Neste blog, mais imagens do que palavras...
A fotografia é uma paixão que não requer ser cultivada, tão somente alimentada, pelo que uma imagem vale mais do que mil palavras!

In this blog, more pictures than words ...
The photography is a passion that does not require to be cultivated, nourished solely by that one picture is worth a thousand words!

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quarta-feira, 24 de outubro de 2018

⏰ Os relógios vão atrasar no próximo domingo para o horário de inverno ☃️️

É já na madrugada do dia 28 de outubro de 2018.
Quando forem 2 horas da manhã🕑, devem atrasar o relógio 60 minutos, para a 1 hora🕐
Atrasem a hora e cuidado com o friohá descida acentuada de temperatura.
*Os relógios vão atrasar. Mas o tempo não vai parar. Os relógios vão andar para trás. Mas a vida, essa, só pode andar para a frente. Atrasemos, pois, os relógios. Mas não nos atrasemos na vida! * Padre João A. Teixeira
Foto do relógio de uma das torres do Santuário de Nossa Senhora dos Remédios em Lamego, em 28 de fevereiro, dia em que ocorreu o fenómeno da chuva gelada.


sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Gaivotas são problema de saúde pública...

O presidente do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto (ISUP) admite que as gaivotas são um problema de saúde pública e sugere à população que deixe de dar alimento àquelas aves. As “aves não são infelizes”, nem precisam que “se dê de comer à mão”, considerou Henrique Barros, presidente do ISUP, defendendo a necessidade de uma maior prevenção junto à população para que coloque o lixo urbano nos locais convenientes.
“Se as pessoas tivessem cuidado de colocar o lixo nos sítios em que deve ser colocado, e depois os municípios tivessem o cuidado de o recolher convenientemente, e se as pessoas não promovessem a alimentação à mão às gaivotas,” era uma forma de controlar o fenómeno, acredita aquele investigador na área da saúde pública.


O fenómeno da quantidade das gaivotas não é caso para alarmismos, mas a prevenção deve ser constante, reitera Henrique Barros. “Não vale a pena fazer alarmismo, isto não é como o caso dos morcegos para aquela doenças infecciosas graves de África ou não é como a raiva. Não estamos a falar de coisas destas, mas é possível que havendo um grande desequilíbrio ecológico se criem condições para algumas dessas espécies [como as gaivotas] possam transformar-se em portadores de agentes infecciosos”, observou, recordando ainda a discussão em torno da “gripe das aves”.
“O que nós sabemos hoje em dia, isso é muito claro, é que quando mexemos nos equilíbrios ecológicos criamos problemas” e ao fazer essa mudança “criam-se condições para que possa ser introduzido ou que circule um agente que nós não estávamos à espera”, explica Henrique Barros, observando que as gaivotas deveriam andar a comer peixe no mar, mas não no lixo das cidades.
Um estudo científico revelou que as gaivotas que habitam no Porto tanto se alimentam de queques e carne na Baixa da cidade, como comem peixe ao longo do rio Douro até Pinhão (Vila Real) e vão à lota de Matosinhos.
Segundo a Sociedade Portuguesa de Estudos das Aves (SPEA), o aumento de ataques de gaivotas no Porto pode explicar-se com o crescente número de restaurantes perto do rio Douro, uma consequência da elevada procura turística naquela área.
Fonte: Observador

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Portugal debaixo de fumo dos incêndios 🔥🔥🔥

🔥🔥Também Lamego sofre com o ar irrespirável, motivado pela catástrofe que mais uma vez devasta este país e em particular o distrito de Viseu 😷
Na imagem, o Santuário de Nossa Senhora dos Remédios 


Em face da degradação da qualidade do ar, com a presença de muito fumo e partículas em suspensão resultantes dos incêndios, fica o alerta à população para reduzir ao mínimo indispensável a circulação e a atividade física ao ar livre.
Grupos de risco como bebés e crianças, idosos e pessoas com problemas respiratórios e cardíacos devem ser especialmente cautelosos.
Nas escolas, as crianças deverão ser mantidas em espaço fechado, reduzindo a sua exposição ao ar livre.