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20 fevereiro, 2023

Pétala nº 3736

“… os mortos não nos podem dizer que estamos enganados. Apenas os vivos podem fazê-lo – e podem estar a mentir. Por isso, confio mais nos mortos. Isto é bizarro ou sensato?” 

JULIAN BARNES, escritor inglês (1946-), in “Elizabeth Finch”, Ed. Quetzal, 2022


21 junho, 2020

Pétala nº 2949

“Há uma linguagem própria para falar dos mortos, um inventário de frases que transitam fonologicamente entre o respeito e o temor.” 
MARTA ORRIOLS, escritora espanhola (1975), in “Aprender a falar com as plantas”, Ed. D. Quixote, 2020

04 novembro, 2019

Pétala nº 2718

“A vitalidade recupera e reanima. Os mortos ficam enterrados. As perdas ficam perdidas.”
FERNANDO PESSOA, poeta português (1888-1935), in “Livro do desassossego”, Ed. Tinta da China, 2014

11 março, 2018

Pétala nº 2115

“É muito mais fácil chorar um morto com rosto.” 
ANA MARGARIDA DE CARVALHO, escritora portuguesa (1969), in “Não se pode morar nos olhos de um gato”, Ed. Teorema, 2016

25 setembro, 2017

Pétala nº 1949

“Nem sequer na memória os mortos sobrevivem.” 

Enrique de Hériz, escritor espanhol (1964-), in “Mentira”, Ed. Dom Quixote, 2006

26 julho, 2017

Pétala nº 1888

“O mundo é dos vivos, os mortos têm o seu à parte.” 

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930), in “As máscaras do destino”, Livraria Bertrand, 1981

24 julho, 2017

Pétala nº 1886

“Tenho a certeza de que os mortos não voltam.” 

Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930), in “As máscaras do destino”, Livraria Bertrand, 1981