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16.7.16

Yvette Centeno (Em Setembro, no Algarve)





EM SETEMBRO, NO ALGARVE



Deito-me no muro do quintal.
Aguardo o pôr-do-sol
quando os pássaros cantam
e a terra exala um cheiro quente
a caruma e tojo.
No meio das árvores
a romãzeira florida parece descansar.
Chegou ao fim do seu dia.
Olho o sol.
E eu
quando chegarei eu?


Yvette Centeno

[Canal de poesia]

.

2.5.10

Yvette Centeno (Como se estivesse num café)






COMO SE ESTIVESSE NUM CAFÉ




Espero
sentada
tranquilamente
em mim


Espero
como se estivesse num café
cheio de gente


Yvette Centeno



[Café Central]


.

16.4.07

Yvette Centeno (A árvore)







A ÁRVORE




Chegaste
com a tua tesoura de jardineiro
e começaste a cortar:
umas folhas aqui e ali
uns ramos
que não doeram...
Eu estava desprevenida
quando arrancaste a raiz.



Yvette Centeno