“Em que consiste a pior das cobardias? Parecer-se cobarde perante os outros e manter a paz? Ou ser-se cobarde perante nós próprios e provocar a guerra?
"Quem foi que um dia ousou lançar a um papel as letras ultrajantes da palavra cobardia, essa suprema afronta, esse insultante escarro, à face dos que querem morrer?!”
Florbela Espanca, poetisa portuguesa (1894-1930), in “As máscaras do destino”, Livraria Bertrand, 1981