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15 abril, 2024

Pétala nº 3813

"Eu creio, sim, creio, eu creio em Deus!"
(Florbela Espanca)


“Falo com a vida como se estivesse a falar com uma pessoa, com um anjo ou com Deus. Torno-a numa entidade com quem se fala.” 
JORGE PALMA, músico, compositor e cantor português (1950-), em entrevista a Nuno Pacheco, revista Ípsilon, jornal Publico, 28 Abril 2023 

“Tenho duvidado da existência de Deus: os adultos mentem sempre, e foram eles que me falaram da existência de Deus.” 
SILVINA OCAMPO, escritora argentina (1903-93), in “As Convidadas - O diário de Porfiria Bernal”, Ed. Antígona, 2022” 

“… se acreditasse em Deus, não quereria prostrar-me à frente dele e pedir-lhe perdão. Limitar-me-ia a agradecer-lhe todos os dias, por tudo.” 
SALLY ROONEY, escritora irlandesa (1991-), in "Mundo Belo, onde Estás" (Beautiful World, Where Are You, 2021), Ed. Relógio D'Água, 2021 

"Eu acho que Deus é uma projeção humana, é um desejo infinito que nós temos de adoração, e de algo que nos suspende com o sentido absoluto."
ADÉLIA PRADO, filósofa, professora, contista e poetisa brasileira (1935-) 



Aos olhos dele

Não acredito em nada. As minhas crenças
Voaram como voa a pomba mansa;
Pelo azul do ar. E assim fugiram
As minhas doces crenças de criança.

Fiquei então sem fé; e a toda a gente
Eu digo sempre, embora magoada:
Não acredito em Deus e a Virgem Santa
É uma ilusão apenas e mais nada!

Mas avisto os teus olhos, meu amor,
Duma luz suavíssima de dor...
E grito então ao ver esses dois céus:

Eu creio, sim, eu creio na Virgem Santa
Que criou esse brilho que m'encanta!
Eu creio, sim, creio, eu creio em Deus!

FLORBELA ESPANCA, poetisa portuguesa (1894-1930)

(fotos Pixabay)

22 maio, 2023

Pétala nº 3777

“Quem se atreve a imaginar os segredos que uma praia esconde durante a noite?”
JOÃO PINTO COELHO, arquitecto, professor e escritor português (1967-), in “Mãe, Doce Mar”, Ed. Leya, 2022

Nas horas em que todos dormem acontecem os eventos mais maravilhosos e as coisas mais terríveis do mundo.” 
SILVINA OCAMPO, escritora argentina (1903-93), in “As Convidadas – A cara na palma”, Ed. Antígona, 2022

(PORTUGAL/Cascais - praia S. Pedro do Estoril)



22 março, 2023

Pétala nº 3752

… podemos estar apaixonados sem amar ninguém. Uma fotografia, um pôr-do-sol, um perfume, um anjo ou uma música bastam.” 

SILVINA OCAMPO, escritora argentina (1903-93), in “As ConvidadasO diário de Porfiria Bernal)”, Ed. Antígona, 2022

(PORTUGAL / Cascais, 2023)



27 fevereiro, 2023

Pétala nº 3741

Terá o azar dos outros de ser também o nosso? Devemos sentir-nos sempre solidários com a espécie humana?” 

SILVINA OCAMPO, escritora argentina (1903-93), in “As ConvidadasO incesto ", Ed. Antígona, 2022


21 fevereiro, 2023

Pétala nº 3737

“Há tantos dias de carnaval quando não estamos no Carnaval.” 

SILVINA OCAMPO, escritora argentina (1903-93), in “As ConvidadasVisões (1961)”, Ed. Antígona, 2022



Feliz CARNAVAL


(foto net)


21 novembro, 2022

Pétala nº 3677

“Tão curta seria a vida se não tivesse os momentos desagradáveis que a tornam interminável.” 

SILVINA OCAMPO, escritora argentina (1903-93), in “As ConvidadasVisões”, Ed. Antígona, 2022


20 outubro, 2022

Pétala nº 3645

"O que é o medo? Cada um tem o seu próprio medo, isso é certo, um medo que nasce consigo.” 

SILVINA OCAMPO, escritora argentina (1903-93), in “As Convidadas - Carta debaixo da cama”)”, Ed. Antígona, 2022


10 outubro, 2022

Pétala nº 3635

"Por mais horrível que um segredo seja, quando partilhado deixa, por vezes, de ser horrível, porque tal horror nos dá prazer: o prazer da comunicação incessante.”

SILVINA OCAMPO, escritora argentina (1903-93), in “As Convidadas - Assim eram os seus rostos”, Ed. Antígona, 2022