“AS ROSAS
Quando à noite desfolho e trinco as rosas
É como se prendesse entre os dentes
Todo o luar das noite transparentes,
Todo o fulgor das tardes luminosas,
O vento bailador das Primaveras
A doçura amarga dos poentes,
E a exaltação de todas as esperas."
SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN, poetisa portuguesa(1918-2004), in "Obra poética I", Círculo de Leitores, 1992
(foto net)

