fé, os seus desígnios.
(Fonte: Revista Brasil Cristão - Texto: Pe. Francisco Sehnem, scj)
quinta-feira, 27 de abril de 2017
terça-feira, 11 de abril de 2017
Sete dores de Nossa Senhora
Aqui estão episódios tirados dos Santos Evangelhos. Eles formam o caminho de dores da Filha amorosa de Deus Pai sofrendo em sua alma padecimentos semelhantes aos da Paixão de seu Divino Filho.
Nada desse mundo serve de comparação para as dores que Ela sofreu junto a Jesus. Nenhuma criatura viveu com tanto amor essas dores. Também, só Ela pode ser chamada de corredentora! Só Ela pode ser chamada de Onipotência Suplicante!
Unamos nossas dores imperfeitas aos sofrimentos d’Ela. Considerando os padecimentos da Mãe Dolorosa, encontraremos ânimo para suportarmos as dificuldades de nosso dia a dia, teremos força para subirmos ao alto de nosso próprio Calvário.
Coroa das Sete Dores de Nossa Senhora
A Coroa das Sete Dores de Nossa Senhora relembra as principais dores que a Virgem Maria sofreu em sua vida terrena, culminando com a paixão, morte e sepultamento de Seu Divino Filho. E junto à Cruz que a Mãe de Jesus torna-se Mãe de todos os homens e do corpo Místico de Cristo: a Igreja Católica.
Unir-se às dores de Maria é unir-se também às dores de Nosso Senhor Jesus Cristo.
No início reza-se o Creio, o Pai Nosso e 3 Ave-Marias.
Para cada dor de Maria deve-se rezar 1 Pai Nosso, 7 Ave-Marias e 1 Glória ao Pai.
Para cada dor de Maria deve-se rezar 1 Pai Nosso, 7 Ave-Marias e 1 Glória ao Pai.
Ao apresentar o Menino Jesus no Templo, Maria encontrou Simeão que proferiu a seguinte profecia: “Eis que este menino está destinado a ser uma causa de queda e de soerguimento para muitos homens em Israel, e a ser um sinal que provocará contradições, a fim de serem revelados os pensamentos de muitos corações. E uma espada transpassará a tua alma". (Lc 2, 34-35)
Unidos à dor que Maria sentiu nessa ocasião, peçamos forças e graças para suportarmos com paciência todas as dores de nossas vidas, e para nos mantermos afastados do pecado.
1 Pai Nosso, 7 Ave-Marias e 1 Glória ao Pai.
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Segunda Dor de Nossa Senhora
Após o nascimento de Jesus, o Rei Herodes quis matá-lo e, por causa disso, um anjo do Senhor apareceu a São José e disse: “Levanta-te, toma o menino e sua mãe e foge para o Egito; fica lá até que eu te avise”. Obediente, José levantou-se durante a noite, tomou o menino e sua mãe e partiu para o Egito. (Mt 2, 13-14)
Unidos à dor que Maria sentiu nessa ocasião, peçamos forças e graças para suportarmos com paciência as dores de nossas vidas, e para nos mantermos afastados do pecado.
1 Pai Nosso, 7 Ave-Marias e 1 Glória ao Pai.
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Terceira Dor de Nossa Senhora
Terminada a festa da Páscoa, o Menino Jesus ficou em Jerusalém sem que seus pais o percebessem. Três dias depois o acharam no templo, sentado no meio dos doutores, ouvindo-os e interrogando-os. (Lc 2, 43-50)
Unidos à dor que Maria sentiu nesta ocasião, peçamos forças e graças para suportarmos com paciência todas as dores de nossas vidas, e para nos mantermos afastados do pecado.
1 Pai Nosso, 7 Ave-Marias e 1 Glória ao Pai
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Quarta Dor de Nossa Senhora
Um dos momentos mais pungentes da Paixão é o encontro de Jesus com Sua Mãe no caminho do Calvário. As lágrimas que Maria derramou na ocasião, a troca de olhar com o Filho, a constatação das crueldades que Ele estava sofrendo, tudo causava imensa dor no Seu Coração de Mãe.
Unidos à dor que Maria sentiu nesta ocasião, peçamos forças e graças para suportarmos com paciência todas as dores de nossas vidas, e para nos mantermos afastados do pecado.
1 Pai Nosso, 7 Ave-Marias e 1 Glória ao Pai
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Quinta dor de Nossa Senhora
Maria acompanhou de perto todo o sofrimento de Jesus na Cruz e assistiu de pé à sua morte: “junto à cruz de Jesus estavam de pé sua mãe, a irmã de sua mãe, Maria, mulher de Cléofas, e Maria Madalena”. (Jo 19, 25)
Unidos à dor que Maria sentiu nesta ocasião, peçamos forças e graças para suportarmos com paciência todas as dores de nossas vidas, e para nos mantermos afastados do pecado.
1 Pai Nosso, 7 Ave-Marias e 1 Glória ao Pai.
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Sexta Dor de Nossa Senhora
Nossa Senhora da Piedade, é assim que o povo católico invoca Maria nesse momento da Paixão. Depois “tomaram o corpo de Jesus e envolveram-no em panos com os aromas, como os judeus costumam sepultar.” (Jo 19, 40)
Unidos à dor que Maria sentiu nessa ocasião, peçamos forças e graças para suportarmos com paciência todas as dores de nossas vidas, e para nos maternos afastados do pecado.
1 Pai Nosso, 7 Ave-Marias e 1 Glória ao Pai
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Sétima Dor de Nossa Senhora
O sepultamento de Seu Divino Filho foi a última dor que Maria sentiu durante a Paixão. “No lugar em que ele foi crucificado havia um jardim, e no jardim um sepulcro novo, em que ninguém ainda fora depositado. Foi ali que depositaram Jesus.” (Jo 19, 41-42)
Unidos à dor que Maria sentiu nesta ocasião, peçamos forças e graças para suportarmos com paciência todas as dores de nossas vidas, e para nos mantermos afastados do pecado.
1 Pai Nosso, 7 Ave-Marias e 1 Glória ao Pai.
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ORAÇÃO FINAL:
Estava a Mãe dolorosa
Junto à Cruz, lacrimosa,
Da qual pendia o seu Filho.
Banhada em pranto amoroso,
Neste transe doloroso,
A dor lhe rasgava o peito.
Estava triste e sofria
Porque ela mesma via
As dores do Filho amado.
Quem não chora, vendo isto,
Contemplando a Mãe do Cristo
Em tão grande sofrimento?
Dai-me, ó Mãe, fonte de amor,
Que eu sinta a força da dor,
Para que eu chore contigo.
Fazei arder meu coração
Do Cristo Deus na paixão,
Para que eu sofra com Ele.
Quero contigo chorar
E a Cruz compartilhar,
Por toda a minha vida.
Por Maria, amparado,
Que eu não seja condenado
No dia de minha morte.
Ó Cristo, que eu tenha sorte,
No dia de minha morte
Ser levado por Maria.
E no dia em que eu morrer,
Fazei com que eu possa ter
A glória do Paraíso. Amém
(Excertos do famoso poema Stabat Mater, atribuído a Frei Jacopone de Todi, século XIII)
Privilégios para quem pratica essa devoção
Em revelação particular a Santa Brígida, devidamente aprovada pela Igreja, Nossa Senhora promete conceder sete graças para quem, cada dia, rezar sete Ave-Marias em honra das suas dores e lágrimas:
Eis as promessas:
▬ Porei a paz em suas famílias;
▬ Serão iluminados sobre os Divinos Mistérios;
▬ Serão consolados em suas penas e os acompanharei nas suas aflições;
▬ Tudo o que pedirem lhes será concedido, contanto que nada se oponha à vontade adorável do Meu Divino Filho e à santificação das suas almas;
▬ Irei defendê-los nos combates espirituais contra o inimigo infernal e serão protegidos em todos os instantes da vida;
▬ Irei assisti-los visivelmente no momento da morte e verão o rosto da Sua Mãe Santíssima;
▬ Obtive do Meu Filho que, os que propaguem esta devoção (às Minhas Lágrimas e Dores), sejam transladados desta vida terrena à felicidade eterna, diretamente, pois terão todos os seus pecados apagados e o Meu Filho e Eu seremos a sua eterna consolação e alegria.
(Fontes:Texto - Arautos do Evangelho / Imagens - Thesaurus Precum)
terça-feira, 16 de agosto de 2016
Nossa Senhora da Assunção
No dia 16 de agosto celebramos Nossa Senhora Assunta ao céu, em corpo e alma, ao término de sua vida na terra, estimada aos 72 anos de idade.
Este Dogma, proclamado pelo Papa Pio XII, em 01/11/1950, é uma consequência lógica do que aconteceu a Maria, escolhida por Deus para ser a Mãe do Salvador: ela foi concebida sem pecado original, nunca pecou e permaneceu sempre virgem.
Sabendo que a morte não foi criada por Deus, mas que entrou no mundo por causa do pecado do homem, Maria, que nunca manchou sua alma não merecia experimentar a morte e suas consequências.
Assim, nas palavras do Papa Pio XII, "a Imaculada Mãe de Deus, terminado o curso da vida terrestre, foi assunta em corpo e alma à glória celestial. Maria, desde toda a eternidade, unida misteriosamente a Jesus Cristo, obteve, como ele, pleno triunfo sobre o pecado e alcançou ser guardada imune da corrupção do sepulcro, como suprema coroa dos seus privilégios. Assim, uma vez elevada em corpo e alma à glória celeste, refulge à direita do seu Filho, o imortal rei dos séculos".
O dogma da Assunção é recente, mas essa devoção existe desde os primeiros séculos da Igreja.
Invoquemos Nossa Senhora Assunta ao céu, para que Ela continue abençoando a humanidade que a Ela recorre, com fé e esperança, pedindo a força para lutar contra as ciladas do maligno.
Digamos com a Igreja: "Cremos que, na glória onde reinais, revestida do sol e coroada de estrelas, sois, depois de Jesus, a alegria e o júbilo de todos os anjos e santos. E, nós, da terra onde somos peregrinos, confortados pela fé na ressurreição, volvemos nossos olhos para vós, nossa vida, doçura e esperança".
Com a certeza do amparo de Maria sairemos vitoriosos e seremos acolhidos por ela no céu.
Fonte: Revista Brasil Cristão - Texto: Pe. Guido Mottinelli
terça-feira, 14 de junho de 2016
Nossa Senhora Mãe de Deus
Você sabia que a primeira festa para Nossa Senhora que apareceu na Igreja foi a chamada de “Santa Maria Mãe de Deus”?
Começou a ser celebrada em Roma no século VI e alguns anos depois o Papa Pio XI instituiu oficialmente essa linda festa.
Muito tempo depois, após o Concílio Vaticano II, a festa ficou oficialmente estabelecida no dia 1º de janeiro, com a categoria de solenidade e com título de Santa Maria Mãe de Deus, assim, os católicos começam o ano pedindo a proteção da Santíssima Virgem Maria.
Curiosidade
Foram encontradas pinturas com o nome de “Maria, Mãe de Deus” (Theotókos) nas Catacumbas (cemitérios subterrâneos dos primeiros cristãos, cavados debaixo da cidade de Roma).
Muito tempo depois, após o Concílio Vaticano II, a festa ficou oficialmente estabelecida no dia 1º de janeiro, com a categoria de solenidade e com título de Santa Maria Mãe de Deus, assim, os católicos começam o ano pedindo a proteção da Santíssima Virgem Maria.
Curiosidade
Foram encontradas pinturas com o nome de “Maria, Mãe de Deus” (Theotókos) nas Catacumbas (cemitérios subterrâneos dos primeiros cristãos, cavados debaixo da cidade de Roma).
Fonte: Tia Adelita - Canção Nova
segunda-feira, 12 de outubro de 2015
Padroeira do Brasil
Nossa Senhora Aparecida
12 de outubro
Nossa Senhora Aparecida é celebrada no dia 12 de outubro, um feriado nacional desde 1980, quando o Santo Papa João Paulo II consagrou a Basílica, o quarto Santuário Mariano mais visitado no mundo, capaz de abrigar até 45.000 fiéis.
A aparição da imagem de Nossa Senhora ocorreu em outubro de 1717, nas águas do rio Paraíba. Apareceu nas redes de humildes pescadores, que haviam trabalhado o dia todo. depois de "pescarem" a imagem, tiveram uma pesca extraordinária.
A fama de seus poderes foi se espalhando pela região e muitos peregrinavam para rezar. Em 1888 a imagem sagrada foi visitada pela princesa Isabel, que, como pagamento de uma promessa, ofereceu uma coroa de ouro com diamantes e rubis, juntamente com um manto azul, ricamente adornado.
Em 1894 chegaram os Missionários Redentoristas e até hoje o serviço religioso é garantido por eles. Para atender ao fluxo dos romeiros foi construída uma Igreja, que ganhou o título de Basílica em 1908.
No ano de 1955 iniciaram a Basílica nova, construída em forma de cruz grega, com 173 metros de cumprimento por 168 metros de largura, e uma cúpula com 70 metros de altura.
Inúmeros casos de curas, milagres e conversões marcam a história deste grandioso Santuário Mariano, verdadeiro orgulho da fé do povo brasileiro. A imagem de Nossa Senhora Aparecida está presente em todos os lares e são inúmeras as Igrejas e paróquias dedicadas a Ela em todo o Brasil.
O Papa Pio XI, em 1930, proclamou Nossa Senhora da Conceição Aparecida Rainha e Padroeira do Brasil.
Peçamos a Nossa Senhora Aparecida que abençoe,
cada vez mais, nossa Pátria e todas as nossas famílias,
cada vez mais, nossa Pátria e todas as nossas famílias,
fortalecendo a fé cristã.
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domingo, 11 de outubro de 2015
Devoção ao Santo Rosário
Outubro, o mês das Missões, é o mês em que somos convidados a refletir sobre a atualidade do Santo Rosário em nossa vida cristã.
Por isso mesmo, neste mês devemos reforçar a nossa devoção mariana empreendendo a Oração do Rosário em família, em grupos de orações, nos setores pastorais, nas comunidades e nas paróquias.
Essa devoção contemplativa faz-nos meditar sobre os mistérios de nossa redenção.
Na Carta Apostólica sobre o “Rosário da Virgem Maria”, o Santo Papa João Paulo II nos ensina que: "O Rosário, de fato, ainda que caracterizado pela sua fisionomia mariana, no seu âmago é oração cristológica. Na sobriedade dos seus elementos, concentra a profundidade de toda a mensagem evangélica, da qual é quase um compêndio. Nele ecoa a oração de Maria, o seu perene Magnificat pela obra da Encarnação redentora iniciada no seu ventre virginal. Com ele, o povo cristão frequenta a escola de Maria, para deixar-se introduzir na contemplação da beleza do rosto de Cristo e na experiência da profundidade do seu amor. Mediante o Rosário, aquele que crê alcança a graça em abundância, como se a recebesse das mesmas mãos da Mãe do Redentor" (cf. RVM, n. 1).
Fonte: CNBB
terça-feira, 8 de setembro de 2015
Natividade de Nossa Senhora
“O começo da salvação da humanidade”
A Igreja celebra o nascimento de Nossa Senhora no dia 08 de setembro, nove meses após a sua Imaculada Conceição, em 08 de dezembro.
Essa festa teve origem em Jerusalém, no século V, como festa da Basílica de Santa Ana, a mãe de Nossa Senhora. No século VII passou a constar no calendário litúrgico.
Segundo o Evangelho Apócrifo (não oficial) de São Tiago, os pais de Maria, Joaquim e Ana, já eram idosos e estéreis. Mas Deus ouviu as suas orações. Eles viviam em Jerusalém, onde hoje se localiza a Basílica de Santa Ana.
O nascimento de Maria foi em um sábado, 08 de setembro do ano 20 a.C.. Ela recebeu o nome de Miriam, que me hebraico significa “Senhora da Luz” e foi traduzido para o latim como Maria. Ela foi oferecida no Templo de Jerusalém aos três anos, onde permaneceu até os doze, realizando alguns trabalhos.
Nenhum acontecimento extraordinário acompanhou o nascimento de Maria: nenhuma profecia, nem aparições de anjos. Os Evangelhos não dizem nada a respeito, porém São João Damasceno afirmou que o nascimento de Maria, a partir de uma mãe estéril, já foi um sinal das bênçãos especiais que Ela recebeu. Disse São João: “Hoje é o começo da salvação do mundo, porque nos foi gerada a Mãe de Deus, através de quem o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo, nos foi gerado”.
A Igreja ensina que Maria foi concebida de modo natural, mas que foi preservada miraculosamente do pecado original para ser a Mãe de Jesus Cristo. Essa concepção é chamada de Imaculada Conceição, dogma proclamado em 1854 pelo Papa Pio IX e confirmado pela própria Mãe de Deus, em 1858, em sua aparição à Santa Bernardette Soubirous, em Lourdes, na França. Em uma das aparições à Bernardette, Maria afirmou: “Eu sou a Imaculada Conceição”.
Fonte: Revista Brasil Cristão
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