“Mãe...
São três letras apenas,
As desse nome bendito:
Três letrinhas, nada mais...
E nelas cabe o infinito
E palavra tão pequena - confessam mesmo os ateus -
É do tamanho do céu
E apenas menor do que Deus!”
MÁRIO QUINTANA, poeta brasileiro (1906-94)
"Mãe! Ata as tuas mãos às minhas e dá um nó-cego muito apertado.
Mãe! Passa a tua mão pela minha cabeça.
Quando passas a tua mão na minha cabeça, é tudo tão verdade!"
Versos de um poema de ALMADA NEGREIROS, artista plástico, poeta, ensaísta, romancista, dramaturgo português (1893-1970)
Parabéns, mãe!
Saudade eterna.
foto net)