Intrusa na Cozinha
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Existem combinações que nasceram para nos surpreender, e esta sopa de banana e coco com camarão é, sem dúvida, uma delas!

Confesso que, se não fosse o nosso #oingredientedomes, talvez nunca me tivesse aventurado nesta combinação de sabores para uma sopa, e teria sido uma pena. É uma explosão de sabores exóticos que me seduziu por completo.

Uma dica importante, baseada na minha opinião: pela sua intensidade e cremosidade, esta sopa brilha mais quando servida em pequenas doses. É a entrada perfeita para um jantar especial, elegante, diferente e muito equilibrada se apreciada na medida certa.

Guardem esta receita, porque vale muito a pena experimentar (pelo menos!) uma vez.



 

Não há nada mais reconfortante do que uma tigela quente de sopa, estou certa que concordam comigo!

Esta é de tomate, feijão e acelgas, e além de ser uma delícia, é uma combinação de ingredientes que nos nutre e satisfaz. 👌

Experimentem e sintam todo o conforto e a riqueza que uma simples sopa pode oferecer 😉

 

 



 

Embora sendo uma apaixonada por castanhas, e tendo já confecionado variadíssimas receitas com este ingrediente, nunca tinha preparado uma sopa… shame on me 😊

Esta é uma sopa cremosa, nutritiva e sem dúvida muito reconfortante em dias mais frios.

Simples e fácil de confecionar, vai fazer as delícias de todos. Não hesitem em experimentar!

 

Sopa Cremosa de Castanhas, uma sopa outonal, darkmood photography, foodstyling


 

Os últimos dias de chuva e noites frescas convidam-nos para refeições quentes e aconchegantes.

Esta sopa, inspirada na tradicional canja de galinha., é preparada com cogumelos, e é uma versão que nos conforta tanto ou mais que a outra 😊

Encontrei esta receita no blogue Made by Choices, adorei o aspeto e já a repeti duas, usando variedades de cogumelos diferentes. A que mais nos remete para a versão tradicional é, na minha opinião, a que preparei só com cogumelos Pleurotus. A sua consistência faz-nos lembrar claramente a textura da carne.  A outra preparei com Shiitake, Pleurotus e Shimeji, igualmente deliciosa, e com várias texturas.

Nas fotos vão encontrar as duas versões. Na versão que fiz com mix de cogumelos usei também massa de grão-de-bico, isenta de glúten. 

Uma sopa nutritiva, deliciosa e que nos abraça a alma!


Receita fácil de Canja de Cogumelos, isenta de glúten



 

Contem-me lá: vocês são do grupo sopa todos os dias, ou nãããa, sopa só mesmo de vez em quando? 😁

Eu adoro sopa. Não há comida que mais me conforte assim que o Outono se instala e durante todo o Inverno, e raramente falta nas minhas refeições diárias. No tempo mais quente, confesso que nem sempre está presente, mas quando passo muitos dias sem comer, chega uma altura em que sinto falta, e tenho mesmo de comer um bom pratinho de sopa. O tipo de sopas também varia de acordo com o clima..em tempo quente faço cremes leves, mas no tempo fresco gosto de sopas robustas e cheias de alma!

A sopa que trago hoje, embora sendo um creme, é uma sopa "encorpada", cheia de sabor e aromas. Quando colocamos uma colher na boca começamos por sentir a cremosidade e depois chega a explosão de sabor! É simplesmente deliciosa.

 


 

Sopa cremosa de cogumelos, em taça branca e base de madeira e pano rosa, moody food photography

Os dias continuam a passar de um modo cansativo e duro.

Manter os meus jovens filhos em casa, descontraídos e de mente sã, não tem sido tarefa fácil.

Manter a minha mente sã, a lidar com eles e com o teletrabalho não tem sido fácil. Acabo os dias com a sensação de que fui atropelada, não por um mas, por dois comboios.

Salva-nos as receitas caseiras, que nos aquecem e dão alento!

Esta é uma receita que estava na lista há muito tempo. Queria experimentar a conjugação da abóbora e do gengibre, uma união muito explorada e que eu nunca tinha provado.

Sou fã de gengibre, do seu sabor forte e apimentado, e gostei dessa particularidade aliada ao sabor dos vegetais usados nesta sopa.

É um creme de textura suave, mas de sabor intenso.  Recomendo.

 

 

Não estarei sozinha certamente no cansaço e no desgaste que toda a situação ligada à pandemia provoca.  Felizmente ninguém da minha família direta contraiu o vírus, mas o medo está sempre presente… evita-se tudo. Evitam-se todos. Falta o mais importante. Faltam os afetos, o convívio, a segurança, a liberdade.

Estou cansada.

Num momento em que falta tanto, desfruto ao máximo dos pequenos prazeres que ainda estão ao meu alcance. Um deles é cozinhar e comer. É em algumas receitas que encontro conforto. Que dou conforto.

O aroma e o sabor desta canja chegam para acalmar momentaneamente o corpo e a mente. Comfort food no seu melhor...



Aqui há dias em conversa com um amigo, que vai seguindo as minhas aventuras culinárias, acabei por constatar que o meu blog de momento está muito mais dedicado aos doces do que às receitas salgadas. Houve efetivamente uma alteração de publicações, e essa constatação deixou-me um pouco pensativa. Continuo a cozinhar todos os dias, embora cada vez com menos empenho, engenho e arte, principalmente durante a semana e isso deve-se a meu ver principalmente porque chego cada vez mais tarde a casa e mais cansada, o que me leva a não ter grande vontade de cozinhar. Como só me dedico às receitas para o blog no fim de semana, tendencialmente tenho dedicado mais tempo aos doces, realmente…. E depois tenho de confessar que cada vez me dá mais gozo fazer bolinhos, bolachas e afins.
Mas, e numa tentativa de contrariar essa tendência, hoje trago uma receita que há muito queria experimentar: os famosos chowders. Para tal foi preciso sair claramente da minha zona de conforto. E muito. Sou adepta das nossas sopas bem tradicionais com feijão ou grão, couve e afins. Também gosto de uns cremes mais leves de feijão verde ou agrião, mas só para desenjoar das sopas mais fortes 😊  assim foi num acto de pura loucura que me lancei a fazer o meu primeiro chowder. E a provar. Sim porque também nunca tinha provado – o que me leva a não ter um ponto de referencia ou de comparação.  Se gostei? Sim. Se amei? Não.  Mas será sem dúvida uma receita a repetir com outros ingredientes.  Para esta primeira experiência recorri a uma receita de um mestre, o chef Jamie Oliver, numa versão dedicada ao nosso ingrediente do mês: o milho.
Aqui fica então!




As sopas são uma constante na minha mesa. Raramente faltam de verão ou inverno, outono ou primavera, mas é nas estações mais frias que elas sabem melhor… sabem a conforto, a aconchego. Quem consegue resistir a uma taça de sopa aromática e fumegante, num dia de chuva e frio?... Comfort food na sua plenitude.



Este é o tipo de sopa que me conforta. Que adoro fazer e comer nestes dias chuvosos.
Curiosamente, foi a primeira vez que usei batata-doce em sopa, e tenho de dizer que adorei a combinação.
Também foi a primeira vez que fiz um refogado para sopa. Normalmente junto os legumes todos em cru no caldo. Sem dúvida que o sabor dos ingredientes se destaca mais, mas será sempre uma opção para “de vez em quando”.

Assim, esta receita foi uma estreia em muitos sentidos, e uma aconchegante refeição de final de dia.



Ingredientes (6/8 pessoas):
1 Cebola grande, picada
3 dentes de Alho, picados
1 folha de Louro pequena
1 Cenoura grande, cortada aos cubos
2 Batatas grandes, cortada aos cubos
1 Batata-Doce grande, cortada em cubos
200g de Couve, só folhas sem talos ou nervuras, e cortada em juliana muito fina (como preparada para Caldo Verde)
1 Linguiça, cortada às rodelas finas
3 c. sopa de Azeite
cerca de 10 folhinhas de Alecrim fresco
2Lt de Caldo de Legumes ou de Galinha, quente
Sal e Pimenta a gosto



Preparação:
Verta o azeite no fundo de uma panela grande. Aqueça-o, e junte a cebola e os alhos. Deixe refogar até que a cebola fique translúcida. Junte as rodelas de linguiça, e deixe cozinhar até que a linguiça fique ligeiramente crocante nas bordas, e liberte alguma da sua gordura e sabor. Em seguida, adicione as batatas e as cenouras e cozinhe, por um minuto ou dois, apenas o tempo suficiente para as batatas começarem a pegar no fundo da panela, mas não o suficiente para queimar.
Adicione o caldo e deixe ferver, raspando o fundo do tacho com uma colher de pau, para libertar alguns pedaços de batata ou linguiça que estejam colados. Ferva por alguns minutos, e em seguida adicione as batatas-doces.
Tempere de sal e pimenta, e adicione as folhas de alecrim.
Quando as batatas começarem a ficar macias, adicione a couve, e deixe ferver, em lume brando, até que a couve esteja cozida.
Se gostar, sirva acompanhado de pão torrado.


Receita adaptada de Food52
Raramente faço cremes deste género. Os meus comensais são fãs de sopas mais tradicionais. E eu tenho de confessar, também o sou.
Mas desta vez quis aventurar-me numa sopa diferente, e este creme deixou-me bastante satisfeita, pelo sabor, pela cremosidade, e pela textura. Adorei cada colher.

Uma proposta com as cores e sabores do Outono.


Ingredientes (4 pessoas):
1 Abóbora Manteiga
1 Cebola, picada
3 c . sopa de Azeite
330g de Grão cozido
cerca de 600ml de Água, de preferência da cozedura do grão
Sal q.b.
1 pitada de Noz-moscada, acabada de moer
1 c. café de Pimentão-doce
Pimenta Preta, moída na altura

Sementes de Abóbora para servir



Preparação:
Pré-aqueça o forno a 150ºC.
Separe a abóbora manteiga em 2 partes no sentido vertical. Retire as sementes, pincele com um pouco de azeite, e tempere com um pouco de sal. Leve ao forno, até que esteja cozida, o que deve levar cerca de 40 minutos.
Numa taça coloque 30g de grão cozido, o pimentão-doce, e uma colher de sopa de azeite. Tempere com uma pitada de sal fino e pimenta preta acabada de moer. Envolva muito bem.
Retire a abóbora do forno.
Aumente a temperatura do forno para os 200ºC, e num tabuleiro forrado com um tapete de silicone, espalhe o grão, e leve ao forno até que este esteja douradinho e estaladiço.
Com a ajuda de uma colher retire a polpa da abóbora, descartando a casca. Reserve.
Num tacho, coloque 2 colheres de sopa de azeite, e refogue a cebola até que esteja translúcida.
Adicione a água e o grão e deixe levantar fervura. Junte a abóbora e triture.
Acrescente um pouco mais de água se necessário. Adicione a noz-moscada e retifique os temperos se necessário.

Sirva o creme acompanhado pelo grão estaladiço e algumas sementes de abóbora.

Este é o tipo de sopa que, na minha casa, se come de Verão e Inverno. É certo que é nos dias mais frios que ela melhor sabe, mas na minha cozinha é uma sopa intemporal. Aliás esta e qualquer outra sopa que tenha feijão na sua confeção. Posso juntar o que quiser, mas se tiver feijão, branco, preto, castanho, ou duas caras, é certo que será uma sopinha bem recebida à mesa. Por todos.

Por isso, por todas as razões, e por nenhuma em especial, deixo-vos com uma sugestão, já mais Outonal, já a pensar nas noites mais frescas que se vão fazendo sentir.




Ingredientes (6 a 8 porções):
200g de Feijão Seco (eu gosto de usar as variedade manteiga ou catarino)
1 folha Louro
1 Cenoura
1 Cebola
1 cabeça Nabo pequena
4 Batatas
250g de Abóbora, limpa de sementes e casca
100g de Nabiças
Azeite q.b.
Sal a gosto



Preparação:
De véspera, lave muito bem o feijão, e coloque-o de molho em bastante água.
No dia, descasque as batatas, a cenoura, o nabo, a cebola, e lave muito bem. Corte-os todos em pedaços pequenos, bem como a abóbora.
Numa panela grande junte o feijão e os vegetais, e encha de água até ficar um pouco acima do nível dos vegetais. Tempere de sal, coloque a folha de louro e leve a lume médio, até que os feijões estejam praticamente cozidos. Caso necessário, durante a cozedura, vá acrescentando água quente para manter o caldo.
Retire a folha de louro e acrescente as nabiças, previamente arranjadas e lavadas, e o azeite, e deixe mais alguns minutos ao lume, até que as nabiças estejam cozidas, o que não levará só alguns minutos. Prove e retifique o tempero caso necessário.

Notas: Eu gosto de cozer o feijão bem devagar, em lume médio/baixo, pelo que a sopa leva cerca de 2 a 3 horas a estar pronta.
Raramente publico receitas de sopa, e não sei bem porquê...
Sopa, cá em casa, é obrigatória em todas as refeições. É óbvio que temos excepções, mas são muito poucas. Sopa é regra. Depois pode haver um segundo mais completo ou mais descontraído. Mas sopa tem de haver... é de tal maneira que sempre que não há sopa os meus filhos fazem uma festa...  yeeeeee, gritam eles!
Esta é talvez uma das sopas preferidas cá em casa e a mais consensual; para uns porque tem linguiça, para outros porque tem feijão ou massa, e para outros, como eu, simplesmente porque é sopa e é boaaaaaaa..
e vocês gostam de sopa?


Ingredientes (8 a 10 porções):
2 Batatas
2 Cenouras
2 Nabos
1 Cebola
2 mãos cheias de Massa Cotovelos
Feijão Catarino seco (cerca de 250g)
1 Couve Portuguesa pequena
1 Linguiça de boa qualidade
1 folha de Louro
1 dente de Alho
Sal q.b.
Azeite q.b.

Preparação:
De véspera coloque o feijão de molho com bastante água.
No dia seguinte, leve o feijão a cozer em bastante água temperada de sal, com a folha de louro e o dente de alho esmagado. Aproveite a água de cozer o feijão, retirando a folha de louro e 
Numa panela grande junte as batatas, as cenouras, os nabos, e a cebola  previamente cortados aos cubos pequenos e bem lavados. Junte também os feijões e a água da sua cozedura, e se for preciso coloque mais água de forma a que tudo fique submerso em água. Leve a cozer em lume moderado, sem pressas, deixe que os legumes fiquei bem tenros e se gostar desfaça alguns com a ajuda de um garfo, para obter um creme.
Lave e arranje a couve, retirando os talos e corte as folhas em pedaços. Junte ao legumes bem como a linguiça. Deixe cozer até que a couve esteja quase tenra. Por último junte a massa e deixe cozer. Apague o lume, retire a linguiça e junte um fio de azeite, e envolva. Corte a linguiça às rodelas e sirva com a sopa.
Pelo 4º aniversário  do seu blog, a Manuela do Tertúlia de Sabores lançou, como lhe chamou, um verdadeiro desafio:
A Maria é voluntária das Nações Unidas em Timor Leste. O desafio maior calculo que seja o dia a dia voluntário da Maria, mas a confecção das suas refeições também não deixa de ser uma tarefa herculiana, tão escassa e parca é a sua lista de ingredientes, bem como os utensílios para as preparar.
Foi-nos então lançado o repto de contribuirmos com receitas adaptadas à sua lista.
Decidi contribuir com 2 receitas, por forma a rentabilizar um dos ingredientes a que tem acesso, a galinha; por isso trago, uma sempre reconfortante Canja (tão amada por uns e odiada por outros - espero que a Maria esteja no 1º grupo):



e uma Feijoada de Galinha.


Espero que a Maria goste e desejo-lhe as maiores felicidades.


Ingredientes:
1 galinha média
2 latas de feijão
2 cebolas
4 dentes de alho
5 cenouras
3 tomates maduros
1 c. sopa de azeite
sal q.b.

Preparação:
Leve a cozer a galinha em bastante água temperada de sal. Junte à galinha 1 cebola descascada e partida em 4 pedaços, 1 cenoura descascada e partida em pedaços, 1 dente de alho descascado, e deixe a cozer durante uns 30 minutos. Depois retire a galinha para um prato, mas reserve a água. Separe a galinha em pedaços: as pernas, os peitos, as asas.
Canja:
A cerca de 6 chávenas de chá da água da cozedura da galinha, junte 2 conchas de mão de arroz. Leve a ferver até cozer o arroz. Depois junte um dos peitos da galinha desfiado.
Feijoada:
Num tacho junte o azeite, as cebolas e os alhos picados, e leve ao lume a refogar. Depois junte os tomates sem pele e sementes, e cortados em cubos pequenos. Deixe refogar mais um pouco, e depois junte 1/2 chávena da água da cozedura da galinha, e deixe apurar mais um pouco. Descasque as restantes 4 cenouras e corte-as às rodelas grossas. Junte ao tacho. Passados uns minutos junte a galinha, o feijão cozido (bem como a água que vem nas latas). Deixe apurar mais um pouco.

Bom Apetite
Esta sopinha foi feita com o que sobrou da receita anterior, ou seja, a água da cozedura do feijão... seria um desperdício enorme não aproveitar aquele caldo!


Foi só juntar ao caldo que tinha ainda 1/2 dúzia de feijões:
3 batatinhas
1 cebola
1 cenoura
Deixei ferver durante uns minutos, reduzi os legumes a puré e acrescentei a couve lombarda cortadinha bem fininha!...Juntei 1 mão bem cheia de massa cotovelos e deixei cozer em lume bem brando. Depois apaguei o lume juntei um generoso fio de azeite, mexi e servi.

Estava divinal!

Bom fim de semana!!
Mais uma sopinha....


Ingredientes:
2 batatas
250g de feijão manteiga demolhado (ou já previamente cozido)
2 cenouras
1/2 alho francês
1 molho pequeno de espinafres
Azeite q.b.

Preparação:
De véspera coloque o feijão manteiga de molho.
Leve ao lume a cozer o feijão, as batatas, as cenouras, e o alho francês, e tempere de sal. Depois de tudo cozido, reduza os legumes a puré e junte as folhas dos espinafres. Deixe cozer uns 10/15 minutos em lume brando/baixo. Junte um bom fio de azeite, mexa e apague o lume.
No fim de semana passado, consegui finalmente, fazer um fim de semana a dois, para alimentar a alma!
Foi passado numa zona do nosso Alentejo, que eu não conhecia especialmente bem, e que me conquistou.
Começámos por Vila Viçosa, e Estremoz, seguindo-se Campo Maior e depois Alter do Chão.
Foi sem dúvida um fim de semana maravilhoso, e do qual ainda espero fazer alguns destaques, bem merecidos.

Começo por um destaque gastronómico... uma sopa que comemos em Estremoz, que adorei e que decidi fazer assim que me foi possível: um delicioso creme de alho francês com coentros.
Os ingredientes são meramente indicativos, uma vez que costumo fazer sempre "a olho".



Ingredientes:
4 batatas grandes
1 cenoura
2 alhos franceses
sal e azeite q.b.
Coentros (a gosto)

Preparação:
Comece por levar ao lume as batatas, a cenoura e os alhos franceses. Quando cozidos reduza a puré. Acrescente um bom fio de azeite e desligue o lume. Acrescente os coentros e envolva.
E bom apetite.

Update: A Su deixou um comentário nesta receita, mencionando o aspecto dos coentros. Como já expliquei no comentário, o aspecto dos coentros é diferente do que habitualmente conhecemos, porque os que usei vieram da horta do meu pai, e estavam maioritariamente espigados, o que faz com que as folhas tenham uma forma muito mais rendada, como na foto que coloco em baixo. O sabor, esse mantém-se.
Este ano ao contrário do que é costume, não ando muito amiga de sopas. Nem sei explicar porquê, porque adoro sopa... Mas este ano andamos realmente de costas voltadas.
Contudo, numa tentativa de reconciliação, fiz este creme de alho francês, que me soube divinamente.
Bom fim de semana!



Ingredientes:
(As quantidades que apresento são meramente indicativas, porque normalmente faço como se costuma dizer "a olho", e em quantidade para 2 refeições)
4 batatas pequenas
1 cebola grande
1 alho francês
1 cenoura
sal e azeite q.b.

Preparação:
Comece por descascar as batatas, a cebola, a cenoura, e corte os alho francês às rodelas finas. Lave bem, e leve ao lume a cozer todos os vegetais temperados de sal, à excepção do alho francês. Depois de cozidos reduza a puré com a varinha mágica. Acrescente o alho francês e deixe cozer mais uns minutos (5/10 minutos), em lume brando. Apague o lume e deite um generoso fio de azeite e mexa bem.

Bom Apetite!
Com o regresso dos dias frescos as sopas voltam a ser uma constante na mesa. Desta vez um nutritivo creme de nabiças da horta do meu pai. Fica a sugestão.


Ingredientes:
4 batatas
1 cebola
1 dente de alho
1 cenoura
1 molho de nabiças

Preparação:
Leve a cozer as batatas, a cenoura, o alho e a cebola; quando estiverem cozidos reduza a puré. Acrescente as nabiças e deixe cozer. Reduza novamente a puré, acrescente o azeite e apague o lume.
Uma sopa muito saborosa, fácil e rápida de fazer.

Receita adaptada de: Revista Saúde à mesa n.º 2


Ingredientes:
200g de batata
50 g de arroz
2 dentes de alho
1 cebola
1 ramo de coentros
2 c.sopa azeite
1 ovo cozido

Preparação:
Coza as batatas juntamente com a cebola e os alhos. Reduza a puré e leve de novo ao lume. Quando levantar fervura junte o arroz, os coentros picados e a cenoura ralada. Quando tudo estiver cozido, retire do lume, regue com o azeite e junte o ovo picado.
Bom apetite!
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Acerca de Mim

Acerca de Mim
O Intrusa na Cozinha foi criado em 2010, com o humilde propósito de registar e fotografar as receitas que eu cuidadosamente preparava para minha família e amigos. Porém, rapidamente se tornou uma parte muito importante da minha vida, onde diariamente aprimoro a minha paixão pela fotografia culinária e food styling.

Desafio Culinário #oingredientedomes

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O Intrusa na Cozinha foi criado em 2010, com o humilde propósito de registar e fotografar as receitas que eu cuidadosamente preparava para minha família e amigos. Porém, rapidamente se tornou uma parte muito importante da minha vida, onde diariamente aprimoro a minha paixão pela fotografia culinária e food styling.

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