- Deixa-me pelo menos levar-te a casa. Precisas de um chá ou talvez uma bebida mais forte. Toma, enxuga o rosto, - disse estendendo-lhe um lenço. De seguida pôs o carro a trabalhar e conduziu direto à casa dela. Estacionou junto à porta, e apressou-se a dar a volta ao carro para a ajudar a sair.
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14.3.22
ARMADILHAS DO DESTINO- PARTE XXIV
- Deixa-me pelo menos levar-te a casa. Precisas de um chá ou talvez uma bebida mais forte. Toma, enxuga o rosto, - disse estendendo-lhe um lenço. De seguida pôs o carro a trabalhar e conduziu direto à casa dela. Estacionou junto à porta, e apressou-se a dar a volta ao carro para a ajudar a sair.
7.12.20
CILADAS DA VIDA - PARTE LXVIII
- Bom dia, Olga.
-Bom dia, João. Como está a Teresa? Os bebés
já nasceram?
- A Teresa está no recobro, os bebés já
nasceram e estão bem, mas são tão pequeninos.
- São três num espaço que é suposto ser só para
um. E ademais são prematuros, mas o essencial, é que estejam bem. Foram para a
incubadora?
- Não, os médicos dizem que eles estão a
respirar bem e que apesar de pequeninos, não apresentam qualquer problema que
necessite ajuda médica. Foram para o berçário, até a Teresa sair do recobro,
depois vão para o quarto para ao pé da mãe. Ela mal os viu, eles foram logo com
o neonatologista para serem examinados. Mas depois falamos melhor. A Sandra está
por aí?
-Está no posto médico. A enfermeira Gabriela
fez o favor de esperar por ela para a avisar, senão nem sabíamos de nada.
- Deves compreender que foi tudo tão rápido que
não deu tempo para nada. Agora toma atenção, vai ao meu gabinete e da primeira gaveta
da esquerda, tiras a chave suplente do meu carro e diz à Sandra que mo venha
trazer. E tu passa as chamadas para o escritório, e segue-a no teu carro.
Preciso falar convosco, são quase horas do almoço, podemos almoçar por aqui
perto, a Teresa só sai do recobro dentro de duas horas. Mais tarde levas a
Sandra até ao carro dela.
Antes de vires telefona à Gabriela dá-lhe a notícia.
Não demorem, espero-vos na entrada do hospital.
Desligou a chamada, e ligou para o irmão que tinha o telemóvel desligado, provavelmente por estar em audiência no tribunal e então ligou para Helena, a cunhada para lhe dar a notícia.
Ela fez-lhe um monte de perguntas, se tinha corrido tudo bem, se tinha sido rápido, se ele assistira ao parto, se a Teresa estava bem se os meninos estavam na incubadora, se os podiam ir visitar, enfim uma infinidade de perguntas a que ele foi respondendo com podia e sabia, já que só quando a mulher fosse para o quarto poderia falar com a enfermeira do bloco, para saber essas coisas.
Atravessou o átrio do hospital
e chegou à porta da rua onde iria esperar pelas duas empregadas.
Olhou à volta, apesar do calendário marcar o
dia catorze de Fevereiro, o dia estava lindo, a temperatura amena, o sol brilhava radioso, e as árvores cobriam-se de minúsculos brotos, que mais tarde as encheriam de belas e verdes folhas. Ainda faltava mais de um mês para o início da Primavera, mas o clima do dia, já parecia tê-la antecipado.
18.10.19
OS SONHOS DE GIL GASPAR PARTE III
Uma chuva miudinha, recebeu-o ao chegar à rua. O mês de Novembro estava a chegar ao fim. Apesar do dia desagradável, as ruas fervilhavam de gente que se afadigava, com a aproximação do Natal. Ele não estava preocupado com isso. O seu Natal, seria no dia em que a filha nascesse, se tudo corresse bem com ela e viesse perfeita e de boa saúde. Chegou junto do seu carro estacionado no parque do hospital, abriu a porta, sentou-se ao volante e dando a volta à chave fez com que o veículo arrancasse suavemente. Dirigiu-se para os arredores da cidade. Vinte minutos depois acionava o comando que lhe abria o portão de acesso à sua casa, uma bela moradia de dois pisos rodeada por um extenso e bem cuidado jardim. Estacionou junto à porta. Desde que Sara estava no hospital nunca mais guardara o carro na garagem. Ficava à porta para que não perdesse tempo se houvesse alguma chamada urgente do hospital.
10.5.19
UM HOMEM DIVIDIDO - PARTE XLVII
De súbito, largou o copo em cima da mesa da sala, e dirigiu-se a passos largos ao quarto de hóspedes, abriu o armário, pegou no saco com a roupa que a jovem esquecera no quarto, meteu o telemóvel no bolso das calças, pegou na carteira e nas chaves e saiu. Foi à garagem, meteu-se no carro, ligou o motor e arrancou em direção a Lisboa. Olhou as horas. Nove horas. Muito cedo para já estar na cama, e decerto não iria sair no dia do seu regresso. E se tivesse saído, esperá-la-ia à porta até que voltasse. Tinha que ter uma conversa séria e definitiva com ela. Não podia desistir sem ter a certeza dos sentimentos que ela nutria por ele. Era a sua felicidade que estava em jogo. Estacionou junto ao edifício onde a jovem morava, e aproveitou o momento em que um casal de meia-idade saía, para entrar no prédio sem tocar a campainha. Descartou o elevador e subiu os dois lances de escada até ao andar da jovem. Aguardou um momento junto à porta. Não se ouvia nenhum ruído. Será que ela tinha saído? Bom, o melhor era tocar a campainha. E foi o que fez. Depois de uma curta espera, que a ele lhe pareceu interminável, Paula abriu a porta.
- Vim trazer a roupa que deixaste em Sintra, - disse estendendo-lhe o saco.
António deixou-se cair no sofá reparando que os seus olhos estavam vermelhos, como se tivesse estado a chorar. Sentiu de novo aquele impulso antigo, de a sentar no seu colo e a confortar, tantas vezes experimentado outrora no escritório do pai dela. Também lembrou as palavras do Padre Celso. “Seja sincero consigo e com ela. E se os seus sentimentos são tão fortes como parecem, pode ser que ela venha a corresponder.”
18.8.18
FOLHA EM BRANCO - PARTE XIX
19.3.18
A TRAIÇÃO - PARTE XXVII
DIA 19 DE MARÇO - DIA DO PAI
Porque hoje é um dia triste, o meu pai partiu há 9 anos, não interrompi a novela para um post alusivo ao dia. Apesar disso quero desejar a todos os amigos que por aqui passam, um feliz dia.
13.3.18
A TRAIÇÃO - PARTE XVI
9.3.18
A TRAIÇÃO - PARTE X
- Como está a tua mãe?









