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13 maio, 2024

Pétala nº 3817

"O inalcançável é sempre azul."
(Clarice Lispector)

“O meu olhar azul como o céu
É calmo como a água ao sol.
É assim, azul e calmo,
Porque não interroga nem se espanta.”
Versos de Alberto Caeiro, heterônimo de FERNANDO PESSOA poeta português (1888-1935), 
in "Antologia poética ("O guardador de rebanhos XXIII"), R.B.A. Editores, 1994

"Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu".
Versos de FERNANDO PESSOAin "Mensagem".
(Pétala deixada em comentário pela amiga OLINDA MELO, http://xailedeseda.blogspot.com/.)

"Quando o sossego é só sossego e a visão do mar espraia a nossa
identidade
sentimo-nos cúmplices da terra na densidade azul"

ANTÓNIO RAMOS ROSA, poeta português (1924-2013), in “Poesia presente”, Ed. Assírio &Alvim, 2014


“Água, sal e vontade – a vida!
Azul – a cor do céu e da inocência”

MIGUEL TORGA, poeta português (1907-95), in "Poesia completa" (versos do poema "Ao Mar"), Ed. Dom Quixote, 2000


“bebo o azul do céu pelos olhos”

PABLO NERUDA, poeta chileno (1904-73), in "Crepusculário" (verso do poema "O povoado"), 1923 
Prémio Nobel da Literatura, 1971


"Para vermos o azul, olhamos para o céu. A Terra é azul para quem a olha do céu. Azul será uma cor em si, ou uma questão de distância? Ou uma questão de grande nostalgia? O inalcançável é sempre azul."

CLARICE LISPECTOR, escritora e jornalista brasileira nascida na Ucrânia (1920-77)


(Fotos: PORTUGAL/Cascais, 2024)


10 abril, 2023

Pétala nº 3760

"Deus - onde foste buscar para acender o céu
este maravilhoso crepúsculo de cobre? 
Por ele soube de novo encher-me de alegria 
e soube tornar nobre o olhar que era maldoso.” 

PABLO NERUDA, poeta chileno (1904-73), in "Crepusculário - (versos do poema "Dá-me a festa absoluta"), 1923 
Prémio Nobel da Literatura, 1971

(MALDIVAS, 2022)



05 novembro, 2021

Pétala nº 3379

"O beijo é uma forma de diálogo" 
GEORGE SAND, pseudónimo de Amandine Aurore Lucile Dupin, escritora francesa (1804-76) 

"A conversação dos beijos. Subtil, absorvente, destemida, transformadora."
ALICE MUNRO, escritora norte-americana (1931-)
Prémio Nobel da Literatura, 2013 

"Num único beijo saberás tudo aquilo que tenho calado." 
PABLO NERUDA, poeta chileno (1904-1973) 
Prémio Nobel da Literatura, 1971



(foto net)

26 fevereiro, 2021

Pétala nº 3196

“Temos que deitar abaixo o passado 
e tal como se constrói
andar por andar, janela por janela, 
e o edifício sobe 
assim, vamos descendo 
telhas quebradas primeiro, 
depois orgulhosas portas, 
até que do passado 
começa a sair pó 
como se se batesse
contra o chão"
PABLO NERUDA, poeta chileno (1904-73), versos do poema “Passado”. 
Prémio Nobel de Literatura, 1971

26 janeiro, 2021

Pétala nº 3166

"Nega-me o pão, o ar, 
a luz, a primavera, 
mas nunca o teu riso,
porque então morreria.” 
PABLO NERUDA, poeta chileno (1904-73) 
Prémio Nobel de Literatura, 1871

11 junho, 2018

Pétala nº 2207

“A poesia tem ligação secreta com o sofrimento do homem”.
PABLO NERUDA, poeta chileno (1904-73) 
Prémio Nobel de Literatura, 1871

13 fevereiro, 2018

Pétala nº 2089

“Por teus olhos que nunca olharam
os meus que te olham trocaria.” 
PABLO NERUDA, poeta chileno (1904-73), in "Crepusculário", 1923 
Prémio Nobel da Literatura, 1971

05 fevereiro, 2018

Pétala nº 2081

“Minha vida é um castelo sem janelas e portas
e para que não venhas por este caminho,
                                                                  eu o desvio."
PABLO NERUDA, poeta chileno (1904-73), in "Crepusculário", 1923 
Prémio Nobel da Literatura, 1971

03 fevereiro, 2018

Pétala nº 2079

“Que a vida se esgote, irmão, 
não no divino mas no homem, 
não nas estrelas mas nas tuas mãos."
PABLO NERUDA, poeta chileno (1904-73), in "Crepusculário", 1923 
Prémio Nobel da Literatura, 1971

01 fevereiro, 2018

Pétala nº 2077

“Nunca, mulher, raio de luz, branca polpa de maçã,
abrandes os passos que não te fizerem sofrer,
semeemos a planície antes de arar a colina.
Viver será primeiro, depois será morrer.
PABLO NERUDA, poeta chileno (1904-73), in "Crepusculário", 1923 
Prémio Nobel da Literatura, 1971

30 janeiro, 2018

Pétala nº 2075

“Se preferes não nos digas de que cacho somos, 
 não nos digas o quando, não nos digas o como, 
 mas diz-nos para onde é que a morte nos leva…” 
PABLO NERUDA, poeta chileno (1904-73), in "Crepusculário", 1923 
Prémio Nobel da Literatura, 1971

20 dezembro, 2017

Pétala nº 2034

"Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo…" 

Pablo Neruda, poeta chileno (1904-73) 
Prémio Nobel da Literatura, 1971

27 outubro, 2016

Pétala nº 1615

“Sofre mais aquele que espera sempre do que aquele que nunca esperou ninguém.” 

Pablo Neruda, poeta chileno (1904-73) 
Prémio Nobel de Literatura, 1871

03 junho, 2014

Pétala nº 738

“A verdade é que não há verdade!”

Pablo Neruda, poeta chileno (1904-1973)