Intrusa na Cozinha
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Todas as oportunidades que surgem para fazer uma Panna Cotta são bem-vindas 😊 Quando a Huepo Foods me desafiou a criar uma receita com um dos seus produtos, surgiu logo a ideia de uma Panna Cotta, uma sobremesa rápida, prática e muito versátil, e onde o sabor da fruta sai destacado! Podem usar qualquer um dos sabores, na certeza de terem um final de refeição delicioso e frutado.

Espero que gostem da sugestão!

 




#estaumcalorquenaoseaguenta!
…completamente desesperante.

Com temperaturas tão elevadas as refeições têm-se resumido a saladas, fruta fresca e bebidas bem fresquinhas. Não há vontade para refeições elaboradas, nem para as fazer nem tão pouco comer.

A salada que trago hoje é das minhas favoritas, com ingredientes cuja combinação deixa as minhas pupilas gustativas muito felizes 😊

Não se trata de uma receita, mas sim de uma sugestão, na qual aproveito para vos apresentar mais um projeto português: as bases de degustação Duuras.

Pensadas e construídas em Portugal, as bases de degustação da DUURAS são produzidas em dois materiais diferentes, Ardosia Negra ou Mármore Estremoz e em variadíssimos feitios.

A sua beleza torna-as perfeitas para dar um toque especial às nossas receitas e à forma como as apresentamos, seja num simples almoço ou um jantar mais requintado. Além da sua beleza, estas bases são bastante resistentes, fáceis de limpar e podem ser personalizáveis com o vosso logotipo ou nome.

Fiquem a conhecer toda a varridíssima gama e mais alguns pormenores no site da Duuras ou na página de Facebook.
Aceitem então esta sugestão deliciosa e bem fresca para estes dias de calor extremo!



Se este mês já se adivinhava doce e especial, a novidade que vos trago confirma a previsão.
Para ajudar a celebrar este mês e torná-lo ainda mais representativo, tenho o prazer e o privilégio de anunciar que o Vale D’Amêndoa decidiu associar-se à rubrica e, juntos, vamos sortear um cabaz de Natal com muitas amêndoas! Digam lá se não é um presente de Natal excecional!




O Vale D’Amêndoa, localizado em Vila Nova de Foz Côa, capital da Amendoeira em Flor, de entre as terras de xisto e os vales do Douro, é uma organização dedicada à produção e comercialização de amêndoas. As características das terras de montes e vales e o clima próprio da região proporcionam condições perfeitas para dar origem a um dos frutos secos mais apreciado em todo o mundo, a amêndoa.
A empresa pretende honrar os costumes e valores das terras do Douro, cultivando árvores cuidadosamente selecionadas das variedades tradicionais, recorrendo a recursos naturais com preocupações ambientais promovendo uma agricultura sustentável para que esta se possa prolongar por mais gerações sem comprometer o ambiente e dando origem a alimentos de alta qualidade.
Desta forma, o Vale D’Amêndoa pretende levar até si amêndoas de uma incomparável qualidade distinguindo-se pela sua textura crocante, pelo sabor adocicado e amanteigado, resultado da sua riqueza em gordura natural tão importante para a saúde do nosso coração.

Para que possam comprovar a sua incomparável qualidade, vamos sortear um cabaz composto por:
·         1kg de Amêndoa Nacional em Casca Rija
·         400gr de Miolo de Amêndoa Nacional com Pele
·         400gr de Miolo de Amêndoa Nacional sem Pele



O sorteio estará a decorrer na página de Facebook do Blogue e para se habilitarem a ganhar só têm de:
ü  Colocar "Gosto" na página do Facebook Intrusa na Cozinha
ü  Colocar “Gosto” na Página do Facebook Vale D’Amêndoa
ü  Partilhar a imagem original do passatempo no perfil pessoal do Facebook e em modo público
ü  Deixar um comentário na imagem original do passatempo mencionando 3 amigos (o nome deverá ficar a azul); podem participar as vezes que quiserem, nomeando sempre amigos diferentes

Regulamento:
Ø Apenas quem cumprir as condições de participação será admitido ao sorteio.
Ø O passatempo terá início hoje, dia 9 de dezembro de 2017, e termina às 23h59 do dia 24 de dezembro de 2017.
Ø Terminado o passatempo, o vencedor será contactado a fim de receber o prémio.
Ø O passatempo é válido apenas para residentes em Portugal (ou com morada em).
Ø O prémio será atribuído via Random.org
Ø O vencedor será anunciado na página Intrusa na Cozinha no dia 26 de dezembro de 2017.


Boa sorte a todos!!!

Uma das mais valias de manter o blogue, além do enriquecimento pessoal, tem sido o prazer de conhecer algumas pessoas e/ou projetos que claramente marcaram a minha vida pela positiva. Duas dessas pessoas são o casal por detrás da marca Amálgama e do qual vos falei pela primeira vez aqui.
Felizmente a empresa vai ganhando o seu espaço, graças à garra, empreendedorismo e resiliência do casal e é claramente uma prova de que é possível, de que os sonhos são possíveis e estão ao nosso alcance. Não tenho a menor dúvida que eles já se questionaram inúmeras vezes se deveriam seguir em frente ou não, perante algumas (muitas) dificuldades que surgiram, mas a sua persistência, boa disposição e vontade de vencer tem aberto e criado algumas oportunidades e visibilidade….a visibilidade que eles precisam para que o seu produto ganhe o espaço merecido como marca portuguesa de prestigio e qualidade.
Gosto muito deles, não só pelas pessoas que são e com as quais tenho o prazer de privar, como também pela prova de superação e garra que representam.

E foi para eles, num jantar onde tive o prazer de os receber em minha casa, que fiz pela primeira vez estes bolinhos de castanha, elaborados com a sua farinha de castanha obviamente.
Já os fiz por três vezes. A primeira na receita que vos apresento primeiro. Como achámos todos que o sabor da castanha se destacaria muito mais se levasse menos açúcar fiz uma segunda vez onde retirei 20% da quantidade inicial ao açúcar, o que se refletiu sem dúvida numa melhoria de sabor. Numa terceira aventura, decidi tentar uma versão sem glúten, adicionando ainda a amêndoa e o cacau, o que se revelou uma união de sabores deliciosa. Acho que a castanha funciona muito bem com a amêndoa, e ainda melhor com o cacau, e por isso esta terceira versão foi a que mais me agradou.

Espero que se sintam inspirados a experimentar!

Espreitam o novo site da Amálgama e fiquem a conhecer não só o projeto mas também os produtos, bem como os rostos por detrás dele. Lá encontram também algumas sugestões de receitas com a farinha de castanha. Com muito orgulho algumas delas minhas! 😊

Desejo-vos o melhor, de coração, Sílvia e André.



E agora a receita…

As receitas tardam em aparecer, eu sei.
Este que foi um mês tão desejado pelo ingrediente, tem sido muito preenchido em projetos e atividades, que o tempo para passar as receitas para o papel e fotografá-las tem sido nenhum….
Quem segue a minha conta de Facebook e IG deu conta que o fim de semana passado foi pleno de emoções e bem ativo. Pelo segundo ano estive presente na Feira da Castanha e Paladares de Outono de Trancoso, a convite do Município de Trancoso, e o novembro não poderia ter começado de melhor forma.
Este ano tive não só o prazer de apresentar dois Show Cookings, como ainda recebi o convite para integrar o júri do Concurso Doçaria da Castanha, nas categorias Compotas e Geleias e Bolos e Doces de Colher.
Foram dois dias muito intensos, cheios de alegrias, partilhas, aprendizagens, conversas e amizades. Venho de coração cheio, bem mais rica por todas as trocas de experiência, pelas pessoas fantásticas que conheci e outras que tive o prazer de rever. O ambiente, a sinergia que existe na feira e nas pessoas que lhe dão vida e corpo, faz-nos sentir em casa, como se pertencêssemos a uma mesma família. Trancoso prima pelo bem receber, e fá-lo de uma forma calma, serena e cheia de carinho. Não há como não nos sentirmos como em casa, e na altura do adeus já estamos cheios de saudades.

Este ano nos Show Cookings, apresentei três receitas, usando não só a castanha em fruto fresco, mas também em compota e castanhas em calda, e ainda em farinha, tentando desta forma demonstrar que podemos usufruir do sabor e dos benefícios deste fruto nas suas variadíssimas apresentações/transformações.  Com castanha fresca apresentei um Rolo Folhado de Castanha com Cogumelos e Farinheira; usei castanhas em calda e em compota num Salame de Castanha; e por último, e valorizando a farinha, numa receita muito simples de preparar, preparei umas Madalenas de Castanha. São três receitas muito fáceis de preparar e muito ricas em sabor, que espero trazer-vos muito em breve.
Os showcookings tiveram o apoio dos meus parceiros Sweet Castanea e Amálgama, e para eles vai o meu enorme agradecimento por toda a ajuda e confiança depositada.

Mais uma vez o meu especial obrigado ao Município de Trancoso pelo convite.

E agora, algumas fotos da feira e da minha participação.



Os últimos dias têm sido particularmente animados e cheios de projetos, que em breve espero poder partilhar convosco.
Mas, embora o tempo não estique e sinta que de momento não sobra quase nenhum, não consegui resistir a fazer um bolinho com a minha nova forma Elegant Party da Nordic Ware, que recebi pela através da Lecuine Portugal.
Estava super ansiosa por usá-la!... Não há como resistir à beleza e qualidade destas formas, que têm a inegável qualidade de transformar qualquer simples receita num bolo deslumbrante!  Foi como se o universo se tivesse unido, e de alguma forma eu encontrei uma receita maravilhosa de um bolo de abóbora que ficou lindo de morrer na Elegant Party. Não poderia ter ficado mais feliz com a estreia. Um bolo maravilhosamente aromático, que deixou na minha cozinha um aroma delicioso e irresistível, e que ficou lindo!




Posso garantir-vos que a partir do momento em que usarem a vossa primeira forma Nordic Ware, não vão querer usar outro tipo de formas na vossa cozinha. Não são artigos propriamente acessíveis é certo, mas estarão a adquirir um produto de excelente e comprovada qualidade, que vos vai durar uma vida, e com a certeza que os bolos ficam sempre lindos e perfeitos.
Visitem o Lecuine, e vejam a dezena de artigos para a vossa cozinha, e se quiserem experimentar uma das maravilhosas formas da Nordic Ware com valor acima dos 40€ poderão desfrutar dos portes grátis.




E hoje chega o Outono. Pelo menos no calendário. Oficialmente terá o seu início hoje às 14h21.
Se estivermos com atenção e vontade, conseguimos perfeitamente notar os sinais. Uns mais tímidos que outros, eles estão aí. O Outono chegou. Nas cores, nas folhas que caem, na temperatura mais fresca das manhãs e das tardes, na ausência do chilrear dos pássaros, nos frutos e legumes, nos dias mais curtos. Na minha vontade!

E para celebrar trago uma receita cheia de sabores e aromas do Outono.
E que seja um muito bom Outono para todos.



Não sei se vos acontece o mesmo, mas a mim já me vai sabendo muito bem comidinhas mais reconfortantes, mais outonais. Daquelas que nos fazem lembrar a comidinha da mãe ou da avó. Cheias de sabores e aromas. É o caso desta. Uma refeição para fazer e degustar com calma, e apreciar cada garfada intensamente.


É ao fim de semana que consigo desfrutar de um momento que cada vez prezo mais… tomar o pequeno almoço lentamente e em paz. Quase sempre bem cedo, e com a casa num silêncio tranquilizador, desfruto de um momento só meu. Curioso que durante muitos anos preferi deitar-me tarde e tarde erguer-me. Em tempos de liceu e faculdade, muitas vezes preferi fazer noitadas para realizar trabalhos ou estudar. Entre o estar acordada noite dentro ou levantar-me cedo para realizar as tarefas, a decisão recaia sempre nas noitadas. Sempre me deitei tarde. Ainda o faço hoje em dia. Mas se antes compensava as horas de sono, e me levantava tarde, hoje em dia já não o consigo fazer. E o mais curioso é de momento adoro levantar-me cedo. Adoro a luz e os sons da manhã, dos momentos em que o resto da casa e da rua ainda descansa. E levantar-me cedo dá-me outra energia, outra química, que faz com que os dias corram melhor.

E assim bem cedo trago-vos uma forma saudável e saborosa de começar o dia.
Goodmorning sunshine!



O setembro chegou de uma forma arrebatadora, com uns dias bem intensos a todos os níveis.
Começou com uns dias de um calor perfeitamente anormal e sufocante. Mesmo a fazer valer o ponto de que o verão ainda não terminou, nem nada que se pareça. Felizmente que, entretanto, a temperatura baixou, ainda que de uma forma abrupta.
Entretanto, para muitos, as aulas já começaram, e a criançada lá foi, uns mais animados que outros, uns a começar uma nova etapa das suas vidas, outras na continuação do seu percurso, mas lá foram. Os meus ainda não começaram, mas a agitação com que estão é quase igual a como se já tivessem começado. Dou por mim a desejar que comece bem depressa para esta fase passar o mais rápido possível, e toda a energia acumulada possa ser usada de uma forma mais útil do que a deixar-me de cabelos no ar. A azafama dos livros, dos cadernos, borrachas e afins tem-me esgotado. Mas nem tudo é mau… não… ver a alegria deles, embora cansativo, é muito bom. Saber que gostam da escola e se sentem lá bem é reconfortante e tranquilizador.

No meio de todo este turbilhão de tarefas e emoções, a minha cozinha tem estado a meio-gás, e está a ser difícil voltar à normalidade. Mas devagarinho, muito devagarinho, vai ganhando alento. Continua a fazer-se refeições, obviamente, mas tudo coisas bem simples e sem merecer destaque. As minhas receitas com o ingrediente do mês ainda não passaram do papel…
A receita que trago hoje já foi feita há uns dias atrás, e confesso que estava ansiosa por conseguir publicá-la.
Voltei às tartes com fruta, e juntei dois ingredientes que amo, e que na minha opinião se completam muito bem, os figos e a castanha. Desde a massa ao recheio esta tarte é absolutamente divina no sabor. Viciante talvez seja a melhor palavra para a descrever. Comemos um pedaço, e depois mais outro, e conseguir parar é o grande desafio. 
A qualidade da farinha de castanha da Amálgama, e o seu sabor são claramente postos em evidência nesta receita. A massa fica suave e muito macia, e o sabor do recheio é arrebatador.
Além do seu sabor riquíssimo, esta tarte é bastante especial não só pelos nutrientes que a farinha de castanha oferece, mas também pelo fato de ser uma farinha isenta de glúten, o que a torna uma excelente opção para a dieta dos celíacos. Nesta receita além da farinha de castanha adicionei uma outra farinha isenta de glúten, para que seja completamente glutenfree, e possa também ser apreciada pelas pessoas que são intolerantes a esta proteína.



Espero que se sintam muito inspirados a experimentar esta receita, porque tenho a certeza que a vão adorar.




Se há uma coisa em que os portugueses têm orgulho é na gastronomia. Todos enchemos o peito e levantamos o queixo aquando se trata de falarmos da nossa cultura gastronómica, na sua riqueza, diversidade e sabor. Não será com certeza a única coisa em que temos orgulho, mas é claramente um tema onde existe um grande consenso.
E eu acho que temos todas as razões para nos sentirmos orgulhosos. Temos, sem reservas, uma gastronomia riquíssima e variadíssima. Podemos ser pequenos em espaço geográfico, mas somos gigantes no que toca a receitas cheias de tradições e que destacam as principais riquezas nacionais.
Não poderia deixar passar o mês dedicado ao tomate sem trazer uma receita bem tradicional portuguesa: o nosso arroz malandrinho de tomate.
Uma receita que pessoalmente adoro e que me lembra sempre os tempos de miúda, uma vez que foi nessa fase da minha vida que mais o comi.
Era uma receita repetida muitas vezes, quase sempre acompanhada por peixe frito, ou uns não menos tradicionais pastéis ou pataniscas de bacalhau.
E o aroma que paira na minha cozinha quando o faço leva-me sempre para outras cozinhas onde o vi tantas vezes ser feito… pela minha tia… pela minha mãe… pelo meu avô.
Todos terão a sua versão. Uns colocam mais este ou aquele ingrediente. Mas o que importa é a tradição com que ainda se faz e o conforto que transmite quando o saboreamos.

Em jeito de hino à nossa cultura e tradição gastronómica, trago então o meu arroz malandrinho de tomate.





Agosto
Praia
Ondas
Mergulhos
Areia
Conchas
……  e inevitavelmente Bolas de Berlim!

Há prazeres que não se explicam, e o de comer uma bola de Berlim, com o pé enfiado na areia, é um deles… não se explica, lambe-se o açúcar dos lábios e pronto. Não há nada melhor.
As que vos trago hoje são especiais. São de castanha. Isso. Feitas com Farinha de Castanha Portuguesa Amálgama.
E sabem uma coisa? Para mim, são melhores ainda que as tradicionais!


A massa ficou perfeita, com um leve sabor a castanha, e bem fofinha. Recheadas com o creme ficaram absolutamente divinais. 


Preferi fazê-las pequenas, que se comem em duas dentadas. Faz parecer que o pecado é menor! 



Já não é segredo a minha paixão por castanhas. Adoro trabalhar este ingrediente, e tem sido uma descoberta bastante interessante usá-lo em receitas que fogem do tradicional e que permitem desfrutar do seu sabor de uma forma não sazonal.
Quando fiz o Cheesecake de Castanha fiquei muito satisfeita, quer com o resultado visual final, mas principalmente com a frescura da sobremesa, tornando possível aos amantes da castanha, como eu, tirar todo o partido do seu sabor em pleno verão.
Hoje repito a sensação. Trago uma sobremesa cheia de sabor, fresca e suave o suficiente para a tornar numa receita maravilhosa para saborear em dias mais quentes.

Para desfrutar bem fresca!

 


A minha alfazema está linda, linda!!
Este ano plantei mais alguns tipos de lavandas, mas ainda estão muito tímidas. A mais “velhota”, essa sim está no seu esplendor máximo!
Adoro o aroma que espalha pela casa, e o seu sabor continua a apaixonar-me a cada nova experiência.

E inspirada na minha alfazema, hoje trago uma sugestão doce, cremosa e fresca! Com alfazema e limão, dois sabores que gosto imenso, e cuja conjugação contribui para uma sensação de frescura ainda maior.

Puder usar a Geleia com Alfazema da Casa Painova, projeto que já apresentei aqui, foi como a cereja no topo do bolo. Delicioso!






Não é novidade a minha paixão por castanhas.
Também não é novidade a admiração e o carinho que tenho por dois projetos muito especiais, a Sweet Castanea e a Amálgama.
Estes dois projetos têm contribuído claramente para o aumento da minha paixão por castanhas. Cada vez me dá mais gosto cozinhar e elaborar receitas com os seus produtos.
E ainda que correndo o risco de ser repetitiva, tenho de reforçar e dizer que tem sido um privilégio poder trabalhar com estas duas marcas, e partilhar com eles a paixão que temos por este fruto.

A receita que trago hoje é a prova que podemos consumir castanha todo o ano, e que o seu sabor se adapta facilmente a receitas mais frescas, ótimas para desfrutar nos dias quentes de verão, que acabou de chegar!  

Proponho então um delicioso Bolo Cheesecake de Castanha, composto por uma camada de bolo e outra de cheesecake. Ambos de sabor a castanha.
Uma receita deliciosa, suave e com a dose certa de sabor a castanha. Acho que melhor era impossível, muito francamente. Fiquei rendida! 

Um feliz verão! com castanhas :)






“A grandeza não consiste em receber honras, mas em merecê-las.” (Aristóteles)



É assim que a Amálgama começa a sua apresentação.

A Amálgama é um projeto 100% português, com o qual criei uma empatia muito grande desde o primeiro contato, e que hoje gostava de vos convidar a conhecer. Um projeto cheio de alma, garra, dedicação e paixão.


Este projeto nasceu da necessidade de um casal em se manter junto. Ele, o André, licenciado em Educação Física e Desporto e mestrado em Jogos Desportivos Coletivos e ela, a Sílvia, licenciada em Psicologia e com mestrado em Psicologia da Educação, firmes na decisão que não iriam deixar que as suas carreiras profissionais os colocasse na situação de um estar em “cascos de rolha” e o outro em “para lá do sol-posto”, decidiram criar o seu próprio negócio aproveitando um recurso de família: vários soutos, numa das melhores regiões do mundo para o crescimento da castanha sativa.
Fortemente apoiados pela família e com a orientação do gabinete de empreendedorismo da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, em 2015 criaram a Amálgama, que tem como missão a transformação da castanha, e conta com a parceria de produtores com profundo conhecimento deste fruto tão português.
Um dos produtos que comercializam é a farinha de castanha, um produto de elevada qualidade, que tem como matéria-prima castanhas de Trás-os-Montes mais propriamente do concelho de Vinhais (Terra Fria). A Castanha Moída é nutricionalmente rica, podendo ser uma fonte de fibras, vitaminas e sais minerais para a ingestão das doses diárias recomendadas destes nutrientes.




A farinha de castanha e as suas possíveis aplicações ainda não são muito conhecidas pela generalidade da população, por isso a Amálgama criou um espaço com um conceito muito próprio, que ajuda a divulgar não só o seu próprio produto (história, propriedades, benefícios, aplicações…) como outros produtos de origem portuguesa. E é nessa dinâmica que pretendem sensibilizar a população para os benefícios de produtos à base de castanha e criar sinergias com outros produtores/empresários/artesãos, valorizando diversos recursos do nosso país.




Apesar da castanha moída ser considerada um alimento com elevada carga calórica, esta não deve ser uma opção a descartar pelos que pretendem emagrecer, pelo contrário, pois é constituída por moléculas complexas que são lentamente digeridas pelo organismo permitindo assim manter o nível de saciedade por mais tempo.
A castanha não tem glúten, e uma vez que farinha de castanha Amálgama é 100% castanha seca, é igualmente isenta de glúten, sendo assim apta para celíacos.

Convido-vos agora a visitarem a Amálgama, nas suas instalações físicas em Vila Nova de Famalicão ou a passearem virtualmente pelo seu espaço no facebook (www.facebook.com/lojaamalgama), e a ajudarem a Sílvia e o André a realizar o seu sonho, divulgando o seu projeto, promovendo assim a nossa cultura e o empreendedorismo.

Tive o privilégio de ser convidada pela Amálgama a experimentar a sua farinha de castanha, e a usá-la numa receita, promovendo assim a sua utilização. O convite foi prontamente aceite como podem imaginar. Além de ser uma fã assumidíssima de castanha, poder usar farinha de castanha portuguesa foi um prazer em todos os sentidos.

Obrigado Amálgama pelo convite e pelo voto de confiança!


Empadas de Farinha de Castanha com Bacon e Cogumelos




Ingredientes (6 und.):
Massa
100g de Farinha de Castanha Amálgama
80g de Amido de Milho
1 c. chá de Fermento Químico
90g de Margarina, à temperatura ambiente
50ml de Água, à temperatura ambiente
1 Ovo, à temperatura ambiente
1 pitada de Sal Fino
Recheio
100g de Bacon, cortado em cubos pequenos
150g de Cogumelos
1 Cebola pequena, picada
Sementes de Erva-doce



Preparação:
Massa
Numa taça junte a farinha de castanha, o amido de milho, o sal e o fermento químico. Junte a margarina, e bata com uma batedeira até que esteja com a aparência de areia grossa.
Junte de seguida a gema do ovo e a água, amassando só o necessário para ligar a massa e fazer uma bola. Se achar necessário junte um pouco mais de farinha.
Deixe repousar 30 minutos, no frigorífico, antes de usar.

Notas: Esta massa fica mole, mas não deve ficar muito mole; devem conseguir obter uma consistência que permita o seu manuseamento, e que ao tocar com as mãos levemente enfarinhadas ela não fica agarrada às mãos. Esta massa, pelo facto das farinhas utilizadas não terem glúten, tem um comportamento completamente diferente da tradicional massa quebrada que usamos nas empadas; esta não é elástica e é muito frágil, pelo que deve ser manuseada com muito cuidado; na altura de estender deve-se salpicar abundantemente a mesa de trabalho com farinha para facilitar a tarefa de estender e cortar.
Existe um aditivo natural sem glúten que melhora a consistência deste tipo de massas, o Goma Xantana, que deve ser usado na proporção de ½ a 1 colher de chá por cada chávena de farinha usada. Este aditivo vai permitir que as farinhas sem glúten tenham características semelhantes às de mistura com glúten fazendo com que seja possível conservar os gases resultantes da fermentação, evitando o “esfarelar” e dando elasticidade.



Recheio
Numa frigideira coloque o bacon e leve ao lume. Deixe cozinhar até que o bacon fique dourado e liberte alguma da sua gordura. Durante esta fase é aconselhável que use uma rede anti salpicos.
Junte a cebola, e deixe cozinhar até que esta fique translúcida.
Adicione os cogumelos, previamente lavados, sem pé, e fatiados finamente. Deixe cozinhar até que estejam tenros, e tenha evaporado a maior parte da água que libertam. Tempere com pimenta acabada de moer e retire do lume. Reserve até que arrefeça.

Pré-aqueça o forno a 180ºC.
Unte levemente 6 formas de pastéis.
Numa superfície generosamente enfarinhada, estique a massa até obter uma espessura de cerca de 4 a 5mm – a massa não deve ficar muito fina caso contrário não vai conseguir trabalhá-la - e corte 12 discos. (eu cortei 6 discos maiores que as formas, e depois 6 mais pequenos para servir de tampa e poder fechar as empadas)
Forre as formas de pastéis com os 6 discos de massa maiores.
Distribua o recheio pelas formas e tape com os 6 discos mais pequenos de massa, enrolando gentilmente os bordos para que os discos de massa se colem.
Se quiser, com as aparas que sobram da massa, corte pequenas folhas e decore as empadas.
Pincele as empadas com a clara do ovo, salpique com algumas (poucas) sementes de erva-doce, e leve ao forno, até que a massa esteja cozida e levemente douradinha, o que deve demorar cerca de 25 a 30 minutos.



Bom apetite!
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Acerca de Mim

Acerca de Mim
O Intrusa na Cozinha foi criado em 2010, com o humilde propósito de registar e fotografar as receitas que eu cuidadosamente preparava para minha família e amigos. Porém, rapidamente se tornou uma parte muito importante da minha vida, onde diariamente aprimoro a minha paixão pela fotografia culinária e food styling.

Desafio Culinário #oingredientedomes

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O Intrusa na Cozinha foi criado em 2010, com o humilde propósito de registar e fotografar as receitas que eu cuidadosamente preparava para minha família e amigos. Porém, rapidamente se tornou uma parte muito importante da minha vida, onde diariamente aprimoro a minha paixão pela fotografia culinária e food styling.

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