Há pratos que nascem da simplicidade e surpreendem no sabor.
Foi assim com este esparguete de cenoura, que ganhou alma com os camarões e aquele toque salgado da anchova.
Fresco, rápido e com um leve picante que aquece só o suficiente. Uma daquelas refeições que se faz num instante e sabe sempre a mais.
Carbonara é um clássico da
cozinha italiana e, eu e a Elsinha, achámos que não poderia faltar na lista de
receitas deste mês dedicado às massas.
Com apenas 4 ingredientes,
conseguimos uma refeição rápida e saborosa para toda a família!
Esta é uma receita para
fazer em 30 minutos e deixar todos com vontade de repetir!
O molho de limão é
leve, refrescante e delicioso! E os croutons de alho tornam este prato de massa
simples numa refeição gourmet 😉
Perfeita tanto para os
dias de semana, como para os domingos de ronha, que não apetece estar muito
tempo de volta do fogão.
Motivada por um local que me
apaixona a cada nova visita, rodeada por um arvoredo lindo e por um silencio inspirador,
hoje do centro geodésico de Portugal, trago-vos um Pesto de Caules de Espinafres…
neste local a sustentabilidade e o respeito pelos recursos naturais são uma prática
natural e inata… e o que vejo e aprendo com os habitantes é verdadeiramente inspirador.
Um Pesto para aproveitar uma parte
menos nobre dos espinafres e que é perfeito para preparar uma massa. Mais fácil
é impossível!
E vocês também aproveitam os
caules dos espinafres? Digam-me como!
Colocar
os mais jovens a comer alguns vegetais por vezes é muito difícil...cá por casa
os brócolos, por exemplo, são de difícil aceitação e é sempre um drama. Às
vezes é preciso (muita) criatividade na hora de os incluir nas receitas, para
que o comam.
Esta
receita de Esparguete com Brócolos foi um sucesso, e os homens desta casa (sim
o adulto homem desta casa também não gosta) terem comido tudinho sem uma única
ruga na testa. 🙂 É
muito, muito fácil, e deliciosa.
Uma receita simples, prática e
deliciosa para reconfortar a alma 😊 e
ajudar a aligeirar o confinamento..
Esta
é uma daquelas receitas que estava em lista de espera há imenso tempo. E quando
digo imenso, acreditem, é mesmo imenso. Primeiro foi ficando em fila de espera
porque não tinha a máquina de fazer a
massa e achei que valeria a pena esperar por comprá-la
para fazer a massa de uma forma mais rápida e mais perfeita. Depois de comprar
a máquina, posso dizer que esta ficou imenso, mas também mesmo imenso, tempo
parada à espera na minha despensa. Sem conseguir explicar muito bem o porquê e
apesar de ser uma daquelas experiências que desde sempre me fascinou e que queria
muito fazer, cada vez que pensava em ir buscar a máquina, acabava sempre por
arranjar uma desculpa qualquer para adiar o processo.
Mas
no fim-de-semana passado, motivada não sei bem por que força maior, lá fui toda
decidida buscar a máquina à despensa, e coloquei mãos à obra.
Não
é segredo para ninguém que a massa fresca é muito melhor que a massa seca.
Disso eu não tinha dúvidas, até porque felizmente já vamos encontrando massa fresca
à venda. No entanto, poder participar em todo o processo, desde o pesar dos
ingredientes até à última garfada é uma sensação indescritível. Aqui há dias a
conversar com um chef amigo, ele contava-me que há uns tempos estava na cozinha
a testar uma receita e começou a rir. Um dos colegas perguntou-lhe do que se
ria e ele respondeu que se ria porque o que estava a fazer estava a resultar,
estava mesmo a resultar e a alegria, a satisfação que sentia era tão grande que
era impossível não exteriorizar a satisfação. Foi exatamente isto que eu senti
quando acabei de fazer a massa, a cozinhei e a servi. Pura satisfação. Puro
deleite. Completamente maravilhada por ter acabado de fazer esta receita, com a
sensação que cozinhar é maravilhoso.
Espero
que gostem e que ela vos inspire. Obrigado por estarem desse lado.