Neste blog, mais imagens do que palavras...
A fotografia é uma paixão que não requer ser cultivada, tão somente alimentada, pelo que uma imagem vale mais do que mil palavras!

In this blog, more pictures than words ...
The photography is a passion that does not require to be cultivated, nourished solely by that one picture is worth a thousand words!

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quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

Resgatar o Esquecimento. . .👉Pelo meu olhar 👀


“(Des)Construção da Memória”, de Ung Vai Meng e Chan Hin Io (agora agrupados no colectivo YiiMa), não regista a memória de um tempo linear e cronológico. Não é, tão-pouco, o desfilar de uma memória construída a partir de factos sistematizados, que permita revisitar a história de modo estruturado ou científico. É, antes, uma forma de os artistas olharem livremente o passado, confortavelmente instalados no presente.
À imagem de Goofus, de Jorge Luis Borges, esse fantástico “pássaro que constrói o ninho ao contrário e voa para trás, porque não lhe importa aonde vai, mas sim onde esteve”, ou de onde vem, esta exposição é uma descoberta de sinais que foram sendo deixados, algumas vezes esquecidos, e que só uma viagem retrospectiva permite que sejam lembrados e reinterpretados.
Ung Vai Meng e Chan Hin Io são dois artistas que, através do colectivo YiiMa, assumiram a missão de resgatar o esquecimento, afastando a poeira que o tempo inexoravelmente vai depositando nos marcos do passado. Fazem-no através da acção artística e beneficiando de um vasto conhecimento da história e da cultura oriental e ocidental. É por isso, e para que não se perca a riqueza do passado recente, ou até do mais distante, que o seu trabalho é importante e merece reconhecimento.
Estes dois artistas têm vindo a contribuir para mostrar a identidade de Macau a partir da (Des)Construção da Memória, aceitando que a multiculturalidade é uma riqueza e não uma entropia. E, desse modo, estão a contribuir para vencer o esquecimento e a libertar o pássaro Goofus do seu destino trágico, permitindo-lhe voar “para a frente”, de modo a que possa chegar a um lugar que, de outro modo, nunca poderia aspirar a conhecer…
João Miguel Barros, curador da exposição
(Excerto do texto curatorial publicado no catálogo da exposição) in pt.museuberardo.pt

terça-feira, 12 de novembro de 2019

As últimas viagens do ano 🍁🍂 O "pintor" já anda pela região do Douro😍

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

3️⃣ . . . 2️⃣ . . . 1️⃣ . . . 0️⃣ 🌲 🔛 É oficial, entrámos no espírito natalício 🎅🤶 Desde já umas Boas Festas!

Não me parece que pecar por excessos seja mau. Há modos de vida que nos conduzem em busca de algum perfecionismo e acho que mais vale esse caminho do que o oposto. Nesta imagem o caminho não foi o do perfecionismo, pelo contrário, apenas me apeteceu inventar um pouco, nada mais...

terça-feira, 13 de novembro de 2018

O espigueiro... 🌽🌽🌽

O espigueiro é uma estrutura que tem a função de secar o milho através das fissuras laterais, e ao mesmo tempo impedir a destruição do mesmo por roedores através da elevação deste.
O milho requer que seja colhido no Outono e precisa de estar o mais arejado possível para secar numa estação tão adversa como o Inverno. No território de Portugal Continental, encontram-se principalmente a Norte, em particular na região do Minho.

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

😱 O poder da natureza...😲


😱Algures por Trás-os-Montes, perto de Loivos, este é o fenómeno que deixa todos de boca aberta! A árvore a comer a vaca... perdão, o sinal!
Vejam o vídeo:

terça-feira, 24 de julho de 2018

No meio do abstrato, surge o rosto sorridente...

A imagem é captada pelo meio de um vitral colorido, partido no centro, onde é visionada uma imagem grafiti presente numa parede em fundo.

quarta-feira, 11 de julho de 2018

The best view of Paris... The other look

 Paris tem umas vistas maravilhosas, ninguém tem dúvidas... e entre muitas outras coisas é a cidade das artes mas estas também passam pelo olhar do acaso e que regista momentos espontâneos que mais tarde se vai a ver e cria um conjunto interessante, sendo caso  para dizer que a cidade luz é também a cidade do "à vontade"!
Torre Eiffel, local para umas vistas deslumbrantes...
Vais à Disneyland e encontras uns jardins muito bem tratados...

No Arco do Triunfo deparamos-nos com olhares opostos...
A escadaria do Sacré-Coeur é um desafio à nossa boa forma...
A foto possível, de ficar com os olhos em bico...


Nas imediações do Moulin Rouge a noite a prometer...
Isto é Paris, Paris é muito mais... Vive a vida porque só se vive uma vez!

sábado, 27 de maio de 2017

Ao som do badalo, uma cidade monumental, a cada esquina um olhar surpreendente

OS SINOS DE LAMEGO
Oiçam a voz destes sinos
Dó de dor e de aconchego
Oiçam a voz destes sinos
O sol maior de Lamego:
Tocam os sinos da Sé
E os do Espírito Santo
Da terra levam ao céu
De tanta fé o encanto.
Tocam os de Almacave
Não cabe mais fé em mim
Toque doce ou toque grave
Do princípio ou do fim.
Os de São Francisco, agora
Tangem acordes divinos
Da Esperança Senhora
E da Senhora dos Meninos.
Também os de Santa Cruz
E os do Senhor do Desterro
Transformam esperança em luz
Nos corações de Lamego
Os da Graça e os das Chagas
Na parte alta da cidade
Tocam em horas amargas
Sons para a eternidade
Os da Senhora dos Remédios
Mais altos, tocam ainda
Os segredos, os mistérios
De uma canção que não finda
Já espalhavam em redor
O seu som celestial
Que subia ao Senhor
Os da primeira catedral.
Saudoso delim- delão
Qual prece ou vela acesa
Os sinos de Balsemão
São o passado que reza

Prof. Fernando Marado

quarta-feira, 15 de março de 2017

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

⚽⚽⚽ É dia de jogo ⚽⚽⚽

⚽Não há desculpa, as redes estão postas! Pedras aconchegadas com a terra de cor cálida, fazendo o aconchego de umas nas outras sob a presença de serranias envolventes, mais elevadas, pinceladas de branco.  Esta é a plateia!
Redes na baliza em bom estado, ferro das mesmas pintado a branco (como quem quer competir com a neve), mas a ganhar ferrugem, que as intempéries não perdoam. Não há relvado... é à  moda antiga com terra, pedras, poças de água gelada e alguma neve. Balneários também não há em toda a envolvente, provavelmente o que mais se assemelhe a uns vestiários, situa-se uns quantos metros atrás das inexistentes linhas que deveriam delinear a área de jogo, nas giestas... estas mesmas que rodeiam o local, como se estas, ali estivessem, para impedir de ver os protagonistas a atuar sem pagar bilhete...
O palco está montado a mais de 1000 metros de altitude. Respira-se natureza.

Já não há Pa(n)chorra... Que role a bola que se faz tarde e antes que anoiteça pois as candeias não terão petróleo é que o mesmo está pela hora da morte e eletrecidade, nem em pó se vislumbra por estas bandas!
No surreal, será sempre interessante imaginar aqui um grande jogo com grandes jogadores... seria muuuiiitttoooo interessante. Mas, mais não passa da ideia como a ideia passa. Apenas, algures nas entranhas da Serra do Montemuro, na beira da estrada, um campo à moda antiga que me fez inspirar esta crónica que convosco partilho! Mas imagino que houve jogo, na aldeia de Panchorra! Não neste, mas num outro dia antecedente.