Showing posts with label 2018. Show all posts
Showing posts with label 2018. Show all posts

31 December 2018

2018 - Videoclips

Poliça + s t a r g a z e - "How Is This Happening"
 



Laurie Anderson & Kronos Quartet - "CNN Predicts a Monster Storm"





Low - "Dancing and Blood"




Anna Calvi - "Don't Beat the Girl out of My Boy"




Exit North - "Spider"
 




The Monochrome Set - "Stage Fright"
 



David Byrne - "Everybody's Coming To My House"
 



Goat Girl - "Scum"
 



Stick In The Wheel - "Abbots Bromley Horn Dance"
 



Tune-Yards - "Honesty"




Toda a colecção "Thankful Villages" (Darren Hayman)

30 December 2018

2018 - Cinema, televisão
ou lá o que é


Três Cartazes à Beira da Estrada - Martin McDonagh



Escape At Dannemora - Ben Stiller (TV)



BlacKkKlansman - Spike Lee



 Gatos/Kedi - Ceyda Torun



Olhares/Lugares  - Agnès Varda e JR



No Intenso Agora - João Moreira Salles



Castle Rock - Sam Shaw e Dustin Thomason (TV)



  A Morte de Estaline  - Armando Iannucci



Condor - Todd Katzburg, Jason Smilovic e Ken Robinson (TV)



Unité 42 - Julie Bertrand, Annie Carels e Charlotte Joulia (TV)



Farenheit 11/9 - Michael Moore



A Livraria - Isabel Coixet

29 December 2018

Depois da conquista do tão cobiçado prémio - praticamente um Oscar da teologia -, o debate ainda mais se intensifica e cada novo contributo eleva decisivamente o nível!


27 December 2018

Mais um participante (extraviado) no debate justamente premiado
MÚSICA 2018 - INTERNACIONAL (VI)

(iniciando-se, de baixo para cima *, de um total de 32)











* a ordem é razoavelmente arbitrária...

Explícita ou implicitamente, a quase totalidade dos grandes álbuns publicados em 2018 não conseguiu – nem tentou – esquivar-se a ser um reflexo dos tempos de cólera actuais: quer intervindo aberta e militantemente no combate político (caso de Marc Ribot), quer dando testemunho do mal estar e do abalo impossíveis de dissimular (os belíssimos registos de Laurie Anderson, Poliça, Low, Julia Holter, Richard Thompson, e Rolling Blackouts), quer – caso de David Byrne – usando a ironia como bússola para não perder o rumo no meio da tormenta. E isso seria ainda muito mais óbvio se, acrescentássemos o que, olhando à volta sob os mais diversos ângulos, publicaram Stick In The Wheel, Tune-Yards, Gruff Rhys, Laibach, Parquet Courts, Anal Trump, Virginia Wing, Levellers ou Goat Girl: o mundo dos humanos nunca foi um lugar particularmente frequentável mas, raras vezes como hoje, teremos estado tão perto de o tornar literalmente maligno.